Nova Previdência
  • Investimentos
    • Oportunidades
    • Fundos Imobiliários
    • Renda Fixa
      • Tesouro Direto
      • CDB
      • LCI
      • LCA
      • CRI
      • CRA
      • Debêntures
      • Debêntures Incentivadas
    • Fundos de Investimentos
      • Fundos de Renda Fixa
      • Fundos Multimercados
      • Fundos de Ações
      • Fundos Cambiais
      • Fundos de Ouro
    • Ações
    • ETF
  • Previdência
    • Fundos de Previdência
    • Calculadora PGBL
    • Top Funds PREV
    • Portabilidade
  • Educação Financeira
  • Artigos
  • Quem Somos
    • Contato
Nova Previdência
  • Investimentos
    • Oportunidades
    • Fundos Imobiliários
    • Renda Fixa
      • Tesouro Direto
      • CDB
      • LCI
      • LCA
      • CRI
      • CRA
      • Debêntures
      • Debêntures Incentivadas
    • Fundos de Investimentos
      • Fundos de Renda Fixa
      • Fundos Multimercados
      • Fundos de Ações
      • Fundos Cambiais
      • Fundos de Ouro
    • Ações
    • ETF
  • Previdência
    • Fundos de Previdência
    • Calculadora PGBL
    • Top Funds PREV
    • Portabilidade
  • Educação Financeira
  • Artigos
  • Quem Somos
    • Contato

Casa
By: Nova Previdência Fundos Imobiliários, Investimentos, Investimentos Isentos IR, Renda Variável Nenhum comentário

Fundos imobiliários: vale a pena comprar agora?

Fundos imobiliários: vale a pena comprar agora?

 

Os fundos de investimentos imobiliários (FIIs) vêm chamando atenção no mercado brasileiro nos últimos anos. Eles consistem em uma modalidade coletiva de investimentos que foca no mercado de imóveis – seja compra, venda e aluguel de imóveis físicos ou negociação de títulos do setor.

Um dos principais motivos que despertam o interesse por FIIs no Brasil está na oportunidade de investir no mercado imobiliário sem despender todo o dinheiro para adquirir um imóvel.

Mas, diante da crise econômica causada pelo novo coronavírus, será que é o momento certo para investir na renda variável e comprar fundos imobiliários agora? 

Confira as informações que trouxemos neste post para responder a esta pergunta!

FIIs em queda

Para entender o momento atual dos fundos imobiliários, vale a pena retomar alguns aspectos de seu funcionamento. A participação em um FII se dá pela aquisição de cotas do fundo na bolsa de valores. Então, o investidor se torna cotista e participa de eventuais ganhos.

Um fundo imobiliário remunera os cotistas a partir do seu portfólio de ativos – que podem ser imóveis físicos, títulos do mercado imobiliário ou mesmo cotas de outros fundos. 

Os ganhos podem vir da valorização das cotas ou renda passiva recorrente – especialmente oriundas de aluguéis. Quem monta o portfólio é a gestão do FII.

Ter as cotas negociadas durante o pregão da bolsa de valores significa que os investidores podem adquirir ou vender sua participação nos fundos imobiliários quando desejarem. Para isso, basta acessar o mercado quando estiver aberto e realizar as ordens de compra ou venda.

Assim, é natural que haja uma queda nos FIIs quando a bolsa de valores de modo geral está em queda, certo? Consequentemente, é esperado que os preços das cotas estejam sentindo os efeitos da crise econômica.

Assim como as ações, as cotas de fundos imobiliários estão passando por quedas. Além da crise na bolsa, os FIIs sofrem efeito também da baixa no comércio — devido ao isolamento social. Os fundos que têm shoppings na carteira, por exemplo, poderão sofrer mais no curto prazo.

 

Vale a pena comprar fundos imobiliários agora?

Você já entendeu que os fundos imobiliários estão enfrentando quedas no valor das cotas na bolsa durante a crise atual. Mas será que esse é um motivo para não entrar em FIIs agora?

Para encontrar a resposta, é preciso avaliar as vantagens de se investir em fundos imobiliários. Será que elas foram extintas pela queda da bolsa? Na verdade, não. 

Os benefícios dos FIIs continuam valendo para o futuro. Confira os principais!

Boas expectativas de resultados no longo prazo

Um dos maiores atrativos dos fundos imobiliários é a possibilidade de ter uma renda passiva oriunda do aluguel de imóveis comerciais — como shopping, galpões, e diversos outros empreendimentos.

Com isso, as expectativas para o mercado no longo prazo são positivas. Afinal, com a economia estabilizada e em crescimento, a tendência é que cada vez mais imóveis estejam alugados e gerando renda para os investidores.

Logo, por mais que possam passar por instabilidades no curto prazo, os FIIs apresentam vantagens no médio e longo prazo. Além disso, a isenção de Imposto de Renda sobre os ganhos recorrentes os tornam ainda mais interessantes.

Preços descontados na bolsa

Você já ouviu falar que crises podem trazer oportunidades? Essa é uma máxima que vale para a bolsa de valores. O fenômeno acontece porque, devido às quedas, alguns bons ativos acabam sendo vendidos com desconto.

No caso de fundos imobiliários, a relação fica evidente quando comparamos o valor de mercado e o valor patrimonial. O valor de mercado é o preço instantâneo em que as cotas estão sendo negociadas a cada momento.

Já o valor patrimonial representa o que o fundo tem, de fato, em ativos. Ou seja, a soma do patrimônio que compõe o portfólio do fundo. 

Em uma situação equilibrada, o valor negociado no mercado seria condizente com o valor patrimonial. Contudo, isso não é o que acontece geralmente durante uma crise. 

Imagine um FII que não perdeu nenhum ativo, manteve o seu valor patrimonial. Agora considere que suas cotas estão sendo negociadas a preços menores. Este cenário pode estar gerando oportunidades para novos investidores.

Oscilação menor que ações

Outra vantagem que merece ser citada para que você decida se é uma boa hora para comprar fundos imobiliários agora está no fato de os FIIs sofrerem menores quedas na comparação com outros ativos da bolsa — como as ações.

Portanto, alguns investidores podem utilizar FIIs como forma de equilibrar a carteira, diminuindo as perdas em momentos de crise enquanto faz aportes que podem trazer bons lucros no futuro. 

Vale destacar, inclusive, que, historicamente, o IFIX – que é o índice de fundos imobiliários – costuma cair menos do que o Ibovespa, que é o principal índice de ações da bolsa brasileira.

Uma das razões para que aconteça tal fenômeno está no fato de que o mercado de fundos imobiliários é menor do que o de ações. Então, ele se torna menos volátil e quem investe em renda variável costuma sofrer com quedas menores quando possui FIIs na carteira.

Como escolher bons FIIs?

Se você chegou à conclusão de que é interessante comprar fundos imobiliários agora, é importante saber escolhê-los. Afinal, nem todos os FIIs podem representar boas oportunidades no momento. 

Deve ser feita uma análise cuidadosa para decidir em quais fundos investir. Conheça alguns indicadores relevantes:

Preço / Valor Patrimonial

O indicador Preço / Valor Patrimonial mostra exatamente a relação que explicamos entre o valor de mercado e o valor intrínseco do fundo. Ele representa o preço da cota dividido pelo valor que ela tem quando se consideram os ativos que compõem o FII.

Nas informações sobre cada fundo é possível conhecer o P/VP. De modo geral, um resultado igual a 1 mostraria que o preço da cota está correspondendo ao valor patrimonial. Se o número for menor que 1, o preço está descontado.

Portfólio de ativos

Não caia na tentação de escolher fundos imobiliários apenas pelo indicador anterior. É necessário ficar atento à qualidade geral do FII. 

E como fazer isso? É simples: conferindo os diversos aspectos de forma conjunta.

Então, além de olhar o preço da cota, não deixe de avaliar se o portfólio do fundo é interessante. Nas informações dele você também tem acesso aos ativos que o compõem. Olhe, em especial, a diversificação do portfólio

Para FIIs que investem em imóveis, por exemplo, pode ser interessante ter diversos bons imóveis, distribuídos em localizações variadas. Assim, os riscos de mercado diminuem. 

Por exemplo, se houver vacância em um dos ativos, os outros podem equilibrar seus resultados.

Dividend Yield

Por fim, quem pretende utilizar fundos imobiliários como fonte de renda passiva deve avaliar o indicador DY — que representa os dividendos pagos pelo fundo.

Normalmente, eles são distribuídos mensalmente para os cotistas. Ao avaliar um FII, busque saber não só qual é o DY atual, mas quais foram os pagamentos dele historicamente. Isso lhe oferecerá maiores informações para tomar sua decisão.

E então, qual é a sua resposta final? Vale a pena comprar fundos imobiliários agora? 

Utilize as informações que trouxemos neste post para decidir os rumos da sua carteira com mais efetividade. Lembre-se que ter atenção nas suas escolhas é fundamental para diminuir riscos e aumentar rentabilidade do seu portfólio.

Quer conhecer as melhores oportunidades de FIIs nesse momento? Então entre em contato conosco e converse com especialistas no assunto!

 

Converse com um especialista

 

Contabilidade
By: Nova Previdência Declaração de IR, Imposto de Renda, Investimentos, Investimentos Isentos IR Nenhum comentário

Declarar investimentos no IR: confira o passo a passo!

Declarar investimentos no IR: confira o passo a passo!

O prazo para prestação de contas com o Imposto de Renda se encerrará em breve e você ainda não sabe como declarar seus investimentos no IR? Se a sua resposta for sim, ou se você ainda tem dúvidas sobre como preencher a sua declaração, este artigo é para você.

O primeiro passo nesta jornada é saber quem deve enviar sua declaração ao Leão. Em 2020, por exemplo, os principais critérios são ter:

  • Recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70;
  • Obtido rendimentos não tributáveis acima de R$ 40 mil;
  • Investido qualquer quantia – ou ter realizado operações – na bolsa de valores.

Os investidores que se encaixam em algum dos critérios precisam registrar na Receita Federal todos os investimentos que constavam na sua carteira em 2019 — mesmo aqueles que são isentos de IR. Para fazer isso, é preciso ter os informes de rendimentos do seu banco ou corretora de valores.

Quer saber como declarar corretamente as informações? Preparamos um guia para todo investidor, separando as orientações por cada aba que você encontrará no software da Receita. Aproveite!

Aba de bens e direitos

Vamos começar lhe ensinando a registrar o saldo de todos os seus investimentos no IR. Eles entram na aba de “bens e direitos”, já que representam o seu patrimônio. Assim, nesse ponto não é necessário cadastrar os rendimentos.

Devem ser registradas as quantias que você investiu até o final do ano-calendário da declaração, assim como a posição em que estava no ano anterior. Como se trata do saldo investido, não há diferença entre investimentos isentos ou com cobrança de IR.

Todos eles precisam constar na sua declaração, tanto os ativos de renda fixa como os de renda variável. Para deixar claro: os seus investimentos serão registrados duas vezes na declaração de IR. Em uma, informa-se o saldo investido, na outra os rendimentos obtidos.

Na ficha de “bens e direitos” do programa da Receita Federal existem vários códigos para diferenciar os investimentos. Por exemplo,

  • o código 41 se refere à caderneta de poupança;
  • o número 45 é relacionado a aplicações de renda fixa. Logo, é usado para incluir títulos públicos, CDBs, LCIs, LCAs e outros;
  • as ações são representadas pelo código 31;
  • fundos de investimentos, a depender do tipo, são encontrados nos códigos 71, 72, 73, 74 ou 79.

Organização dos registros

Quem tem vários ativos na carteira precisa ficar atento para não esquecer nenhuma informação, já que os investimentos devem ser declarados de maneira separada em cada código correspondente.

Depois de identificar o código do seu investimento, é hora de informar o saldo que havia em 31/12 do ano-calendário da declaração e o que havia em 31/12 do ano anterior. Assim, a Receita Federal consegue acompanhar a evolução do seu patrimônio aplicado.

Além disso, são solicitados outros dados, como o CNPJ da instituição que mediou o investimento. Na parte de discriminação, você identifica o produto – por exemplo, “título do Tesouro Direto”.

No caso de ações, há um detalhe a mais: é necessário informar a quantidade de papéis que você tem, assim como o nome e CNPJ da empresa. Nos campos da situação do investimento no ano-calendário e no período imediatamente anterior, devem constar o valor pelo qual você comprou as ações.

Fundos de investimentos

Declarar fundos de investimentos no IR funciona de maneira um pouco diferente. Primeiro, sua tarefa é identificar o tipo ou os tipos de fundos nos quais você investiu. Seguem os principais códigos:

  • fundos de curto prazo (71);
  • fundos de longo prazo ou fundos em direitos creditórios (72);
  • fundos imobiliários (73);
  • fundos de ações, fundos mútuos de privatização, fundos em empresas emergentes, fundos em participações e fundos de índice de mercado (74);
  • outros fundos (79).

Depois de identificar o número correspondente, o investidor informará o nome da instituição financeira administradora do fundo. Também é preciso registrar a quantidade de cotas adquiridas no ano-calendário e o CNPJ do fundo. Por fim, basta inserir o saldo nas situações no ano-base e no ano imediatamente anterior.

Aba de rendimentos sujeitos à tributação exclusiva/definitiva

Depois do primeiro passo, você terá feito o registro de todos os seus bens. Então, é o momento de passarmos para a declaração dos rendimentos. Ela está dividida entre os ativos sujeitos à tributação e os outros que são isentos.

Agora, vamos falar sobre os investimentos que cobram Imposto de Renda. É o caso de grande parte dos ativos da renda fixa e de fundos de investimentos, além de algumas operações de venda de ações. A declaração deles é feita na aba “rendimentos de aplicações financeiras”.

Nela, você utilizará a opção “rendimentos sujeitos a tributação exclusiva/definitiva”. Mais uma vez, será preciso cadastrar as informações dos informes recebidos da corretora ou banco — como CNPJ da fonte pagadora e o valor do rendimento.

Ações 

Em relação às ações, a declaração será feita nessa aba se o investidor tiver realizado day trade ou tiver feito operações comuns envolvendo um volume maior do que R$ 20 mil ao mês no ano-base da declaração. 

A alíquota é de 15% em operações com duração superior a um dia e 20% em day trade. Abaixo do valor mínimo de vendas, os rendimentos são isentos de IR.

O pagamento do imposto sobre as vendas de ações deve ser feito mensalmente por meio da geração de uma Darf. Na declaração anual de Imposto de Renda, o objetivo é informar todos os dados e o imposto pago, assim como compensar possíveis prejuízos que tenham acontecido ao longo do ano.

Ainda sobre ações, o recebimento de proventos do tipo juros sobre capital próprio também deve ser declarado na aba de rendimentos sujeitos à tributação. Eles são tributados em 15%.

Aba de rendimentos isentos e não tributáveis

Mesmo que você tenha investido em alternativas que não cobram IR, não deixe de declarar os rendimentos dos seus investimentos. Isso é feito na aba de “rendimentos isentos e não tributáveis”. É o caso da poupança, LCI, LCA, debêntures incentivadas e alguns proventos de fundos e de algumas ações.

Precisam ser informados o valor dos rendimentos, assim como o beneficiário do título, o nome e o CNPJ da fonte pagadora. No caso de dividendos em ações, procure pela opção “lucros e dividendos recebidos”.

Já para quem vendeu ações em operações tradicionais abaixo do valor mínimo de R$ 20 mil mensais, a aba é “ganhos líquidos em operações no mercado à vista negociados em bolsas de valores”. Lembre-se que os registros devem ser feitos para cada operação separadamente.

Neste artigo, trouxemos as principais informações de como declarar os principais investimentos no IR. Seguindo nosso passo a passo, você conseguirá realizar sua declaração de forma correta e evitar problemas com a Receita Federal.

Está com alguma dúvida sobre como declarar seus investimentos no IR? Entre em contato e conte com a nossa ajuda na sua declaração!

 

Converse com um especialista

 

Nova Previdência
By: Nova Previdência Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários, Investimentos, Investimentos Isentos IR Nenhum comentário

Fundos Imobiliários: quando vale a pena investir?

Fundos Imobiliários: quando vale a pena investir?

Muitos investidores iniciantes e aqueles que utilizam modalidades de investimento para aportas dinheiro se questionam, muitas vezes, se vale a pena investir em fundos imobiliários (FIIs). Afinal, apesar de serem conhecidos por muitos, os FIIs podem gerar dúvidas – especialmente quanto às suas características.

De fato, investir em fundos imobiliários pode ser uma alternativa interessante para quem deseja obter renda passiva todos os meses. Mas, será que vale a pena para qualquer pessoa investir nos fundos imobiliários?

Continue a leitura do artigo para entender mais sobre esse veículo de investimento e confira se este fundo é recomendado para você. Acompanhe!

O que são fundos imobiliários?

Antes de entender como funcionam os FIIs, é importante compreender o que são os fundos de investimento imobiliário. Basicamente, trata-se de uma modalidade de investimento da renda variável composta por um grupo de investidores que tem como objetivo investir em negócios do ramo imobiliário.

Em geral, quem investe em fundos imobiliários deseja ter retornos financeiros por meio de venda, locação, arrendamento e outras atividades no âmbito do setor imobiliário que possam gerar renda ao investidor.

Quem participa de um fundo imobiliário pode estar exposto a uma carteira diversificada, que pode ser composta por títulos do setor imobiliário ou empreendimentos diversos como prédios, shopping centers, edifícios corporativos, hospitais, entre outros.

Como funcionam os FIIs?

Como você já sabe, os FIIs são, de forma resumida, uma comunhão de recursos financeiros que são utilizados no setor imobiliário. Ou seja, é preciso enxergar o FII como um grupo de pessoas que investe seu capital nesse mercado.

Para participar de um FII é necessário adquirir cotas do fundo de seu interesse. A partir do momento em que se torna cotista do fundo, o investidor poderá se beneficiar de eventuais lucros, que sempre serão proporcionais à quantidade de cotas adquiridas.

O dinheiro de cada cotista é administrado por um gestor. Ele é a pessoa designada para tomar as decisões em relação à aplicação dos recursos e para a composição da carteira do fundo imobiliário.

São muitas as estratégias que podem ser seguidas por um FII. A carteira destes fundos, por exemplo, pode ser composta por imóveis para locação, por imóveis em construção para venda e até mesmo por títulos do nicho imobiliário –  como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), cotas de outros fundos, ações de empresas do setor, e outros.

Quais as principais características dos fundos imobiliários?

Cada fundo tem uma política de investimento e um regulamento próprio, que devem ser sempre observados. Essas regras vão determinar a estratégia seguida pelo gestor para compor a carteira do FII.

As regras podem também ser mais ou menos rígidas – concedendo maior ou menor liberdade para o gestor compor a carteira do fundo de acordo com as oportunidades do mercado. Mas, de modo geral, é possível afirmar que o principal objetivo de um FII é gerar renda passiva para os investidores.

Os rendimentos dos fundos podem ser distribuídos de forma mensal, trimestral, semestral ou de acordo com as regras do fundo preestabelecidas. E a rentabilidade é isenta de Imposto de Renda.

É importante ter em mente, contudo, que os FIIs são um investimento de renda variável. Por essa razão, os fundos imobiliários apresentam riscos maiores – especialmente quanto às oscilações e liquidez.

Quais as vantagens dos fundos de investimento imobiliário?

A principal vantagem de participar de um fundo de investimento imobiliário é poder investir em imóveis sem precisar adquiri-los individualmente. Desta forma, o investidor consegue se livrar de toda a burocracia acerca da compra de um imóvel físico.

Outra vantagem dos FIIs é a acessibilidade. Afinal, é possível investir em fundos imobiliários a partir de pequenas quantias – participando do lucro de operações envolvendo grandes empreendimentos do setor imobiliário e recebendo renda passiva com este investimento.

Além disso, é preciso reiterar a questão da diversificação. Quem investe ou está aprendendo sobre investimentos sabe da importância de ter uma carteira diversificada. Assim, os cotistas de um FII se expõem a diversos investimentos sem precisar investir em diversos produtos ou fundos.

Quais as desvantagens dos fundos imobiliários?

Uma das desvantagens do FII, por outro lado, está ligada diretamente ao mercado imobiliário. Afinal, o mercado de compra, venda e locação de imóveis costuma passar por momentos de altos e baixos. E, em situações desfavoráveis economicamente, as oscilações no ramo de imóveis interferem no valor das cotas – e dos rendimentos.

Além disso, problemas como falta de inquilinos e inadimplência podem ser comuns – prejudicando a rentabilidade do fundo. Por isso, é preciso atenção antes de escolher investir em FIIs.

Afinal, investir em fundos imobiliários vale a pena?

Agora que você já sabe um pouco mais sobre os FIIs pode estar se perguntando: afinal, investir em fundos imobiliários vale a pena?

Por se tratar de uma modalidade da renda variável, os FIIs tendem a ser recomendados para aqueles investidores com aversão menor a perdas, como aqueles de de perfil moderado ou agressivo. Contudo, investidores conservadores também podem alocar uma pequena parte do capital em FIIs.

De maneira geral, os fundos imobiliários podem ser adequados para quem considera interessante a ideia de investir em imóveis e obter renda passiva com seus investimentos. Pode também ser uma alternativa para quem busca diversificação.

Devido às oscilações do mercado, por outro lado, os fundos imobiliários podem não ser adequados para quem busca por segurança e alta liquidez no curto prazo.

Somente o investidor, portanto, pode responder se vale a pena investir ou não em fundos imobiliários, sempre considerando o seu perfil, seus objetivos futuros e suas preferências em relação aos investimentos.

Portanto, se você ainda tem dúvidas sobre se deve ou não investir em FIIs, certifique-se de analisar todos os pontos que apontamos neste artigo para tomar a melhor decisão!

Quer conhecer outros tipos de fundos? Então confira o que são e como funcionam os fundos cambiais!

 

Converse com um especialista

Posts recentes
  • Reabertura Fundo Verde
  • Fundo Bogari de Previdência
  • As seis crenças que assombram e sabotam a sua vida financeira – saiba como lidar com esses medos
  • Para investir, você só precisa de um propósito
  • Investimentos: fase inicial

Entre em contato e tire suas dúvidas

Contato
Nova Previdência

Especialistas em Previdência Privada

© 2023, Direitos Reservados Nova Previdência | Site com SEO Criação

WhatsApp us