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Investimentos
By: Nova Previdência Ações, ETFs, Fundos de ações, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários, Investimentos, Poupança, Renda Variável Nenhum comentário

Como aumentar a rentabilidade dos seus investimentos com a Selic em queda?

Como aumentar a rentabilidade dos seus investimentos com a Selic em queda?

 

Muitos investidores ficam em dúvida sobre o que fazer quando a taxa Selic está baixa. O cenário atual é da taxa em suas mínimas históricas – o que traz desafios para a rentabilidade de investimentos, em especial os da renda fixa.

Já que a renda fixa concentra as alternativas mais populares no Brasil (a poupança e os títulos públicos, por exemplo), diversos brasileiros se sentem perdidos sobre como aumentar a rentabilidade dos investimentos.

A boa notícia é que existem sim formas de obter melhores resultados na sua carteira. Primeiro, é preciso entender o contexto e conhecer alternativas mais rentáveis. 

Saiba mais!

O que acontece com os investimentos com a Selic em queda?

A Selic é a taxa básica de juros da economia nacional. Por ser um índice muito importante no mercado, ela influencia diretamente diversas aplicações. Por exemplo, sua queda causa efeitos na poupança, no Tesouro Selic e em investimentos atrelados ao CDI.

Além de investimentos, a Selic está relacionada também aos juros praticados por bancos e instituições financeiras em empréstimos, financiamentos e outras formas de crédito. Assim, os cortes realizados na taxa têm o objetivo de facilitar o crédito.

Consequentemente, um cenário de juros mais baixos incentiva o consumo da população e favorece a economia. Se é positivo por esse lado, do ponto de vista dos investidores há efeitos negativos na rentabilidade da renda fixa.

O fator mais notável é a redução dos rendimentos em aplicações pós-fixadas que têm a Selic ou o CDI como referência. Afinal, alguns anos atrás estas aplicações rendiam, por exemplo, 14% ao ano, e depois de sucessivos cortes, ela pode passar a render apenas 3%.

Uma grande diferença em apenas poucos anos, não é mesmo?

Quem deseja aumentar a rentabilidade dos seus investimentos neste cenário pode encontrar opções atrativas na própria renda fixa. É o caso dos produtos de bancos menores e com prazo de vencimento mais longo, que costumam apresentar melhores taxas.

Ainda assim, se você tem certa tolerância a riscos, pode não ser tão interessante manter toda a sua carteira na renda fixa. A depender dos riscos de crédito e de liquidez ao buscar as opções melhores, é mais vantajoso conhecer a renda variável para encontrar investimentos de maior rentabilidade e aumentar o retorno do seu portfólio.

Como aumentar a rentabilidade dos investimentos?

Depois de entender a influência da Selic nos investimentos e saber que, de fato, as quedas na taxa de juros geram diminuição dos rendimentos da renda fixa, é hora de saber como aumentar sua rentabilidade em um cenário assim.

É interessante notar que os efeitos que a baixa da Selic causa na renda variável costumam ser opostos dos que acontecem na renda fixa. Como você viu, um dos objetivos dos cortes na taxa é estimular o consumo.

Com maior consumo, a economia fica mais aquecida, certo? Esse é um grande incentivo para as empresas, que podem obter resultados positivos e até investir mais no seu próprio crescimento. Assim, ativos da renda variável passam por valorização.

Significa que, em um contexto de taxa de juros baixa, é esperado um avanço no mercado de ações – assim como em outros setores, como é o caso dos fundos imobiliários. 

Então, se você tem um pouco mais de abertura ao risco, conheça algumas alternativas que podem fazer parte do seu portfólio e ajudar a aumentar a rentabilidade dos seus investimentos:

Ações

As ações são negociadas na bolsa de valores e quem adquire papéis de uma empresa se torna sócio dela. É possível ganhar dinheiro com estes ativos de várias formas. Por exemplo, recebendo a divisão de proventos da companhia – como os dividendos.

Além disso, há a oportunidade de lucrar com a valorização das empresas. Quem visa o longo prazo pode vender suas ações no futuro por preços bem mais altos. Já quem deseja especular no curto prazo pode fazer diversas operações rápidas, visando acumular lucros.

Lembre-se que, como falamos, a Selic em baixa costuma gerar oportunidades para aumentar a rentabilidade dos seus investimentos no mercado de ações. Afinal, as empresas encontram cenário favorável para vender mais, obter crédito a juros mais baixos e crescer.

Fundos de ações

Outra opção interessante para quem deseja procurar por melhores rendimentos na renda variável é investir em fundos de ações. A alternativa atrai, principalmente, quem tem pouca experiência no mercado e deseja ajuda para montar o portfólio.

Isso porque os fundos são modalidades de investimentos coletivos administrados por um gestor profissional. Logo, quem compra cotas dos fundos não está diretamente escolhendo as ações – a equipe de gestão é que se encarrega de montar o portfólio.

Entretanto, um ponto que merece atenção é a escolha dos fundos. Existem diversos fundos disponíveis e você precisa ter cuidado ao analisar as características deles, a fim de escolher aquele que se adéqua mais ao seu perfil de risco e aos seus objetivos.

Fundos imobiliários

Mais uma modalidade de investimentos que pode ser bastante atrativa para aumentar a rentabilidade da sua carteira com a Selic em baixa é o fundo imobiliário. Ele também funciona de forma coletiva e com a mediação de um gestor.

A diferença é que seu foco está em investir no mercado de imóveis. Assim, os fundos imobiliários podem alocar recursos em títulos de renda fixa ligados ao setor, adquirir imóveis para lucrar com aluguel ou mesmo fazer bons negócios a partir da construção, compra e venda de imóveis.

De maneira geral, os juros mais baixos incentivam o setor imobiliário. Afinal, os consumidores têm melhores condições para financiar imóveis. Além disso, há também o fato de o aumento do consumo favorecer empreendimentos comerciais, como shoppings.

Fundos de índice

Os fundos de índice, ou ETFs, são mais um exemplo de fundos de investimentos que podem ajudar você a aumentar sua rentabilidade.

A particularidade deles está no fato de que seu portfólio tem o intuito de acompanhar determinado índice do mercado financeiro. Por exemplo, o índice Ibovespa – que representa as ações das empresas mais negociadas na bolsa brasileira.

Esta pode ser também uma alternativa interessante para aqueles que não dispõem de uma alta quantia para investimentos no mercado de ações.

BDRs

Por fim, os BDRs (Brazilian Depositary Receipt) são opção para brasileiros que desejam investir em empresas estrangeiras. Não é um investimento direto em ações, mas sim a aquisição de certificados que estão atrelados aos ativos listados no exterior.

Ter uma parte de sua carteira exposta à movimentação de boas empresas de outros países, sem dúvida, pode ser uma forma de encontrar rendimentos mais interessantes e agregar melhores resultados ao seu portfólio. 

Mais uma vez, no entanto, vale a pena lembrar que é preciso avaliar seus objetivos, perfil, necessidades e estratégias de investimento antes de fazer sua escolha.

Neste post, compartilhamos algumas dicas de como aumentar a rentabilidade de seus investimentos em um cenário de Selic em queda. 

Em um momento desafiador para a renda fixa, a lição que fica é que a renda variável merece mais atenção. Mas não se esqueça de montar uma carteira segura, com boa gestão de risco e alinhada à sua tolerância a riscos!

Para tomar as melhores decisões de investimento, que tal contar com auxílio profissional na hora de investir? Entre em contato conosco e descubra como compor uma carteira sólida e com melhores rentabilidades, de acordo com seu perfil e objetivos!

Setor médico
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Open Vista: diversifique seus investimentos em mercados globais

Open Vista: diversifique seus investimentos em mercados globais

 

Está buscando proteção para seus investimentos? Nos dias de hoje, investir em mercados externos, mais estáveis e seguros, pode ser uma opção interessante.

 

Instabilidade doméstica

 

Assim como em todo o mundo, sentimos os efeitos econômicos da pandemia: as previsões de queda do PIB brasileiro no ano são de 4% a 10%. Mas o Brasil conta com um agravante fora do roteiro dos outros países: crise política e institucional. 

 

Os choques constantes entre entes federativos e poderes têm causado turbulência nas expectativas. E toda essa “tempestade” tem um efeito prático nos mercados, que é a volatilidade. Pode-se dizer que, no mercado brasileiro, o investidor possui um risco político adicional.

 

Como acessar mercados globais?

 

A Open Vista é uma empresa especializada em investimentos internacionais, com  sede em Londres. Possui subsidiária no Brasil, e, assim, segue o Código da Anbima e é regulada pela CVM, o que significa maior segurança aos investidores. Não é preciso abrir uma conta no exterior ou enviar recursos para fora do país.

 

Pelo fato de ser um investimento no exterior, ele é convertido em dólares americanos. Desse modo, o investidor também diversifica seu investimento em variação cambial – que, no ano, teve uma valorização até meados de maio de mais de 40% frente ao real. É um investimento em uma moeda forte, a mais procurada pelos agentes do mercado em situações de incerteza.

 

O Open Vista Patrimônio Global é um fundo mais conservador, que tem entre seus ativos títulos de menor risco em moeda forte, distribuídos em vários setores, países e moedas. As maiores exposições são em ETFs de índices tradicionais (como S&P 500), títulos do governo, renda fixa e corporativos.

 

O Open Vista Vanguarda Internacional é para investidores que procuram oportunidades nos mercados acionários globais. O fundo investe em líderes mundiais, como Amazon, Apple, Google, Microsoft e Berkshire Hathaway, além de empresas menores com alto potencial de crescimento (small caps). Também investe em diversos setores da economia, e mercados da Europa e Ásia.

 

Invista no setor de maior relevância da atualidade

 

Mas é sobre um fundo em especial que gostaríamos de falar. O Open Vista Ciências Médicas investe em ações de empresas do setor de medicina, saúde e biotecnologia (clique aqui para ver a lâmina do fundo). São empresas que estão na vanguarda de tecnologias médicas, e que podem gerar altos retornos aos investidores pela importância atual na pandemia.

 

Para ilustrar esse fato, destacamos uma reportagem de 18/05/2020, no site da revista Exame. Ela fala sobre a primeira vacina contra o coronavírus que foi testada em humanos e que tem obtido resultados promissores (a reportagem pode ser vista aqui). As ações da Moderna, empresa responsável pelas pesquisas, subiu mais de 30% na data da divulgação dos testes.

 

Essa é apenas uma das divisões entre os quais o fundo investe. Também há empresas fabricantes de equipamentos, serviços médicos, laboratórios, hospitais e clínicas de vários países, como Unitedhealth, Roche, Sanofi, Abbott, Merck, Astrazeneca, entre outras.

 

Pode ser uma boa oportunidade: primeiro, pelo fato de receber investimentos maciços dos governos de todo o mundo para o desenvolvimento de uma cura. Depois de encontrada, a empresa envolvida certamente terá uma grande valorização. Segundo, pelo aumento explosivo de demanda de equipamentos, insumos para medicamentos e exames (o que já favorece os setores relacionados). 

 

Fale conosco

 

Aproveite essa oportunidade! Você pode diversificar seus investimentos em mercados e moedas fortes, ou no setor com maior potencial no momento. Clique aqui e podemos tirar todas as suas dúvidas.

IR 2020
By: Nova Previdência Ações, Declaração de IR, Imposto de Renda, Investimentos, Renda Variável Nenhum comentário

Imposto de Renda: CNPJ de ações

Imposto de Renda: CNPJ de ações

 

O período para a declaração do Imposto de Renda já começou. O investidor precisa declarar a posição em ações no último dia do ano, individualmente, em Bens e Direitos – item 31, sendo que agora a Receita Federal está solicitando que seja informado o CNPJ de cada ação. Assim, para facilitar a sua declaração, listamos aqui os CNPJs de todas as ações negociadas na B3. Elas estão listadas na ordem alfábetica dos códigos da bolsa (tickers). As declarações devem ser enviadas até o dia 30 de junho 2020.

 

TickersCNPJRazão social
AALR342.771.949/0001-35Centro de Imagem Diagnósticos S. A.
ABCB428.195.667/0001-06Banco ABC Brasil S/A
ABEV307.526.557/0001-00Ambev S. A.
ADHM110.345.009/0001-98Advanced Digital Health Medicina Preventiva S. A.
ADHM310.345.009/0001-98Advanced Digital Health Medicina Preventiva S. A.
AFLT310.338.320/0001-00Afluente Transmissão de Energia Elétrica S/A
AGRO307.628.528/0001-59Brasilagro Cia Bras de Prop. Agrícolas
AHEB162.002.886/0001-60São Paulo Turismo S. A.
AHEB1162.002.886/0001-60São Paulo Turismo S. A.
AHEB1362.002.886/0001-60São Paulo Turismo S. A.
AHEB362.002.886/0001-60São Paulo Turismo S. A.
AHEB562.002.886/0001-60São Paulo Turismo S. A.
AHEB662.002.886/0001-60São Paulo Turismo S. A.
ALEF3B02.217.319/0001-07Alef S. A.
ALPA361.079.117/0001-05Alpargatas S. A.
ALPA461.079.117/0001-05Alpargatas S. A.
ALSO305.878.397/0001-32Aliansce Sonae Shopping Centers S. A.
ALUP1108.364.948/0001-38Alupar Investimento S/A
ALUP308.364.948/0001-38Alupar Investimento S/A
ALUP408.364.948/0001-38Alupar Investimento S/A
AMAR361.189.288/0001-89Marisa Lojas S. A.
ANIM309.288.252/0001-32Anima Holding S/A
APCS-CRI05B012.130.744/0001-00True Securitizadora S. A.
APER311.721.921/0001-60Alper Consultoria e Corretora de Seguros S. A.
APTI361.156.931/0001-78Siderúrgica J. L. Aliperti S. A.
APTI461.156.931/0001-78Siderúrgica J. L. Aliperti S. A.
ARZZ316.590.234/0001-76Arezzo Indústria e Comércio S/A
ATOM300.359.742/0001-08Atom Empreendimentos E Participações S. A.
AZEV361.351.532/0001-68Azevedo & Travassos S. A.
AZUL409.305.994/0001-29Azul S. A.
B3SA309.346.601/0001-25B3 S. A. – Brasil, Bolsa, Balcão
BAHI345.987.245/0001-92Bahema Educação S. A.
BALM361.374.161/0001-30Baumer S. A.
BALM461.374.161/0001-30Baumer S. A.
BAUH395.426.862/0001-97Excelsior Alimentos S. A.
BAUH495.426.862/0001-97Excelsior Alimentos S. A.
BAZA304.902.979/0001-44Banco da Amazônia S. A.
BBAS1100.000.000/0001-91Banco do Brasil S. A.
BBAS1200.000.000/0001-91Banco do Brasil S. A.
BBAS300.000.000/0001-91Banco do Brasil S. A.
BBDC360.746.948/0001-12Banco Bradesco S. A.
BBDC460.746.948/0001-12Banco Bradesco S. A.
BBML301.107.327/0001-20Bbm Logística S. A.
BBRK308.613.550/0001-98Brasil Brokers Participações S. A.
BBSE317.344.597/0001-94BB Seguridade Participações S. A.
BDLL360.851.615/0001-53Bardella S. A. Inds. Mecânicas
BDLL460.851.615/0001-53Bardella S. A. Inds. Mecânicas
BEEF1167.620.377/0001-14Minerva S/A
BEEF367.620.377/0001-14Minerva S/A
BEES328.127.603/0001-78Banestes S. A. Banco do Estado do Espírito Santo
BEES428.127.603/0001-78Banestes S. A. Banco do Estado do Espírito Santo
BETP3B02.762.124/0001-30Betapart Participações S. A.
BGIP313.009.717/0001-46Banco do Estado de Sergipe S. A.
BGIP413.009.717/0001-46Banco do Estado de Sergipe S. A.
BIDI1100.416.968/0001-01Banco Inter S. A.
BIDI300.416.968/0001-01Banco Inter S. A.
BIDI400.416.968/0001-01Banco Inter S. A.
BIOM1104.752.991/0001-10Biomm S. A.
BIOM304.752.991/0001-10Biomm S. A.
BKBR313.574.594/0001-96BK Brasil Operação e Assessoria a Restaurantes S. A.
BMEB317.184.037/0001-10Banco Mercantil Brasil S. A.
BMEB417.184.037/0001-10Banco Mercantil Brasil S. A.
BMGB461.186.680/0001-74Banco BMG S/A
BMIN334.169.557/0001-72Banco Mercantil de Investimentos S. A.
BMIN434.169.557/0001-72Banco Mercantil de Investimentos S. A.
BMKS356.992.423/0001-90Bicicletas Monark S. A.
BNBR307.237.373/0001-20Banco do Nordeste do Brasil S. A.
BOBR350.564.053/0001-03Bombril S. A.
BOBR450.564.053/0001-03Bombril S. A.
BPAC1130.306.294/0001-45Banco BTG Pactual S/A
BPAC330.306.294/0001-45Banco BTG Pactual S/A
BPAC530.306.294/0001-45Banco BTG Pactual S/A
BPAN459.285.411/0001-13Banco Pan S. A.
BPAR304.913.711/0001-08Banco do Estado do Pará S/A
BPHA311.395.624/0001-71Brasil Pharma S. A. – em Recuperação Judicial
BRAP303.847.461/0001-92Bradespar S/A
BRAP403.847.461/0001-92Bradespar S/A
BRCS-CRI1AB008.653.753/0001-08Brc Securitizadora S. A.
BRDT334.274.233/0001-02Petrobras Distribuidora S. A.
BRFS301.838.723/0001-27BRF S.A.
BRGE1117.193.806/0001-46Consórcio Alfa de Administração S. A.
BRGE1217.193.806/0001-46Consórcio Alfa de Administração S. A.
BRGE317.193.806/0001-46Consórcio Alfa de Administração S. A.
BRGE517.193.806/0001-46Consórcio Alfa de Administração S. A.
BRGE617.193.806/0001-46Consórcio Alfa de Administração S. A.
BRIV360.770.336/0001-65Banco Alfa de Investimento S. A.
BRIV460.770.336/0001-65Banco Alfa de Investimento S. A.
BRKM342.150.391/0001-70Braskem S. A.
BRKM542.150.391/0001-70Braskem S. A.
BRKM642.150.391/0001-70Braskem S. A.
BRML306.977.745/0001-91BR Malls Participaçoes S. A.
BRPR306.977.751/0001-49BR Properties S. A.
BRQB336.542.025/0001-64BRQ Soluções em Informática S. A.
BRSR392.702.067/0001-96Banco do Estado do Rio Grande do Sul S. A.
BRSR592.702.067/0001-96Banco do Estado do Rio Grande do Sul S. A.
BRSR692.702.067/0001-96Banco do Estado do Rio Grande do Sul S. A.
BSCS-CRIT2B003.767.538/0001-14Brazilian Securities Cia Securitização
BSCS-CRIT3B003.767.538/0001-14Brazilian Securities Cia Securitização
BSEV315.527.906/0001-36Biosev S. A.
BSLI300.000.208/0001-00BRB - Banco de Brasília S. A.
BSLI400.000.208/0001-00BRB - Banco de Brasília S. A.
BTOW300.776.574/0001-56B2W – Companhia Digital
BTTL342.331.462/0001-31Battistella Adm. e Participações S. A.
BZRS-CRI11B007.119.838/0001-48Brazil Realty Cia Securit. de Créd. Imob.
CABI3B04.030.182/0001-02Cabinda Participações S. A.
CACO3B04.031.213/0001-31Caconde Participações S. A.
CAIA3B04.038.763/0001-82Caianda Participações S. A.
CALI361.022.042/0001-18Const Adolpho Lindenberg S. A.
CALI461.022.042/0001-18Const Adolpho Lindenberg S. A.
CAMB361.088.894/0001-08Cambuci S. A.
CAML364.904.295/0001-03Camil Alimentos S/A
CARD301.896.779/0001-38CSU Cardsystem S/A
CASN382.508.433/0001-17Cia Cat. de Águas e Saneamento – Casan
CASN482.508.433/0001-17Cia Cat. de Águas e Saneamento – Casan
CATA319.526.748/0001-50Companhia Industrial Cataguases
CATA419.526.748/0001-50Companhia Industrial Cataguases
CBEE333.050.071/0001-58Ampla Energia e Serviços S. A.
CCPR308.801.621/0001-86Cyrela Commercial Properties S. A. Emp. Part.
CCRO302.846.056/0001-97CCR S.A.
CCXC307.950.674/0001-04CCX Carvão da Colombia S. A.
CEAB345.242.914/0001-05C&A Modas S. A.
CEBR300.070.698/0001-11Companhia Energética de Brasília – CEB
CEBR500.070.698/0001-11Companhia Energética de Brasília – CEB
CEBR600.070.698/0001-11Companhia Energética de Brasília – CEB
CEDO317.245.234/0001-00Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira
CEDO417.245.234/0001-00Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira
CEEB315.139.629/0001-94Cia Eletricidade da Bahia
CEEB515.139.629/0001-94Cia Eletricidade da Bahia
CEEB615.139.629/0001-94Cia Eletricidade da Bahia
CEED308.467.115/0001-00Cia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica
CEED408.467.115/0001-00Cia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica
CEGR333.938.119/0001-69Cia. Distrib. de Gás do Rio de Janeiro
CEPE310.835.932/0001-08Cia Energética de Pernambuco – Celpe
CEPE510.835.932/0001-08Cia Energética de Pernambuco – Celpe
CEPE610.835.932/0001-08Cia Energética de Pernambuco – Celpe
CESP360.933.603/0001-78CESP – Companhia Energética de São Paulo
CESP560.933.603/0001-78CESP – Companhia Energética de São Paulo
CESP660.933.603/0001-78CESP – Companhia Energética de São Paulo
CGAS361.856.571/0001-17Companhia de Gás de São Paulo – Comgás
CGAS561.856.571/0001-17Companhia de Gás de São Paulo – Comgás
CGRA392.012.467/0001-70Grazziotin S. A.
CGRA492.012.467/0001-70Grazziotin S. A.
CIEL301.027.058/0001-91Cielo S.A.
CLSC383.878.892/0001-55Centrais Eletricas de Santa Catarina S. A.
CLSC483.878.892/0001-55Centrais Eletricas de Santa Catarina S. A.
CMIG317.155.730/0001-64Cia Energ Minas Gerais – CEMIG
CMIG417.155.730/0001-64Cia Energ Minas Gerais – CEMIG
CMSA300.272.185/0001-93CIMS S. A.
CMSA400.272.185/0001-93CIMS S. A.
CNSY307.437.016/0001-05Cinesystem S. A.
CNTO313.217.485/0001-11Grupo SBF S. A.
COCE307.047.251/0001-70Cia Energ. Ceará – Coelce
COCE507.047.251/0001-70Cia Energ. Ceará – Coelce
COCE607.047.251/0001-70Cia Energ. Ceará – Coelce
COGN302.800.026/0001-40Kroton Educacional S. A.
CORR315.101.405/0001-93Correa Ribeiro S. A. Com. Ind.
CORR415.101.405/0001-93Correa Ribeiro S. A. Com. Ind.
CPFE302.429.144/0001-93CPFL Energia S. A.
CPLE376.483.817/0001-20Companhia Paranaense de Energia
CPLE576.483.817/0001-20Companhia Paranaense de Energia
CPLE676.483.817/0001-20Companhia Paranaense de Energia
CPRE308.439.659/0001-50CPFL Energias Renováveis S. A.
CPTP3B02.591.787/0001-39CapitalPart Participações S. A.
CRDE307.820.907/0001-46CR2 Empreendimentos Imobiliários S/A
CRFB375.315.333/0001-09Atacadão S. A.
CRIV317.167.412/0001-13Financeira Alfa S.A.- C.F.I
CRIV417.167.412/0001-13Financeira Alfa S.A.- C.F.I
CRPG315.115.504/0001-24Tronox Pigmentos do Brasil S. A.
CRPG515.115.504/0001-24Tronox Pigmentos do Brasil S. A.
CRPG615.115.504/0001-24Tronox Pigmentos do Brasil S. A.
CRTE3B00.938.574/0001-05Concessionária Rio-Teresópolis S. A.
CRTE5B00.938.574/0001-05Concessionária Rio-Teresópolis S. A.
CSAB315.144.017/0001-90Cia Seguros Aliança Bahia
CSAB415.144.017/0001-90Cia Seguros Aliança Bahia
CSAN350.746.577/0001-15Cosan S. A.
CSMG317.281.106/0001-03Companhia de Saneamento de Minas Gerais
CSNA333.042.730/0001-04Cia Siderurgica Nacional
CSRN308.324.196/0001-81Cia Energética do Rio Grande do Norte
CSRN508.324.196/0001-81Cia Energética do Rio Grande do Norte
CSRN608.324.196/0001-81Cia Energética do Rio Grande do Norte
CTCA306.981.381/0001-13CTC – Centro de Tecnologia Canavieira S. A.
CTKA382.640.558/0001-04Karsten S. A.
CTKA482.640.558/0001-04Karsten S. A.
CTNM322.677.520/0001-76Cia Tecidos Norte de Minas – Coteminas
CTNM422.677.520/0001-76Cia Tecidos Norte de Minas – Coteminas
CTSA321.255.567/0001-89Cia Tecidos Santanense
CTSA421.255.567/0001-89Cia Tecidos Santanense
CTSA821.255.567/0001-89Cia Tecidos Santanense
CVCB310.760.260/0001-19CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S. A.
CYRE373.178.600/0001-18Cyrela Brazil Realty S. A. Emprs e Parts
DASA361.486.650/0001-83Diagnósticos da América S. A.
DIRR316.614.075/0001-00Direcional Engenharia S. A.
DMMO1108.926.302/0001-05Dommo Energia S. A.
DMMO308.926.302/0001-05Dommo Energia S. A.
DOHL384.683.408/0001-03Dohler S. A.
DOHL484.683.408/0001-03Dohler S. A.
DTCY303.303.999/0001-36DTCOM – Direct to Company S. A.
DTCY403.303.999/0001-36DTCOM – Direct to Company S. A.
DTEX397.837.181/0001-47Duratex S. A.
EALT382.643.537/0001-34Electro Aço Altona S/A
EALT482.643.537/0001-34Electro Aço Altona S/A
ECOR304.149.454/0001-80EcoRodovias Infraestrutura e Logística S. A.
ECPR301.971.614/0001-83Emp. Nac. de Comércio, Crédito e Part. S. A. – Encorpar
ECPR401.971.614/0001-83Emp. Nac. de Comércio, Crédito e Part. S. A. – Encorpar
EEEL392.715.812/0001-31Cia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica
EEEL492.715.812/0001-31Cia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica
EGIE302.474.103/0001-19Engie Brasil Energia S. A.
EKTR302.328.280/0001-97Elektro Redes S. A.
EKTR402.328.280/0001-97Elektro Redes S. A.
ELEK313.788.120/0001-47Elekeiroz S/A
ELEK413.788.120/0001-47Elekeiroz S/A
ELET300.001.180/0001-26Centrais Elétricas Brasileiras S. A.
ELET500.001.180/0001-26Centrais Elétricas Brasileiras S. A.
ELET600.001.180/0001-26Centrais Elétricas Brasileiras S. A.
EMAE302.302.101/0001-42EMAE - Emp. Metropolitana Águas Energia S. A.
EMAE402.302.101/0001-42EMAE - Emp. Metropolitana Águas Energia S. A.
EMBR307.689.002/0001-89Embraer S. A.
ENAT311.669.021/0001-10Enauta Participações S. A.
ENBR303.983.431/0001-03EDP Energias do Brasil S/A
ENEV304.423.567/0001-21Eneva S. A.
ENGI1100.864.214/0001-06Energisa S. A.
ENGI1200.864.214/0001-06Energisa S. A.
ENGI300.864.214/0001-06Energisa S. A.
ENGI400.864.214/0001-06Energisa S. A.
ENMT303.467.321/0001-99Energisa Mato Grosso – Distribuidora de Energia S. A.
ENMT403.467.321/0001-99Energisa Mato Grosso – Distribuidora de Energia S. A.
EQMA3B06.272.793/0001-84Companhia Energética do Maranhão Cemar
EQMA5B06.272.793/0001-84Companhia Energética do Maranhão Cemar
EQMA6B06.272.793/0001-84Companhia Energética do Maranhão Cemar
EQPA304.895.728/0001-80Centrais Elétricas do Pará S. A. – Celpa
EQPA504.895.728/0001-80Centrais Elétricas do Pará S. A. – Celpa
EQPA604.895.728/0001-80Centrais Elétricas do Pará S. A. – Celpa
EQPA704.895.728/0001-80Centrais Elétricas do Pará S. A. – Celpa
EQTL303.220.438/0001-73Equatorial Energia S/A
ESTR361.082.004/0001-50Manufatura de Brinquedos Estrela S. A.
ESTR461.082.004/0001-50Manufatura de Brinquedos Estrela S. A.
ETER361.092.037/0001-81Eternit S. A. - em Recuperação Judicial
EUCA356.643.018/0001-66Eucatex S. A. Ind. e Comércio
EUCA456.643.018/0001-66Eucatex S. A. Ind. e Comércio
EVEN343.470.988/0001-65Even Construtora e Incorporadora S/A
EZTC308.312.229/0001-73EZTEC Empreend. e Participações S/A
FCAP333.017.039/0001-70Massa Falida de Sam Indústrias S. A.
FCAP433.017.039/0001-70Massa Falida de Sam Indústrias S. A.
FESA315.141.799/0001-03Cia Ferro Ligas Bahia Ferbasa
FESA415.141.799/0001-03Cia Ferro Ligas Bahia Ferbasa
FHER322.266.175/0001-88Fertilizantes Heringer S. A. – em Recuperação Judicial
FIGE301.548.981/0001-79Investimentos Bemge S. A.
FIGE401.548.981/0001-79Investimentos Bemge S. A.
FLEX310.851.805/0001-00Flex Gestão de Relacionamento S. A.
FLRY360.840.055/0001-31Fleury S. A.
FNCN391.669.747/0001-92Finansinos S/A - Crédito, Finan. e Invest.
FRAS388.610.126/0001-29Fras-Le S. A.
FRIO304.821.041/0001-08Metalfrio Solutions S/A
FRRN3B24.962.466/0001-36Rumo Malha Norte S. A.
FRRN5B24.962.466/0001-36Rumo Malha Norte S. A.
FRRN6B24.962.466/0001-36Rumo Malha Norte S. A.
FRTA386.550.951/0001-50Pomifrutas S/A – em Recuperação Judicial
GAFL-CRA02B014.876.090/0001-93Gaia Agro Securitizadora S. A.
GEPA302.998.301/0001-81Rio Paranapanema Energia S. A.
GEPA402.998.301/0001-81Rio Paranapanema Energia S. A.
GFSA301.545.826/0001-07Gafisa S. A.
GGBR333.611.500/0001-19Gerdau S.A.
GGBR433.611.500/0001-19Gerdau S.A.
GNDI319.853.511/0001-84Notre Dame Intermédica Participações S. A.
GOAU392.690.783/0001-09Metalúrgica Gerdau S. A.
GOAU492.690.783/0001-09Metalúrgica Gerdau S. A.
GOLL1106.164.253/0001-87Gol Linhas Aéreas Inteligentes S. A.
GOLL1206.164.253/0001-87Gol Linhas Aéreas Inteligentes S. A.
GOLL406.164.253/0001-87Gol Linhas Aéreas Inteligentes S. A.
GPAR308.560.444/0001-93Companhia Celg de Participações
GPCP302.193.750/0001-52GPC Participações S. A.
GPCP402.193.750/0001-52GPC Participações S. A.
GRND389.850.341/0001-60Grendene S. A.
GSHP308.764.621/0001-53General Shopping e Outlets do Brasil S. A.
GUAR308.402.943/0001-52Guararapes Confecções S. A.
HAGA330.540.991/0001-66Haga S. A. Indústria e Comércio
HAGA430.540.991/0001-66Haga S. A. Indústria e Comércio
HAPV305.197.443/0001-38Hapvida Participações e Investimentos S. A.
HBOR349.263.189/0001-02Helbor Empreendimentos S/A
HBTS387.762.563/0001-03Companhia Habitasul de Participações
HBTS587.762.563/0001-03Companhia Habitasul de Participações
HBTS687.762.563/0001-03Companhia Habitasul de Participações
HETA392.749.225/0001-63Hércules S/A – Fábrica de Talheres
HETA492.749.225/0001-63Hércules S/A – Fábrica de Talheres
HGTX378.876.950/0001-71Cia Hering
HOOT333.200.049/0001-47Hotéis Othon S. A.
HOOT433.200.049/0001-47Hotéis Othon S. A.
HYPE302.932.074/0001-91Hypera S/A
IDNT302.365.069/0001-44Ideiasnet S. A.
IDVL361.024.352/0001-71Banco Indusval S. A.
IDVL461.024.352/0001-71Banco Indusval S. A.
IGBR343.185.362/0001-07IGB Eletrônica S. A. – em Recuperação Judicial
IGSN308.159.965/0001-33Igua Saneamento S. A.
IGTA351.218.147/0001-93Iguatemi Empresa de Shopping Centers S/A
INEP376.627.504/0001-06Inepar S. A. Ind. e Construções – em Recuperação Judicial
INEP476.627.504/0001-06Inepar S. A. Ind. e Construções – em Recuperação Judicial
INNT309.611.768/0001-76Inter Construtora e Incorporadora S. A.
IRBR333.376.989/0001-91IRB – Brasil Resseguros S. A.
ITSA361.532.644/0001-15Itaúsa – Investimentos Itaú S. A.
ITSA461.532.644/0001-15Itaúsa – Investimentos Itaú S. A.
ITUB360.872.504/0001-23Itaú Unibanco Holding S. A.
ITUB460.872.504/0001-23Itaú Unibanco Holding S. A.
IVPR3B03.758.318/0001-24Invest. e Part. em Infra-Estr. S/A - Invepar
IVPR4B03.758.318/0001-24Invest. e Part. em Infra-Estr. S/A - Invepar
JBDU360.637.238/0001-54Inds. J. B. Duarte S. A.
JBDU460.637.238/0001-54Inds. J. B. Duarte S. A.
JBSS302.916.265/0001-60JBS S. A.
JFEN333.035.536/0001-00João Fortes Engenharia S. A.
JHSF308.294.224/0001-65JHSF Participações S. A.
JOPA387.456.562/0001-22Josapar - Joaquim Oliveira S/A Participações
JOPA487.456.562/0001-22Josapar - Joaquim Oliveira S/A Participações
JPSA360.543.816/0001-93Jereissati Participações S/A
JSLG352.548.435/0001-79JSL S. A.
KEPL1191.983.056/0001-69Kepler Weber S. A.
KEPL391.983.056/0001-69Kepler Weber S. A.
KLBN1189.637.490/0001-45Klabin S. A.
KLBN389.637.490/0001-45Klabin S. A.
KLBN489.637.490/0001-45Klabin S. A.
LAME1033.014.556/0001-96Lojas Americanas S. A.
LAME333.014.556/0001-96Lojas Americanas S. A.
LAME433.014.556/0001-96Lojas Americanas S. A.
LCAM310.215.988/0001-60Companhia de Locação das Américas
LEVE360.476.884/0001-87Mahle Metal Leve S. A.
LIGT303.378.521/0001-75Light S. A.
LINX306.948.969/0001-75Linx S. A.
LIPR301.104.937/0001-70Eletrobrás Participações S. A. – Eletropar
LIQO304.032.433/0001-80LIQ Participações S. A.
LLIS349.669.856/0001-43Restoque Comércio e Confecções de Roupas S. A.
LMED302.357.251/0001-53Lifemed Industrial de Equip. e Art. Médicos e Hosp. S. A.
LOGG309.041.168/0001-10Log Commercial Properties e Participações S. A.
LOGN342.278.291/0001-24Log-In Logística Intermodal S. A.
LPSB308.078.847/0001-09LPS Brasil Consultoria de Imóveis S/A
LREN392.754.738/0001-62Lojas Renner S. A.
LTEL3B00.743.065/0001-27Litel Participações S. A.
LTLA3B05.495.546/0001-84Litela Participações S.A.
LUPA1189.463.822/0001-12Lupatech S/A – em Recuperação Judicial
LUPA389.463.822/0001-12Lupatech S/A – em Recuperação Judicial
LUXM392.660.570/0001-26Trevisa Investimentos S. A.
LUXM492.660.570/0001-26Trevisa Investimentos S. A.
LWSA302.351.877/0001-52Locaweb Serviços de Internet S. A.
MAPT393.828.986/0001-73Cemepe Investimentos S. A.
MAPT493.828.986/0001-73Cemepe Investimentos S. A.
MDIA307.206.816/0001-15M Dias Branco S. A. Ind. e Com. de Alimentos
MDNE312.049.631/0001-84Moura Dubeux Engenharia S/A
MEAL317.314.329/0001-20International Meal Company Alimentação S. A.
MEND317.162.082/0001-73Mendes Junior Engenharia S. A.
MEND517.162.082/0001-73Mendes Junior Engenharia S. A.
MERC333.040.601/0001-87Mercantil do Brasil Finc. S. A. CFI
MERC433.040.601/0001-87Mercantil do Brasil Finc. S. A. CFI
MGEL361.065.298/0001-02Mangels Industrial S. A.
MGEL461.065.298/0001-02Mangels Industrial S. A.
MGLU347.960.950/0001-21Magazine Luiza S. A.
MILS327.093.558/0001-15Mills Estruturas e Serviços de Engenharia S/A
MMAQ317.161.241/0001-15Minasmáquinas S. A.
MMAQ417.161.241/0001-15Minasmáquinas S. A.
MMXM1102.762.115/0001-49MMX Mineração e Metálicos S. A. – em Recuperação Judicial
MMXM302.762.115/0001-49MMX Mineração e Metálicos S. A. – em Recuperação Judicial
MNDL388.610.191/0001-54Mundial S. A. – Produtos de Consumo
MNPR390.076.886/0001-40Minupar Participações S. A.
MNZC3B02.664.042/0001-52Terminal Garagem Menezes Cortes S. A.
MOAR333.102.476/0001-92Monteiro Aranha S. A.
MOVI321.314.559/0001-66Movida Participações S. A.
MRFG303.853.896/0001-40Marfrig Global Foods S. A.
MRSA3B01.417.222/0001-77MRS Logística S/A
MRSA5B01.417.222/0001-77MRS Logística S/A
MRSA6B01.417.222/0001-77MRS Logística S/A
MRVE308.343.492/0001-20MRV Engenharia e Participações S/A
MSPA360.730.348/0001-66Companhia Melhoramentos de São Paulo
MSPA460.730.348/0001-66Companhia Melhoramentos de São Paulo
MSRO308.795.211/0001-70Maestro Locadora de Veículos S. A.
MTIG380.227.184/0001-66Metalgráfica Iguaçu S. A.
MTIG480.227.184/0001-66Metalgráfica Iguaçu S. A.
MTRE307.882.930/0001-65Mitre Realty Empreendimentos e Participações S. A.
MTSA386.375.425/0001-09Metisa Metalúrgica Timboense S. A.
MTSA486.375.425/0001-09Metisa Metalúrgica Timboense S. A.
MULT307.816.890/0001-53Multiplan Emp. Imobiliários S/A
MWET384.683.671/0001-94Wetzel S. A. - em Recuperação Judicial
MWET484.683.671/0001-94Wetzel S. A. - em Recuperação Judicial
MYPK361.156.113/0001-75Iochpe-Maxion S. A.
NAFG361.067.161/0001-97Nadir Figueiredo Ind. e Com. S. A.
NAFG461.067.161/0001-97Nadir Figueiredo Ind. e Com. S. A.
NEMO360.651.809/0001-05Suzano Holding S. A.
NEMO560.651.809/0001-05Suzano Holding S. A.
NEMO660.651.809/0001-05Suzano Holding S. A.
NEOE301.083.200/0001-18Neoenergia S. A.
NORD360.884.319/0001-59Nordon Inds. Metalúrgicas S. A.
NRTQ329.950.060/0001-57Nortec Química S. A.
NTCO332.785.497/0001-97Natura & Co. Holding S. A.
NUTR351.128.999/0001-90Nutriplant Indústria e Comércio S/A
ODER397.191.902/0001-94Conservas Oderich S. A.
ODER497.191.902/0001-94Conservas Oderich S. A.
ODPV358.119.199/0001-51Odontoprev S/A
OFSA320.258.278/0001-70Ouro Fino Saúde Animal Participações S. A.
OIBR376.535.764/0001-43Oi S. A. – em Recuperação Judicial
OIBR476.535.764/0001-43Oi S. A. – em Recuperação Judicial
OMGE309.149.503/0001-06Omega Geração S. A.
OPGM3B02.796.775/0001-40Gama Participações S. A.
OPHE3B02.318.346/0001-68Opportunity Energia e Participações S. A.
OPSE3B02.062.747/0001-08Sudeste S. A.
OPTS3B01.957.772/0001-89Sul 116 Participações S. A.
OSXB309.112.685/0001-32OSX Brasil S. A. – em Recuperação Judicial
PARD319.378.769/0001-76Instituto Hermes Pardini S/A
PATI392.693.019/0001-89Panatlantica S. A.
PATI492.693.019/0001-89Panatlantica S. A.
PCAR347.508.411/0001-56Companhia Brasileira de Distribuição
PCAR447.508.411/0001-56Companhia Brasileira de Distribuição
PDGR302.950.811/0001-89PDG Realty S. A. Empr. e Parts. – em Recuperação Judicial
PDGS-CRI15B009.538.973/0001-53PDG Cia Securitizadora – em Recuperação Judicial
PEAB301.938.783/0001-11Cia de Participações Aliança da Bahia
PEAB401.938.783/0001-11Cia de Participações Aliança da Bahia
PETR333.000.167/0001-01Petróleo Brasileiro S. A. – Petrobras
PETR433.000.167/0001-01Petróleo Brasileiro S. A. – Petrobras
PFRM345.453.214/0001-51Profarma Distrib. Produtos Farmacêuticos
PINE362.144.175/0001-20Banco Pine S/A
PINE462.144.175/0001-20Banco Pine S/A
PLAS1151.928.174/0001-50Plascar Participações Industriais S. A.
PLAS351.928.174/0001-50Plascar Participações Industriais S. A.
PLSC-CRI1CB012.261.588/0001-16Polo Capital Securitizadora S/A
PMAM360.398.369/0004-79Paranapanema S. A.
PNVL392.665.611/0001-77Dimed S. A. Distribuidora de Medicamentos
PNVL492.665.611/0001-77Dimed S. A. Distribuidora de Medicamentos
POMO388.611.835/0001-29Marcopolo S. A.
POMO488.611.835/0001-29Marcopolo S. A.
POSI381.243.735/0001-48Positivo Tecnologia S. A.
PPAR359.789.545/0001-71Polpar S. A.
PRIO310.629.105/0001-68Petro Rio S. A.
PRMN3B02.291.077/0001-93Produtores Energeticos de Manso S. A.
PRNR318.593.815/0001-97Priner Serviços Industriais S. A.
PRPT3B02.992.449/0001-09Prompt Participações S. A.
PSSA302.149.205/0001-69Porto Seguro S. A.
PSVM1118.494.485/0001-82Porto Sudeste V. M. S. A.
PTBL383.475.913/0001-91PBG S/A
PTCA1108.574.411/0001-00Prática Klimaquip Indústria e Comércio S. A.
PTCA308.574.411/0001-00Prática Klimaquip Indústria e Comércio S. A.
PTNT388.613.658/0001-10Pettenati S. A. Ind. Textil
PTNT488.613.658/0001-10Pettenati S. A. Ind. Textil
QUAL311.992.680/0001-93Qualicorp S. A.
QUSW335.791.391/0001-94Quality Software S. A.
QVQP3B01.851.771/0001-55524 Participaçoes S. A.
RADL361.585.865/0001-51Raia Drogasil S. A.
RAIL302.387.241/0001-60Rumo S. A.
RANI392.791.243/0001-03Celulose Irani S. A.
RANI492.791.243/0001-03Celulose Irani S. A.
RAPT389.086.144/0001-16Randon S. A. Implementos e Participações
RAPT489.086.144/0001-16Randon S. A. Implementos e Participações
RCSL391.333.666/0001-17Recrusul S. A.
RCSL491.333.666/0001-17Recrusul S. A.
RDNI367.010.660/0001-24RNI Negócios Imobiliários S. A.
REDE361.584.140/0001-49Rede Energia Participações S. A.
RENT316.670.085/0001-55Localiza Rent a Car S. A.
RLOG317.346.997/0001-39Cosan Logística S. A.
RNEW1108.534.605/0001-74Renova Energia S/A
RNEW308.534.605/0001-74Renova Energia S/A
RNEW408.534.605/0001-74Renova Energia S/A
ROMI356.720.428/0001-63Indústrias Romi S. A.
RPAD317.167.396/0001-69Alfa Holdings S. A.
RPAD517.167.396/0001-69Alfa Holdings S. A.
RPAD617.167.396/0001-69Alfa Holdings S. A.
RPMG333.412.081/0001-96Refinaria Pet Manguinhos S. A.
RSID361.065.751/0001-80Rossi Residencial S. A.
RSUL385.778.074/0001-06Metalúrgica Riosulense S. A.
RSUL485.778.074/0001-06Metalúrgica Riosulense S. A.
SANB1190.400.888/0001-42Banco Santander (Brasil) S. A.
SANB390.400.888/0001-42Banco Santander (Brasil) S. A.
SANB490.400.888/0001-42Banco Santander (Brasil) S. A.
SAPR1176.484.013/0001-45Cia. de Saneamento do Paraná – Sanepar
SAPR376.484.013/0001-45Cia. de Saneamento do Paraná – Sanepar
SAPR476.484.013/0001-45Cia. de Saneamento do Paraná – Sanepar
SBSP343.776.517/0001-80Cia Saneamento Básico Estado São Paulo
SCAR329.780.061/0001-09São Carlos Empreends. e Participações S. A.
SEER304.986.320/0001-13Ser Educacional S. A.
SGPS307.718.269/0001-57Springs Global Participações S/A
SHOW302.860.694/0001-62T4F Entretenimento S. A.
SHUL384.693.183/0001-68Schulz S. A.
SHUL484.693.183/0001-68Schulz S. A.
SLCE389.096.457/0001-55SLC Agrícola S. A.
SLCT3B02.604.860/0001-60Inncorp S. A.
SLED1160.500.139/0001-26Saraiva S. A. Livreiros Editores
SLED360.500.139/0001-26Saraiva S. A. Livreiros Editores
SLED460.500.139/0001-26Saraiva S. A. Livreiros Editores
SMFT307.594.978/0001-78Smartfit Escola de Ginástica e Dança S. A.
SMLS305.730.375/0001-20Smiles Fidelidade S. A.
SMTO351.466.860/0001-56São Martinho S. A.
SNSY314.807.945/0001-24Sansuy S. A. Indústria de Plásticos
SNSY514.807.945/0001-24Sansuy S. A. Indústria de Plásticos
SNSY614.807.945/0001-24Sansuy S. A. Indústria de Plásticos
SOND333.386.210/0001-19Sondotécnica Engenharia de Solos S/A
SOND533.386.210/0001-19Sondotécnica Engenharia de Solos S/A
SOND633.386.210/0001-19Sondotécnica Engenharia de Solos S/A
SPRI392.929.520/0001-00Springer S. A.
SPRI592.929.520/0001-00Springer S. A.
SPRI692.929.520/0001-00Springer S. A.
SQIA304.065.791/0001-99Sinqia S. A.
STBP302.762.121/0001-04Santos Brasil Participações S. A.
STKF300.622.416/0001-41Statkraft Energias Renováveis S. A.
STTR391.495.499/0001-00Stara S. A. – Indústria de Implementos Agrícolas
SULA1129.978.814/0001-87Sul America S/A
SULA329.978.814/0001-87Sul America S/A
SULA429.978.814/0001-87Sul America S/A
SUZB316.404.287/0001-55Suzano S. A.
TAEE1107.859.971/0001-30Transmissora Aliança de Energia Elétrica S. A.
TAEE307.859.971/0001-30Transmissora Aliança de Energia Elétrica S. A.
TAEE407.859.971/0001-30Transmissora Aliança de Energia Elétrica S. A.
TASA1392.781.335/0001-02Taurus Armas S. A.
TASA1592.781.335/0001-02Taurus Armas S. A.
TASA1792.781.335/0001-02Taurus Armas S. A.
TASA392.781.335/0001-02Taurus Armas S. A.
TASA492.781.335/0001-02Taurus Armas S. A.
TCNO333.111.246/0001-90Tecnosolo S/A – em Recuperação Judicial
TCNO433.111.246/0001-90Tecnosolo S/A – em Recuperação Judicial
TCSA308.065.557/0001-12Tecnisa S/A
TECN309.295.063/0001-97Technos S. A.
TEKA382.636.986/0001-55Teka S. A. – em Recuperação Judicial
TEKA482.636.986/0001-55Teka S. A. – em Recuperação Judicial
TELB300.336.701/0001-04Telec. Brasileiras S. A. – Telebrás
TELB400.336.701/0001-04Telec. Brasileiras S. A. – Telebrás
TEND371.476.527/0001-35Construtora Tenda S/A
TESA1205.799.312/0001-20Terra Santa Agro S. A.
TESA305.799.312/0001-20Terra Santa Agro S. A.
TGMA302.351.144/0001-18Tegma Gestão Logística S. A.
TIET1104.128.563/0001-10AES Tietê Energia S. A.
TIET304.128.563/0001-10AES Tietê Energia S. A.
TIET404.128.563/0001-10AES Tietê Energia S. A.
TIMP302.558.115/0001-21TIM Participações S. A.
TKNO333.467.572/0001-34Tekno S. A. Indústria e Comércio
TKNO433.467.572/0001-34Tekno S. A. Indústria e Comércio
TOTS353.113.791/0001-22Totvs S. A.
TPIS303.014.553/0001-91TPI – Triunfo Participações e Investimentos S. A.
TRIS308.811.643/0001-27Trisul S/A
TRPL302.998.611/0001-04CTEEP - Cia Transm. Energia Elétr. Paulista
TRPL402.998.611/0001-04CTEEP - Cia Transm. Energia Elétr. Paulista
TUPY384.683.374/0001-49Tupy S. A.
TXRX382.982.075/0001-80Têxtil Renauxview S/A
UCAS390.441.460/0001-48Unicasa Indústria de Móveis S. A.
UGPA333.256.439/0001-39Ultrapar Participações S. A.
UNIP333.958.695/0001-78Unipar Carbocloro S. A.
UNIP533.958.695/0001-78Unipar Carbocloro S. A.
UNIP633.958.695/0001-78Unipar Carbocloro S. A.
UPKP3B02.162.616/0001-94Uptick Participações S. A.
USIM360.894.730/0001-05Usinas Siderurgicas de Minas Gerais S. A.
USIM560.894.730/0001-05Usinas Siderurgicas de Minas Gerais S. A.
USIM660.894.730/0001-05Usinas Siderurgicas de Minas Gerais S. A.
VALE333.592.510/0001-54Vale S. A.
VIVA333.839.910/0001-11Vivara Participações S. A.
VIVR367.571.414/0001-41Viver Incorp. e Const. S. A.- em Recuperação Judicial
VIVT302.558.157/0001-62Telefônica Brasil S. A.
VIVT402.558.157/0001-62Telefônica Brasil S. A.
VLID333.113.309/0001-47Valid Soluções S. A.
VSPT300.924.429/0001-75Ferrovia Centro Atlântica S. A.
VSPT400.924.429/0001-75Ferrovia Centro Atlântica S. A.
VULC350.926.955/0001-42Vulcabras | Azaleia S. A.
VVAR333.041.260/0652-90Via Varejo S. A.
WEGE384.429.695/0001-11Weg S. A.
WHRL359.105.999/0001-86Whirlpool S. A.
WHRL459.105.999/0001-86Whirlpool S. A.
WIZS342.278.473/0001-03Wiz Soluções e Corretagem de Seguros S. A.
WLMM333.228.024/0001-51WLM Indústria e Comércio S. A.
WLMM433.228.024/0001-51WLM Indústria e Comércio S. A.
WTVR-CRI11B006.137.677/0001-52BRPR 56 Securitizadora Cred. Imob. S. A.
YDUQ308.807.432/0001-10Estácio Participações S. A.

 

 

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Carros
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Estapar: líder do segmento realiza IPO

Estapar: líder do segmento realiza IPO

 

A Estapar (Allpark Empreendimentos, Participações e Serviços S. A.) fará abertura de capital. Será a primeira oferta pública de ações (IPO, ou Initial Public Offering) desde o início da pandemia do novo coronavírus. 

 

Ela pretende, com a oferta, levantar aproximadamente R$340 milhões para a expansão de operações. A estreia está prevista para o dia 15 de maio, sob código ALPK3, com suas ações listadas no Novo Mercado da B3.

 

A Empresa

Constituída inicialmente em 1981, em Curitiba, a companhia hoje está presente em 15 estados e 77 cidades no Brasil. É a maior rede de estacionamentos da América Latina, tendo como diferencial estratégico a inovação tecnológica pioneira em suas operações. Conta com 400 mil vagas em 700 unidades, 6,5 mil funcionários e aproximadamente 15 milhões de clientes por mês. 

 

Desde 2009, é controlada pelo Banco BTG (sócio que é também coordenador líder do IPO). A partir de então, iniciou-se um processo de mudança no tipo de contrato em suas operações: um aumento em concessões privadas ou públicas de longo prazo, e um número decrescente de unidades alugadas e administradas. Assim, conta com operações de grande porte em aeroportos, arenas esportivas, shopping centers, hospitais, universidades, empreendimentos comerciais de alto padrão, hotéis, centros de convenções, entre outros. Além disso, também administra o sistema de Zona Azul Digital de 23 municípios.

 

Objetivos da oferta pública

Os recursos obtidos com a venda das novas ações serão utilizados para o pagamento de parte dos R$600 milhões da concessão da Zona Azul de São Paulo. A empresa venceu a licitação da cessão onerosa do sistema por um prazo de 15 anos. O restante, aproximadamente R$300 milhões, virá de crédito bancário.

 

A formação de preço das ações é feita em função do interesse do mercado. A faixa indicativa de preço estará situada entre R$10,50 e R$13,00, sendo que o preço final poderá ficar acima ou abaixo desse intervalo. Considerando o preço médio de R$11,75 da faixa indicativa, o valor total da oferta é estimado em R$336 milhões, com 28,6 milhões de novas ações negociadas na oferta primária.

 

Após o processo, a empresa terá um free float (quantidade de ações em livre negociação no mercado, fora das mãos dos controladores) esperado de 59,5%. O número é bem acima do exigido para empresas do Novo Mercado da B3, que é de 25%. Isso significa maior proteção para o investidor individual, que tem menos chances de ser surpreendido por uma decisão centralizada de fechamento de capital de uma companhia.

 

Haverá também uma oferta secundária (venda de ações por sócios da companhia) de 1,23 milhão de ações nessa operação.

 

 

Vantagens e riscos

Assim como todo investimento, o negócio possui pontos a favor e alguns riscos dos quais o investidor deve estar consciente. 

 

As vantagens são a solidez e vantagem estratégica da empresa. A Estapar é a maior operadora do país, com forte capilaridade e diversificada em vários setores e localizações estratégicas. Possui um market share de quase 8% em um mercado de aproximadamente R$15,7 bilhões (estudos da consultoria McKinsey). Sua ampla base de informações garante vantagens competitivas: tem condições de vislumbrar um novo conceito de negócio, que envolva projetos de mobilidade urbana. Está em um mercado com um grande potencial de crescimento, e possui uma boa situação financeira. 

 

Seus maiores riscos estão ligados ao seu maior diferencial: contratos de concessão. Os maiores impactos podem acontecer com a não renovação de tais contratos, ou a renovação deles em condições desfavoráveis.  

 

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Selic
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A taxa Selic foi reduzida para 3,0% ao ano. E agora?

A taxa Selic foi reduzida para 3,0% ao ano. E agora?

 

Em sua 230ª reunião, o Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central, decidiu reduzir a Selic, a taxa básica de juros, em 0,75 ponto percentual, de 3,75% para 3,00% ao ano. Chega-se, assim, ao menor patamar histórico, dentro de um ciclo de 7 cortes consecutivos – o segundo no período de pandemia do novo Coronavírus.

 

O que representa esse patamar de juros para o investidor? Para responder a essa questão, precisamos primeiro levar em conta a mudança de cenário econômico e as expectativas daí decorrentes.

 

 

A função da taxa Selic

A taxa Selic é utilizada como referência por todo o mercado: para investimentos de renda fixa, custo de capital das empresas, empréstimos dos bancos, etc. Em uma situação de normalidade, o alteração da taxa básica visa o controle da inflação, e é a principal ferramenta da política monetária. 

 

Se o governo quiser conter uma tendência de alta inflacionária, aumenta a taxa de juros. O custo de tomar novas dívidas sobe, a rentabilidade de investimentos como a renda fixa aumenta, e as pessoas são estimuladas a poupar ao invés de consumir. Isso reduz a atividade econômica, o consumo, e a expectativa de alta dos preços é contida. É uma política monetária contracionista.

 

No caso oposto, ou seja, de economia desaquecida e inflação sob controle, pode-se utilizar uma política monetária expansionista. A taxa de juros é reduzida, o que torna os investimentos balizados pela Selic menos interessantes, ao mesmo tempo em que o endividamento fica mais barato. Os agentes são incentivados a consumir, o que por sua vez estimula a economia.

 

Depressão econômica?

Entretanto, atualmente vivemos em um momento de extrema turbulência. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, os mercados sofreram quedas vertiginosas. O que era antes otimismo, chegando mesmo a certa euforia nas expectativas, transformou-se em incerteza e medo. O índice Ibovespa, depois de atingir a máxima histórica em 23 de janeiro de 2020, após o começo da pandemia caiu quase 40% em menos de um mês. Apesar uma tímida recuperação em abril, ainda acumula um resultado negativo no ano de mais de 30%. 

 

As projeções de PIB, que nas piores estimativas no começo da crise eram de crescimento zero para o Brasil, nas previsões mais otimistas atuais estimam uma retração de, no mínimo, 3% para 2020. A mais recente projeção oficial, feita no boletim Focus (de 04/05/2020), prevê queda de 3,76%.

 

Desse modo, a redução dos juros visa estimular a atividade econômica como um todo, dar liquidez ao mercado e impedir uma parada sistêmica. E o BC deixou sinalizada uma redução adicional, “não maior do que a atual”, para a próxima reunião. Ou seja, um corte de até 0,75%.

 

Como isso afeta meus investimentos?

Suponha um investimento que renda 100% do CDI, aproximadamente à taxa Selic. Considere agora o IPCA projetado para este ano, em torno de 2%. A taxa de juros real, isto é, a taxa que representa o ganho nominal descontado da inflação, fica em um patamar menor do que 1%. Posto de outro modo: depois de investir R$1.000 durante um ano, seu rendimento será de aproximadamente R$10!

 

A poupança, que rende 70% da Selic, tem um rendimento nominal (sem descontar a inflação) reduzido de 2,63% ao ano para 2,10% ao ano. Fundos DI, que investem em títulos do Tesouro, costumam render um pouco mais, mas além da cobrança de taxa de administração, sofrem incidência de Imposto de Renda de no mínimo 15% (prazo maior do que dois anos).

 

Os investimentos em renda fixa pós-fixados em geral, sejam eles Tesouro Selic, CDBs, LCIs, LCAs, etc., são os mais afetados, já que usam a taxa Selic como base de remuneração. Como exemplo, se um título rende 105% do CDI, como a mudança da Selic ele passa a render de 3,94% ao ano para 3,15% ao ano.

 

Nessa nova realidade, fica claro que os investimentos em renda fixa podem ser boas opções como proteção para o capital, mas são cada vez menos oportunidades para ganhos reais.

 

Oportunidades

Há um movimento natural dos investimentos da renda fixa para investimentos de maior risco, principalmente ações. As empresas conseguem captar empréstimos a taxas menores, reduzindo seus custos de capital, suas despesas financeiras e, como resultado, maiores lucros. Pode distribuir mais dividendos e aumentar seu valor no mercado.

 

O movimento de migração já é claro: mesmo com a queda expressiva no ano, o número de investidores na Bolsa já é superior a 2,4 milhões, 42% maior do que o ano passado. Só nesse ano, os investidores individuais aumentaram suas aquisições em R$34 bilhões.

 

O rendimento dos dividendos (relação dividendos pagos/preço das ações) do Ibovespa, em torno de 4,5% atualmente é maior do que a taxa Selic, atualmente em 3%. Lembrando ainda que os dividendos são isentos de Imposto de Renda para as pessoas físicas. Os fundos imobiliários também são favorecidos, por oferecerem dividendos superiores ao atual patamar da Selic (que também são isentos de IR).

 

O que podemos fazer por você?

Quer realocar ou proteger seus investimentos? Deixe-nos ajudá-lo. Podemos mostrar as mais variadas opções para você investir, seja qual for o seu perfil. Clique aqui e um de nosso agentes entrará em contato, no horário de sua escolha.

 

Negócios
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A oportunidade do século: por que você deve considerar investir em ações agora?

A oportunidade do século: por que você deve considerar investir em ações agora?

A pandemia global causada pelo novo coronavírus não gerou consequências apenas na saúde em diversos países do mundo. Ela também trouxe desafios econômicos, já que a principal medida de segurança utilizada para evitar o contágio foi o isolamento social.

Com indústrias e comércios fechados, em um ambiente de incertezas, o impacto na economia seria inevitável. E os investidores brasileiros também sentiram os efeitos da pandemia: a taxa de juros da renda fixa baixou ainda mais e a renda variável oscilou bruscamente. 

As negociações na bolsa de valores sofreram interrupção – o chamado circuit breaker – em seis oportunidades no mês de março de 2020 e as ações recuaram forte. O que muitos não compreenderam, no entanto, é que este momento de dificuldade abriu também espaço para oportunidades.

Continue a leitura e descubra por que você deve investir em ações agora e aproveitar a oportunidade do século para fazer seus aportes e trabalhar para a conquista da sua independência financeira no longo prazo.

Vale a pena investir em ações na crise?

Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo, compartilhou o seguinte conselho com os acionistas da sua empresa em 2004:

“Tenha medo quando os outros estão gananciosos e ganância quando os outros estão temerosos.”

O que esta frase significa? 

Na prática, ela desnuda um movimento muito relevante dos investimentos em renda variável. Quando há grande procura pelas ações pode não ser o melhor momento de comprá-las, já que os preços sobem e é preciso investir mais para adquirir os papéis.

Do lado oposto, quando o movimento é de queda e muitas pessoas querem vender suas ações – ou seja, quando estão temerosas, pode ser um bom momento para comprá-las. Isso acontece porque, naturalmente, os preços ficarão mais baixos.

Assim, quando a bolsa voltar a crescer no futuro, quem adquiriu papéis na baixa terá lucros maiores. Então, sim, podemos dizer que existem oportunidade para investir em ações nos momentos de crise. Afinal, com a instabilidade econômica, o mercado revê os preços para baixo.

Contudo, a queda dos preços nem sempre significa que determinadas empresas sofrerão forte impacto da crise ou correm grande risco de fechar as portas. Companhias sólidas e que apresentam boa gestão tendem a ser resilientes e superar as dificuldades.

Logo, a tendência é que, no futuro, as empresas com tais características voltem a crescer e dar bons resultados aos acionistas. 

Ou seja, tenha em mente que o preço mais baixo de suas ações não representa, necessariamente, a capacidade da companhia. Em situações de crise, a queda deve-se mais ao pessimismo do mercado do que aos fundamentos da companhia em si.

Como escolher ações agora?

Como você acabou de ver, muitas vezes os momentos de crise funcionam quase como uma promoção de lojas, nas quais é possível encontrar itens de qualidade por preços mais baixos. Entretanto, isso não significa que é hora de comprar ações sem critério.

É possível sim encontrar oportunidades de investir em ações em períodos críticos, mas é fundamental entender como investir. Afinal, a crise gera dificuldades para as empresas e pode levar muitas ao prejuízo – e até mesmo à falência. 

Então, como fazer para gerir os riscos e aproveitar as oportunidades de investir na crise? Acompanhe dicas essenciais para fazer bons negócios nestes momentos:

Considerar seu perfil de risco

As fortes quedas da bolsa em momentos de crise deixam ainda mais evidente que a renda variável é adequada apenas para quem suporta grandes oscilações. É preciso entender que, mesmo o ativo caindo muito, seu prejuízo só existe se as ações forem vendidas.

Então, é indispensável saber lidar com a instabilidade. Considere seu perfil de risco na hora de decidir investir em ações. Especialmente em períodos de incertezas – pois a situação pode piorar ainda mais antes de melhorar.

Os riscos da renda variável são mais tolerados por investidores moderados e arrojados. Além disso, considere outros dois pontos importantes:

  • ter uma reserva de oportunidade, para evitar investir dinheiro que possa ser necessário em breve;
  • manter a diversificação da carteira, deixando quantias em aplicações mais seguras – especialmente para a reserva de emergência e objetivos de curto prazo.

Ter objetivos de longo prazo

Outro aspecto central para quem deseja saber como tomar as melhores decisões e escolher boas ações em meio à crise é entender que a bolsa de valores deve ser vista como investimento de longo prazo.  Ou seja, não é ideal alocar na bolsa quantias das quais você pode precisar em pouco tempo.

No longo prazo, as ações podem oferecer rendimentos muito atrativos — tanto em valorização dos papéis quanto no recebimento de proventos das empresas. Mas, no curto prazo, a oscilação pode trazer prejuízo.

Logo, quem investe determinado valor visando o curto ou o médio prazo corre o perigo de se frustrar. Imagine precisar do dinheiro daqui a dois anos e esta ser uma época de crise? Os riscos de prejuízo seriam maiores. Por isso, invista visando o longo prazo.

Analisar fundamentos das empresas

Para investir em ações na queda – e aproveitar a oportunidade do século de acumular patrimônio – é preciso saber identificar as empresas que podem passar bem pela crise. 

E como fazer isso? Seguindo um instinto e tentando adivinhar? Não. É preciso analisar os fundamentos.

Os fundamentos de companhias são dados que tratam da qualidade da gestão e das finanças das empresas. Avaliam-se o endividamento, o fluxo de caixa, a posição em relação aos concorrentes e demais informações relevantes. Assim, fica mais fácil tomar boas decisões.

Em geral, empresas de bons fundamentos sofrem impactos controlados na crise e se recuperam mais rapidamente. Com isso, se estão sendo negociadas a preços mais baixos, eles não refletem sua qualidade. Aí está a oportunidade para o investidor.

Comprar ações aos poucos

O mercado de ações é imprevisível. Pessoas com muita experiência e conhecimento conseguem enxergar nas entrelinhas e entender melhor as oportunidades. Ainda assim, não é possível prever exatamente qual é o melhor momento de compra.

Os preços podem estar atrativos agora e baixar ainda mais amanhã ou na próxima semana. Ou podem seguir uma trajetória ascendente e o investidor pode acabar perdendo boas oportunidades.

Por isso, a orientação costuma ser no sentido de comprar ações aos poucos. Esta pode ser uma estratégia interessante para conseguir um bom preço médio ao longo do tempo e incrementar seu portfólio durante todo um período de crise – e também pós-crise.

Contar com uma assessoria especializada

Como você viu, os momentos de crise se mostram como grandes oportunidades para quem deseja investir em ações. Contudo, é preciso estar preparado para tomar as melhores decisões de investimento. 

Se você sente que precisa de ajuda para encontrar as melhores oportunidades na bolsa de valores, deve contar com o apoio de especialistas.

Uma assessoria especializada em investimentos proporcionará a você todo o suporte necessário para encontrar boas oportunidades de investir em ações durante e depois da crise, sempre respeitando seus objetivos e perfil de investimento. 

Quer montar uma carteira de ações sólida e aproveitar a oportunidade do século para acumular patrimônio e acelerar a conquista da sua independência financeira? Então entre em contato conosco!

 

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Finanças
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A crise e os investimentos: tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

A crise e os investimentos: tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

Um momento de crise econômica traz preocupações gerais em qualquer país. Afinal, governos, empresas e qualquer cidadão se sentem receosos com as consequências do problema e com o tempo que levará para uma completa recuperação.

Há também um medo significativo entre outro grupo de pessoas: os investidores. Além do receio que envolve toda a população, os investidores também se perguntam sobre quais são os efeitos da crise nos investimentos.

Como organizar os investimentos e tomar as melhores decisões neste momento? De fato, períodos críticos podem trazer grandes desafios. Contudo, fazer escolhas de maneira impulsiva definitivamente não é a melhor maneira de lidar com eles. 

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura e descubra tudo o que você precisa entender sobre a crise e os investimentos!

Como a crise afeta os investimentos?

De modo geral, as crises econômicas causam consequências relevantes no universo dos investimentos, já que o mercado financeiro costuma ser fortemente impactado em um cenário de instabilidade. Para entender os efeitos, o primeiro passo é identificar o contexto de cada crise.

As crises podem ser focadas em determinadas empresas ou setores econômicos — uma bolha no setor imobiliário, por exemplo. Ou pode vir como consequência de questões políticas e econômicas nacionais e internacionais.

Há, ainda, dificuldades econômicas que surgem depois de crises de outra ordem. Foi o que aconteceu em relação à pandemia do novo coronavírus: um impacto na saúde gerou grande onda de retração econômica ao redor do mundo.

Isso se deveu a diversos fatores. Um destes fatores é o clima de insegurança e medo da população em relação à própria doença. Mas o elemento central para a queda da economia foi a necessidade de isolamento social — principal medida de contenção do vírus.

De maneira abrupta, indústrias e comércios tiveram que parar seus trabalhos presenciais. O impacto foi grande nos empregos e nas finanças pessoais, fazendo com que ainda menos dinheiro circulasse na economia. Nas bolsas de valores, as quedas foram intensas e frequentes.

Podemos dizer que crises assim afetam, de maneira especial, a renda variável, já que ela está diretamente ligada às oscilações do mercado. Entretanto, a renda fixa também não fica imune: no Brasil, uma das medidas de apoio à economia foi realizar mais cortes na taxa de juros – reduzindo também a rentabilidade de investimentos mais seguros.

Como lidar com a crise na sua carteira?

Como você pode ver, as crises e os investimentos vivem uma relação muito próxima. Por isso, os investidores precisam ficar atentos a momentos desafiadores na economia. 

Então, como lidar com estas situações adversas? Além de se munir de informações relevantes – como aquelas que trouxemos neste artigo, veja a seguir o que pode ser feito para lidar melhor com os seus investimentos em um ambiente de crise:

Mantenha o plano estabelecido

A crise de 2020 no Brasil chama atenção para um aspecto particular na bolsa de valores: muitos investidores entraram na renda variável em 2019. O país já vinha de constantes cortes na taxa Selic e as aplicações de renda fixa se mostravam cada vez menos atrativas.

Em 2019, com um bom momento para o Ibovespa, diversos brasileiros aceitaram correr os riscos da bolsa em busca de rendimentos maiores. O fator complicador nesse cenário é que algumas pessoas tomaram decisões sem ter conhecimento sobre o mercado.

Outras investiram na renda variável um dinheiro do qual poderiam precisar no curto ou médio prazo. Há, ainda, aqueles que não tinham perfil de risco adequado para tolerar as oscilações dos ativos. Como resultado, um grande medo surgiu no momento de crise.

Vender os ativos e se desfazer de posições sem avaliar a situação de maneira eficiente faz com que alguns investidores tenham grandes prejuízo nas crises. 

Logo, uma das dicas para lidar melhor com ela é manter seu plano previamente estabelecido. Se a ideia era focar no longo prazo, procure ter calma e siga sua estratégia.

Identifique oportunidades

Manter o plano estabelecido também envolve seguir investindo e procurando por oportunidades, mesmo em meio à crise. É evidente que essa prática exige estratégia e uma boa dose de conhecimento. 

Lembre-se que, embora muitas empresas tenham ações negociadas na bolsa por preços menores durante a crise, nem sempre vale a pena fazer um aporte.

Os investidores, especialmente aqueles inseridos na renda variável, precisam se guiar por planos bem construídos. E um período de crise deixa essa questão evidente. 

Quem investe em empresas sem fazer uma avaliação correta pode sofrer com mais quedas, porque há companhias que não estão preparadas para as dificuldades. E que podem seguir em queda por um período mais longo ou sofrer mais para se recuperar.

Então, aproveite a crise para reavaliar sua estratégia. Se você ainda não tem uma, é uma chance para reconhecer a importância disso e rever suas práticas. Mas lembre-se que as crises também trazem oportunidades em ações, pois o mercado acaba precificando os papéis de maneira diferente.

Assim, boas empresas podem estar sendo negociadas por preços bem abaixo do que elas realmente valem. No futuro, quando a recuperação econômica acontecer, os investidores poderão ter boas possibilidades de ganhar dinheiro.

Inclusive, um dos maiores investidores da história, Warren Buffett, guia-se pela premissa que estamos explicando. Veja o que ele diz:

“Uma regra simples dita minhas compras: tenha medo quando os outros estiverem gananciosos, e seja ganancioso quando os outros tiverem medo”.

Não esqueça seu perfil de risco

Precisamos chamar atenção para um cuidado fundamental: dizer que existem oportunidades na renda variável em períodos de crise não significa que todos os investidores devem entrar no mercado. Não deixe de considerar seu perfil de risco.

Pessoas com perfil conservador e moderado precisam se manter atentas para o fato de que não toleram bem a oscilação. E as crises mostram exatamente que os investimentos oscilam, certo? Então, tomar decisões observando apenas as perspectivas de ganhos não é uma boa ideia.

Você precisa estar preparado para a possibilidade de acompanhar as quedas na renda variável e rever sua estratégia quando necessário. Vale lembrar que existem oportunidades adequadas para cada perfil. Eventualmente, renda fixa também pode apresentar remunerações atrativas para o seu caso.

Foque em seus objetivos

Mais um aspecto para lidar com seus investimentos na crise é ter clareza dos objetivos que lhe orientam. O ideal é dividir seu patrimônio entre metas de curto, médio e longo prazo. Assim, fica mais fácil escolher os ativos mais adequados a cada caso.

Por exemplo, aportar quantias para uso em curto prazo em investimentos de maior risco não é aconselhável. Pois, assim, quando você precisar do dinheiro, há o perigo de encontrar o mercado em baixa e ter prejuízo ao resgatar o valor.

Não deixe de considerar os riscos de momentos críticos na hora de montar sua carteira. Seja organizado e tenha metas específicas para investir de maneira mais segura. Um bom manejo de risco é fundamental — e ele depende de seus objetivos.

Por fim, saiba que nem sempre é simples decidir sozinho como lidar com a crise nos seus investimentos. Procurar por uma assessoria especializada pode fazer toda a diferença para evitar prejuízos e buscar lucros, mesmo em um momento complicado para a economia. Pense nisso!

Você tem dúvidas sobre o que fazer com sua carteira durante a crise? Podemos ajudá-lo a tomar as melhores decisões para alocação adequada dos seus investimentos! Entre em contato e descubra como cuidar do seu dinheiro e dos seus investimentos neste momento!

 

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Taxas
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6 Passos para declarar ações no Imposto de Renda

6 Passos para declarar ações no Imposto de Renda

A cada início de ano muitos investidores da bolsa de valores se fazem uma pergunta: como declarar ações no Imposto de Renda? Todos os brasileiros que tenham operado na bolsa em 2019 precisam fazer a declaração de IR em 2020.

Então, é importante aprender a registrar os dados corretamente para cumprir suas obrigações e não ter problemas com a Receita Federal. No caso das ações, a questão é um pouco mais complexa em relação a outros investimentos.

Um dos motivos é que há diferenças na tributação e na forma de declarar operações de day trade, swing trade e buy and hold. Então que tal conferir 6 passos que simplifiquem seu desafio?

1. Saber quem deve declarar ações no Imposto de Renda

Começamos o post falando que todas as pessoas que tenham operado na bolsa de valores precisam fazer a declaração. Esse é um dos critérios apresentados pela Receita Federal. Logo, se você se encaixa nele, não há como fugir da declaração.

A obrigação se mantém mesmo que os seus rendimentos sejam isentos de IR. É o caso de venda de ações em operações tradicionais que não ultrapassem o limite de R$ 20 mil por mês ou mesmo do recebimento de dividendos, que também são isentos de Imposto de Renda.

Vale destacar, ainda, que quem se encaixa no critério de ter negociado ativos na bolsa não precisa declarar apenas as ações. Uma vez que você tem a necessidade de realizar a declaração, deve inserir no sistema todos os bens e os investimentos que possui — como a poupança.

2. Organizar os documentos necessários

Depois de saber que será preciso declarar as ações no Imposto de Renda, um passo essencial é organizar os documentos necessários. Você precisará, em primeiro lugar, do informe de rendimentos fornecido por sua corretora de valores ou banco de investimentos.

No caso de outros investimentos, essa documentação é suficiente para pegar todos os dados relevantes. Contudo, em ações é necessário também organizar as notas de corretagem do ano de 2019, o demonstrativo de custódia e o comprovante de proventos.

Se você realiza atividades de especulação, precisará reunir todas as Darfs de pagamento de imposto. O IR é pago por especuladores mensalmente sempre que se faz day trade ou, ainda, operações comuns com volume acima de R$ 20 mil no mês.

3. Declarar todas as ações em bens e direitos

Com todos os documentos relevantes organizados, chega o momento de baixar o programa da Receita Federal e começar a sua declaração. É válido iniciar pela aba de bens e direitos, onde deve constar todo o seu patrimônio.

As ações são identificadas pelo código 31. O registro deve ser feito de maneira separada para cada empresa que você tem em carteira. Na discriminação das informações são solicitadas a quantidade de ações, o nome e CNPJ da empresa e a corretora que mediou as operações.

No campo da situação em 2019, o investidor coloca o valor pelo qual comprou as ações. No campo correspondente a 2018, deve ser inserida o saldo que havia naquele ano. Caso você tenha começado a investir apenas em 2019, basta inserir 0.

4. Separar os lucros nas operações de especulação

Quem realiza especulação precisa registrar alguns detalhes a mais do que quem investe pela estratégia do buy and hold. Isso porque é preciso declarar as vendas de ações no Imposto de Renda. Nesse caso, um cuidado importante é separar as operações comuns e de day trade.

O motivo é que o day trade é taxado de maneira diferente – incidindo um IR de 20% sobre estas operações, ante 15% nos demais casos. Logo, quem realizou os dois tipos de operação em 2019 precisa fazer a divisão dos dados para informá-los corretamente. 

Veja alguns aspectos relevantes para cada tipo.

Swing trade

Se a compra e venda de ações acontecem em períodos maiores do que um dia não se trata de day trade. Nesse caso, são as chamadas operações comuns na declaração de Imposto de Renda.

A alíquota sobre elas é de 15% e se aplica apenas quando as vendas ultrapassam a soma de R$ 20 mil em um mês. Quando o valor permanece abaixo do limite, o investidor fará a declaração na opção de rendimentos isentos e não tributáveis.

Já quando ultrapassa o valor máximo de isenção, os lucros devem ser declarados na aba de rendimentos sujeitos à tributação exclusiva. Registre os dados na opção “ganhos líquidos em operações no mercado à vista negociados em bolsa”.

Day trade

Em relação ao day trade não há o limite mínimo para taxação. Todas as operações envolvem IR. Além disso, a alíquota é maior: 20% sobre os rendimentos. Os especuladores que realizam day trade precisam estar em dia com as Darfs mensais.

Na declaração, são incluídas as informações das Darfs. É importante ficar atento para verificar se o cálculo do imposto pago e do imposto a pagar está correto. Além disso, o trader pode usar a declaração para compensar taxas de corretagem e possíveis prejuízos.

Também é válido lembrar do IR retido na fonte — chamado de imposto dedo-duro. Ele corresponde a uma parte descontada automaticamente pela corretora depois das vendas e pode ser compensado na declaração anual.

5. Declarar proventos

Como você pode ver, os passos para declarar ações no Imposto de Renda são um pouco diferentes entre especuladores e investidores focados em estratégias de longo prazo. Afinal, quem faz buy and hold provavelmente não realiza vendas volumosas dos papéis.

Outra diferença pode estar no fato de que investidores de longo prazo podem ter recebido proventos ao longo do ano de 2019 — como dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP). Os valores referentes a estes ganhos precisam ser declarados.

Em relação aos dividendos, como não há cobrança de Imposto de Renda, a ficha correspondente é a de “rendimentos isentos e não tributáveis”, no código 9 “lucros e dividendos recebidos”. 

Por sua vez, o JCP está na opção de “rendimentos sujeitos a tributação exclusiva”. O código é o 10 — “juros sobre capital próprio”.

6. Conferir todos os dados antes de enviar

A declaração de investimentos no IR envolve muitos detalhes importantes e não é difícil se confundir e deixar algo de fora ou cometer pequenos erros. Por isso, procure ficar muito atento a cada informação declarada.

Tome o cuidado de conferir todos os dados antes de enviar sua declaração. Caso caia na malha fina, terá mais trabalho em corrigir as informações. Portanto, confira tudo nos documentos e cálculos e só depois envie sua declaração ao Leão.

E então, aprendeu como declarar ações no Imposto de Renda? Com esse passo a passo fica mais fácil se organizar e realizar sua declaração sem falhas. É a melhor forma de prevenir problemas e continuar investindo com tranquilidade.

Caso reste alguma dúvida sobre o assunto, vale a pena buscar ajuda especializada. Entre em contato conosco e descubra como podemos ajudá-lo a declarar suas ações e operações no Imposto de Renda!

 

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Fundos de ações
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Quando vale a pena investir em fundos de ações?

Quando vale a pena investir em fundos de ações?

 

Muitos investidores têm buscado a renda variável ao analisar o cenário de queda dos rendimentos da renda fixa no Brasil. Entretanto, alguns deles não têm experiência com o mercado e não se sentem seguros para montar a carteira sozinhos.

Diante disso, os fundos de investimentos aparecem como uma alternativa, especialmente por se poder contar com gestão profissional. Mas você sabe quando investir em fundos de ações vale a pena?

Nosso objetivo com este post é lhe ajudar a entender mais sobre o assunto e avaliar se a opção atende bem aos seus objetivos e interesses na bolsa de valores. Vamos lá?

O que é fundo de ações?

Começamos pelo básico: saber do que se trata um fundo de ações (FIA). Os fundos de investimentos, como você provavelmente sabe, são uma modalidade coletiva na qual diversos investidores adquirem cotas e, assim, disponibilizam capital para investimentos.

Este capital é administrado pela gestão profissional do fundo, de modo que o gestor é o responsável por escolher onde investir o dinheiro. Consequentemente, os cotistas participam dos lucros (ou prejuízos) das alocações realizadas.

O fundo de ações é apenas um dos tipos de fundos de investimentos. Também existem fundos de renda fixa, fundos imobiliários, fundos multimercados, entre outros. O que diferencia cada um são as regras principais para formação do portfólio.

Assim, um fundo de ações é aquele que precisa alocar a maior parte do seu capital em ações negociadas na bolsa. Também pode haver investimentos em ativos relacionados ao segmento — por exemplo, BDRs, cotas de outros fundos de ações ou de índices, certificados de depósito de ações, etc.

Como eles funcionam?

Apesar de precisarem seguir a regra geral de porcentagem de alocação do capital em ações, cada fundo tem estratégias especificas. Isso significa que o funcionamento dos fundos de ações depende das características de cada um.

Um dos aspectos que mais varia entre os fundos é a rentabilidade. Ela depende diretamente das escolhas da gestão. Logo, vale a pena considerar o histórico do fundo para entender melhor as estratégias definidas e os resultados passados.

Entretanto, lembre-se sempre que rendimentos passados não garantem rendimentos futuros. A análise do histórico, portanto, deve ser apenas para conhecimento geral dos resultados, e não projeções de ganhos futuros.

Outro elemento relevante no funcionamento dos fundos de ações são os custos. O principal é a taxa de administração, usada para remunerar o trabalho do gestor. Além dela, pode ser cobrada uma taxa de performance quando há ganhos superiores ao benchmark estabelecido.

Ainda sobre os custos, fique atento à tributação. O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) incide em cima de resgates feitos antes de 30 dias. Por outro lado, o Imposto de Renda é cobrado sobre a sua rentabilidade — a alíquota é de 15% e incide no momento do resgate.

Quais são os tipos de fundos de ações?

Como você viu, os fundos de ações podem ser muito variados. Eles diferem em relação aos ativos que adquirem, às técnicas utilizadas para análise e às operações que realizam na bolsa.

Uma diferença importante é o tipo de gestão. Alguns fundos de ações podem ter gestão menos ativa, na qual o objetivo é adquirir ações para o longo prazo.Outros, por outro lado, têm gestão mais ativa por parte do gestor. Isto é, realizam operações diversas para buscar rendimentos maiores.

Neste último caso, o gestor faz uma análise mais complexas para encontrar oportunidades no curto prazo, podendo fazer operações de especulação, como venda descoberta e long e short.

Podemos definir alguns tipos de fundos de ações, de acordo com as estratégias adotadas, como:

  • fundos de dividendos: o intuito é o de construir uma carteira focada no recebimento de proventos. Assim, o gestor prioriza empresas que são consideradas boas pagadoras de dividendos;
  • small caps: a carteira dos fundos desse tipo é focada em empresas de menor capitalização na bolsa e menor liquidez;
  • fundos setoriais: o gestor foca em investir em empresas de um mesmo setor ou de setores semelhantes;
  • investimentos no exterior: são fundos de ações que visam alocar boa parte do portfólio em ativos estrangeiros;
  • livres: nesse caso, há liberdade para adotar estratégias diversificadas. Existe maior autonomia para a gestão.

Quando investir em fundos de ações vale a pena?

Depois de saber o que são e como funcionam os fundos de ações, você está mais bem preparado para avaliar se eles valem a pena. É importante reforçar que a decisão cabe a cada investidor, depois de considerar seu perfil de risco e objetivos.

Os fundos de ações são investimentos da renda variável e, normalmente, estão expostos a maiores riscos. Logo, não costumam ser indicados para investidores conservadores. Por outro lado, quem quer dar os seus primeiros passos na bolsa pode sentir mais segurança com eles.

Além de avaliar seu perfil de investidor, pondere também as vantagens e desvantagens para saber quando investir em fundos de ações. Confira as principais a seguir:

Gestão profissional

A gestão pode ser vista tanto como uma vantagem quanto como desvantagem. Para muitos investidores, vale a pena confiar nos gestores para montar o portfólio do fundo — especialmente aqueles investidores que não têm experiência na bolsa.

Por outro lado, investidores mais experientes podem não se sentir à vontade com o fato de deixarem todas as decisões de alocação para o gestor. Se você prefere escolher as próprias ações com autonomia, deve considerar esse limite.

Diversificação

A oportunidade de diversificação dos investimentos é uma vantagem dos fundos de ações. Isso acontece porque, ao adquirir uma cota do fundo,você estará exposto a uma carteira diversificada — que costuma ser composta por diversos ativos.E isto é possível até para aqueles que não têm muito dinheiro para investir.

Afinal, com o dinheiro que seria usado para investir em uma ou poucas empresas na bolsa, é possível diversificar seu portfólio adquirindo cotas de um fundo. Além disso, vale destacar que, devido ao volume financeiro administrado pelos fundos, eles podem ter acesso a possibilidades de investimento que não costumam ser acessíveis para investidores individuais.

Custos

Os custos, por outro lado, podem ser considerados uma desvantagem em relação aos fundos de ações. Principalmente nos casos em que os fundos não apresentam boas rentabilidades. Nestes casos, os ganhos do investidor acabam se tornando ainda mais limitados – ou nulos – depois das taxas.

Como tomar a melhor decisão

Investir em fundos de ações têm suas vantagens e desvantagens. Estas desvantagens, no entanto, como é o caso da falta de autonomia, dos riscos e dos custos, não invalidam o investimento se ele for realmente de seu interesse.

A orientação para tomar a melhor decisão de investir ou não nos fundos de ações é avaliar seu perfil e objetivos pessoais e ter cuidado ao avaliar o fundo e a gestão para fazer escolhas vantajosas e aumentar as chances de bons resultados.

E então, depois de ler este post você consegue responder quando investir em fundos de ações vale a pena? Esperamos que as informações compartilhadas tenham sido úteis para lhe ajudar a avaliar os investimentos e optar pelos mais adequados ao seu perfil e objetivos.

Você conhece alguém que também tenha interesse em fundos de ações? Que tal compartilhar este conteúdo nas suas redes sociais?

E, em caso de dúvidas, não deixe de entrar em contato conosco!

 

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Renda Variável
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5 Opções de investimentos em renda variável para conhecer

5 Opções de investimentos em renda variável para conhecer

 

Os investimentos em renda variável costumam atrair a atenção de investidores que almejam aumentar suas chances de maiores rendimentos na comparação coma rentabilidade oferecida pela renda fixa. Contudo, ainda são muitas as pessoas que desconhecem as oportunidades disponíveis na renda variável.

Neste artigo você acompanhará algumas informações importantes que todo investidor deve saber a respeito das vantagens e riscos da renda variável e suas principais características.

Ainda, conhecerá, nos próximos parágrafos, 5 opções de investimentos deste tipo que podem fazer parte da sua carteira.

Continue a leitura e descubra se esta modalidade – e os investimentos que apresentaremos a seguir – são adequados ou não para você!

O que é renda variável?

Os investimentos em renda variável são aqueles nos quais não é possível saber, com certeza, qual será a rentabilidade do investimento no futuro. Isso porque os rendimentos variam e podem, inclusive, serem negativos.

Os investimentos em renda variável são, portanto, bastante voláteis. Ou seja, sua característica principal é a oscilação do preço de compra e venda dos ativos, oferecendo possibilidades de altos ganhos, mas gerando também altos riscos de perder parte ou o capital total investido.

Quais as características da renda variável?

A principal característica da renda variável, como você já sabe, é a alta volatilidade. Os rendimentos são imprevisíveis porque dependem, dentre outros fatores, do comportamento do mercado.

Logo, questões como PIB, inflação, taxa de juros, câmbio e até questões políticas e econômicas podem afetar o rendimento desses investimentos. No caso das empresas listadas em bolsa, por exemplo, ainda há os riscos envolvendo as próprias companhias.

Por conta destes riscos, a renda variável não costuma ser indicada para investidores com perfil conservador – sendo mais comum para aqueles que possuem um perfil mais arrojado ou moderado. Seja qual for o caso, é sempre indicado diversificar a carteira de investimentos – a fim de pulverizar também os riscos inerentes a estes investimentos.

Quais as vantagens de investir na renda variável?

Você já entendeu que, entre as principais desvantagens da renda variável estão a volatilidade e os riscos de perda de capital. Contudo, existem diversas vantagens em relação aos investimentos que fazem parte da renda variável.

A principal delas está na possibilidade de maiores rentabilidades na comparação com outros investimentos – especialmente para quem investe objetivando o longo prazo. Além disso, dependendo do investimento escolhido, é possível receber renda passiva – como o recebimento de dividendos.

Usufruir dos benefícios que a renda variável oferece, contudo, depende de uma escolha consciente e consistente do investidor. Por isso, é sempre indicado estudar e entender como funciona estes investimentos em detalhes – a fim de evitar futuras frustrações.

Quais as opções de investimentos em renda variável?

Conheça agora 5 opções de investimentos em renda variável e descubra se eles são investimentos adequados – ou não – ao seu perfil!

1. Ações

Uma das primeiras alternativas na renda variável que vem à cabeça das pessoas são as ações. Tratam-se ativos negociados na Bolsa de Valores. Ao adquiri-los, o investidor se torna sócio de uma empresa – e passar a ter direito na participação dos resultados da companhia.

De modo geral, as ações são lançadas na bolsa quando as empresas precisam arrecadar dinheiro para alavancar seu crescimento. Existem diversos tipos de ações, como as ações ordinárias – que concedem ao investidor o direito ao voto – e as ações preferenciais, que concedem ao detentor a preferência em relação ao recebimento de dividendos.

Investimentos em ações costumam ser opções bastante procuradas por investidores que visam o longo prazo.

2. Fundo de ações

De forma simples, os fundos de investimento são uma modalidade na qual investidores se juntam para investir de acordo com uma determinada estratégia, expostos a um mesmo portfólio – sempre visando obter lucro. Os fundos de ações, portanto, são um tipo de fundo cujo principal objetivo é conquistar rentabilidade a partir de uma carteira exposta, majoritariamente, ao mercado de ações.

Os fundos de ações podem ter uma carteira composta por diversas ações ou por ativos de um único segmento, por certificados de depósito de ações, bônus de subscrição e até mesmo por cotas de outros fundos de ações. Tudo depende da estratégia adotada pelo fundo.

Estes fundos de ações ficam a cargo de um gestor, que é o responsável por utilizar os recursos dos cotistas da melhor maneira possível, observando as regras estabelecidas.

Trata-se de uma modalidade de investimento interessante para quem não dispõe de tempo ou conhecimento necessários para montar sua própria carteira – ou para investidores com recursos limitados para investir na renda variável.

3. Fundos de Investimento Imobiliário

Já nos fundos de investimento imobiliário (FIIs), o grupo de investidores participantes do fundo tem como objetivo investir em negócios do setor imobiliário. Os retornos financeiros podem vir por meio de compra, venda, locação ou arrendamento de imóveis ou até por meio de compra de títulos do segmento – como LCI, CRI. Existem, ainda, FIIs que investem em outros fundos.

Quem investe em um fundo imobiliário pode se expor a uma carteira bastante diversificada – composta por grandes empreendimentos.E pode ser uma boa opção de investimento para quem deseja correr um pouco mais de riscos em busca de melhores rentabilidades.

A principal vantagem deste tipo de fundo – que faz parte da renda variável, contudo,é oferecer ao investidor a possibilidade obter renda passiva – a partir do recebimento de dividendos, geralmente oriundos de aluguéis dos empreendimentos que fazem parte do portfólio do FII.

4. ETFs

ETF é a sigla para Exchange Traded Funds. Trata-se de fundos de índice, que espelham a rentabilidade de um determinado índice. O BOVA11, por exemplo, espelha a rentabilidade da carteira teórica do índice Ibovespa – principal índice da bolsa de valores brasileira.

Dentre opções de investimento em renda variável, o ETF pode ser uma alternativa mais simples para quem deseja se expor a este mercado.É possível investir com pouco e, uma vez que a gestão do fundo é passiva – já que a rentabilidade é espelhada em um determinado índice, o investidor tem uma ideia mais clara de como o ETF no qual investiu poderá se comportar.

5. Derivativos

Derivativos são instrumentos financeiros que dependem do comportamento de outro ativo. São oferecidos sob forma de contratos negociados na bolsa de valores e podem derivar de ações, commodities, moedas, etc.

Apesar de não serem um investimento, os derivativos fazem parte da renda variável e podem ser ferramentas interessantes para investidores que desejam especular – especialmente no curto prazo – ou obter proteção contra eventuais perdas no mercado financeiro.

Por se tratar de instrumentos importantes da renda variável, os derivativos devem ser conhecidos pelos investidores.

Conclusão

Os investimentos em renda variável têm como características principal a volatilidade e a imprevisibilidade – e costumam ser indicados para longo prazo.

 

Por isso, é importante que os investidores avaliem seu perfil de investimento – e a tolerância a riscos – e seus objetivos antes de escolher uma entre as diversas opções de investimentos em renda variável para investir.

 

Quer continuar aprendendo sobre o mercado financeiro? Então confira aqui o que são e como funcionam os fundos cambiais!

 

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