Nova Previdência
  • Investimentos
    • Oportunidades
    • Fundos Imobiliários
    • Renda Fixa
      • Tesouro Direto
      • CDB
      • LCI
      • LCA
      • CRI
      • CRA
      • Debêntures
      • Debêntures Incentivadas
    • Fundos de Investimentos
      • Fundos de Renda Fixa
      • Fundos Multimercados
      • Fundos de Ações
      • Fundos Cambiais
      • Fundos de Ouro
    • Ações
    • ETF
  • Previdência
    • Fundos de Previdência
    • Calculadora PGBL
    • Top Funds PREV
    • Portabilidade
  • Educação Financeira
  • Artigos
  • Quem Somos
    • Contato
Nova Previdência
  • Investimentos
    • Oportunidades
    • Fundos Imobiliários
    • Renda Fixa
      • Tesouro Direto
      • CDB
      • LCI
      • LCA
      • CRI
      • CRA
      • Debêntures
      • Debêntures Incentivadas
    • Fundos de Investimentos
      • Fundos de Renda Fixa
      • Fundos Multimercados
      • Fundos de Ações
      • Fundos Cambiais
      • Fundos de Ouro
    • Ações
    • ETF
  • Previdência
    • Fundos de Previdência
    • Calculadora PGBL
    • Top Funds PREV
    • Portabilidade
  • Educação Financeira
  • Artigos
  • Quem Somos
    • Contato

Poupança
By: Nova Previdência Investimentos, Poupança, Renda Fixa, Tesouro Selic Nenhum comentário

Mais um corte na taxa de juros – poupança rendendo menos do que a inflação

Mais um corte na taxa de juros – poupança rendendo menos do que a inflação

 

Atendendo às expectativas do mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou mais um corte de 0,75 ponto percentual na taxa Selic, de 3% para 2,25% ao ano – o oitavo corte seguido. Chegamos assim (novamente) ao menor patamar histórico da série, que teve início em 1996.

 

Esse é o limite para a baixa? Provavelmente não. Para as próximas reuniões, o Comitê deixou aberta a possibilidade para novos cortes, dependendo do comportamento da economia e expectativas para a inflação. E com os números que vêm sendo divulgados a partir da crise do novo coronavírus, podemos esperar condições ainda mais difíceis.

 

Vai piorar antes de melhorar?

A depressão econômica começa a mostrar os primeiros resultados. Em maio, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medida da inflação divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) foi de -0,38%: deflação por dois meses seguidos, já que o índice de abril foi de -0,31%.

 

Conforme explicamos em artigo anterior (você pode vê-lo clicando aqui), a taxa de juros é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para estimular ou desaquecer a economia, e esse termômetro é a inflação. Nesse momento, a economia dá sinais evidentes de estagnação, e por isso os seguidos cortes na taxa Selic. Não é o suficiente para impulsionar o país (são necessárias várias outras medidas, que ficarão para um próximo artigo), mas é um sinal de que o Banco Central está esperando uma recessão.

 

Poupança não é investimento

Vamos aos números. A poupança rende 70% da taxa Selic + TR (atualmente é zero). Com a Selic em 2,25% ao ano, o rendimento da poupança fica em aproximadamente 1,58% ao ano – ou 0,13% ao mês. Para se ter uma ideia: com essa taxa, o tempo que você levaria para dobrar um investimento seria de quase 45 anos! Tudo isso se considerarmos que a inflação seja zero.

 

Para o ano de 2020, a meta da inflação do Banco Central ainda é de 4%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Isso nos dá um intervalo entre 2,5% e 5,5% de inflação esperada para esse ano. Explicando melhor: com os números atuais, quem deixa o dinheiro na poupança não está apenas ganhando pouco; está perdendo dinheiro para a inflação. Se você depositar R$1.000 na poupança hoje, daqui um ano seu dinheiro estará valendo aproximadamente R$990 em termos reais. Não quer dizer que o valor na conta irá diminuir, mas que os preços serão reajustados acima do que a poupança oferece.

 

Por ser muito popular entre os brasileiros, a aplicação na poupança aumentou substancialmente nos últimos meses. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, a captação líquida – recursos que entram menos recursos que saem – da poupança no mês de abril foi de R$30,46 bilhões, a maior desde 1995. Para efeito de comparação, a captação líquida de todo o ano de 2019 foi de R$13,33 bilhões.

 

Há algumas explicações para esse fato. Um deles é que a conta poupança foi utilizada por um grande número de pessoas para o recebimento do auxílio emergencial do governo. Mas uma parte considerável substituiu seus investimentos pela poupança, por buscarem segurança em um período de medo. Infelizmente, se foi por essa razão, estão perdendo dinheiro.

 

Alternativas simples e seguras

A mudança da poupança para outro investimento equivalente é mais simples do que parece. E muito segura. Investir em títulos públicos é o investimento mais seguro que existe, pois é o governo quem está garantindo o pagamento. E eles rendem no mínimo o equivalente à taxa Selic. Existem variadas formas de se investir neles, e uma delas é pelos fundos DI, que são fundos de investimento que compram títulos do governo. 

 

Ao investir em um fundo DI, o seu rendimento é no mínimo igual ao rendimento da Selic, o que significa um rendimento aproximadamente 43% maior que a poupança. E os melhores fundos do mercado oferecem taxa de administração zero, com opção de resgate do dinheiro no mesmo dia da solicitação, respeitado um limite de horário.

 

Quer começar a investir de verdade e construir um patrimônio para o seu futuro? Venha falar conosco!

Investimentos
By: Nova Previdência Ações, ETFs, Fundos de ações, Fundos de Investimentos, Fundos Imobiliários, Investimentos, Poupança, Renda Variável Nenhum comentário

Como aumentar a rentabilidade dos seus investimentos com a Selic em queda?

Como aumentar a rentabilidade dos seus investimentos com a Selic em queda?

 

Muitos investidores ficam em dúvida sobre o que fazer quando a taxa Selic está baixa. O cenário atual é da taxa em suas mínimas históricas – o que traz desafios para a rentabilidade de investimentos, em especial os da renda fixa.

Já que a renda fixa concentra as alternativas mais populares no Brasil (a poupança e os títulos públicos, por exemplo), diversos brasileiros se sentem perdidos sobre como aumentar a rentabilidade dos investimentos.

A boa notícia é que existem sim formas de obter melhores resultados na sua carteira. Primeiro, é preciso entender o contexto e conhecer alternativas mais rentáveis. 

Saiba mais!

O que acontece com os investimentos com a Selic em queda?

A Selic é a taxa básica de juros da economia nacional. Por ser um índice muito importante no mercado, ela influencia diretamente diversas aplicações. Por exemplo, sua queda causa efeitos na poupança, no Tesouro Selic e em investimentos atrelados ao CDI.

Além de investimentos, a Selic está relacionada também aos juros praticados por bancos e instituições financeiras em empréstimos, financiamentos e outras formas de crédito. Assim, os cortes realizados na taxa têm o objetivo de facilitar o crédito.

Consequentemente, um cenário de juros mais baixos incentiva o consumo da população e favorece a economia. Se é positivo por esse lado, do ponto de vista dos investidores há efeitos negativos na rentabilidade da renda fixa.

O fator mais notável é a redução dos rendimentos em aplicações pós-fixadas que têm a Selic ou o CDI como referência. Afinal, alguns anos atrás estas aplicações rendiam, por exemplo, 14% ao ano, e depois de sucessivos cortes, ela pode passar a render apenas 3%.

Uma grande diferença em apenas poucos anos, não é mesmo?

Quem deseja aumentar a rentabilidade dos seus investimentos neste cenário pode encontrar opções atrativas na própria renda fixa. É o caso dos produtos de bancos menores e com prazo de vencimento mais longo, que costumam apresentar melhores taxas.

Ainda assim, se você tem certa tolerância a riscos, pode não ser tão interessante manter toda a sua carteira na renda fixa. A depender dos riscos de crédito e de liquidez ao buscar as opções melhores, é mais vantajoso conhecer a renda variável para encontrar investimentos de maior rentabilidade e aumentar o retorno do seu portfólio.

Como aumentar a rentabilidade dos investimentos?

Depois de entender a influência da Selic nos investimentos e saber que, de fato, as quedas na taxa de juros geram diminuição dos rendimentos da renda fixa, é hora de saber como aumentar sua rentabilidade em um cenário assim.

É interessante notar que os efeitos que a baixa da Selic causa na renda variável costumam ser opostos dos que acontecem na renda fixa. Como você viu, um dos objetivos dos cortes na taxa é estimular o consumo.

Com maior consumo, a economia fica mais aquecida, certo? Esse é um grande incentivo para as empresas, que podem obter resultados positivos e até investir mais no seu próprio crescimento. Assim, ativos da renda variável passam por valorização.

Significa que, em um contexto de taxa de juros baixa, é esperado um avanço no mercado de ações – assim como em outros setores, como é o caso dos fundos imobiliários. 

Então, se você tem um pouco mais de abertura ao risco, conheça algumas alternativas que podem fazer parte do seu portfólio e ajudar a aumentar a rentabilidade dos seus investimentos:

Ações

As ações são negociadas na bolsa de valores e quem adquire papéis de uma empresa se torna sócio dela. É possível ganhar dinheiro com estes ativos de várias formas. Por exemplo, recebendo a divisão de proventos da companhia – como os dividendos.

Além disso, há a oportunidade de lucrar com a valorização das empresas. Quem visa o longo prazo pode vender suas ações no futuro por preços bem mais altos. Já quem deseja especular no curto prazo pode fazer diversas operações rápidas, visando acumular lucros.

Lembre-se que, como falamos, a Selic em baixa costuma gerar oportunidades para aumentar a rentabilidade dos seus investimentos no mercado de ações. Afinal, as empresas encontram cenário favorável para vender mais, obter crédito a juros mais baixos e crescer.

Fundos de ações

Outra opção interessante para quem deseja procurar por melhores rendimentos na renda variável é investir em fundos de ações. A alternativa atrai, principalmente, quem tem pouca experiência no mercado e deseja ajuda para montar o portfólio.

Isso porque os fundos são modalidades de investimentos coletivos administrados por um gestor profissional. Logo, quem compra cotas dos fundos não está diretamente escolhendo as ações – a equipe de gestão é que se encarrega de montar o portfólio.

Entretanto, um ponto que merece atenção é a escolha dos fundos. Existem diversos fundos disponíveis e você precisa ter cuidado ao analisar as características deles, a fim de escolher aquele que se adéqua mais ao seu perfil de risco e aos seus objetivos.

Fundos imobiliários

Mais uma modalidade de investimentos que pode ser bastante atrativa para aumentar a rentabilidade da sua carteira com a Selic em baixa é o fundo imobiliário. Ele também funciona de forma coletiva e com a mediação de um gestor.

A diferença é que seu foco está em investir no mercado de imóveis. Assim, os fundos imobiliários podem alocar recursos em títulos de renda fixa ligados ao setor, adquirir imóveis para lucrar com aluguel ou mesmo fazer bons negócios a partir da construção, compra e venda de imóveis.

De maneira geral, os juros mais baixos incentivam o setor imobiliário. Afinal, os consumidores têm melhores condições para financiar imóveis. Além disso, há também o fato de o aumento do consumo favorecer empreendimentos comerciais, como shoppings.

Fundos de índice

Os fundos de índice, ou ETFs, são mais um exemplo de fundos de investimentos que podem ajudar você a aumentar sua rentabilidade.

A particularidade deles está no fato de que seu portfólio tem o intuito de acompanhar determinado índice do mercado financeiro. Por exemplo, o índice Ibovespa – que representa as ações das empresas mais negociadas na bolsa brasileira.

Esta pode ser também uma alternativa interessante para aqueles que não dispõem de uma alta quantia para investimentos no mercado de ações.

BDRs

Por fim, os BDRs (Brazilian Depositary Receipt) são opção para brasileiros que desejam investir em empresas estrangeiras. Não é um investimento direto em ações, mas sim a aquisição de certificados que estão atrelados aos ativos listados no exterior.

Ter uma parte de sua carteira exposta à movimentação de boas empresas de outros países, sem dúvida, pode ser uma forma de encontrar rendimentos mais interessantes e agregar melhores resultados ao seu portfólio. 

Mais uma vez, no entanto, vale a pena lembrar que é preciso avaliar seus objetivos, perfil, necessidades e estratégias de investimento antes de fazer sua escolha.

Neste post, compartilhamos algumas dicas de como aumentar a rentabilidade de seus investimentos em um cenário de Selic em queda. 

Em um momento desafiador para a renda fixa, a lição que fica é que a renda variável merece mais atenção. Mas não se esqueça de montar uma carteira segura, com boa gestão de risco e alinhada à sua tolerância a riscos!

Para tomar as melhores decisões de investimento, que tal contar com auxílio profissional na hora de investir? Entre em contato conosco e descubra como compor uma carteira sólida e com melhores rentabilidades, de acordo com seu perfil e objetivos!

Estudante
By: Nova Previdência Fundos de Investimentos, Poupança, Renda Fixa Nenhum comentário

7 Motivos para não investir na poupança

7 Motivos para não investir na poupança

Há muito tempo a poupança é a escolha mais popular de investimento entre os brasileiros. Apesar de não apresentar muitos atrativos em relação a ganhos financeiros, a facilidade de uso e a falta de conhecimento sobre alternativas no mercado financeiro mantêm a popularidade da caderneta.

Contudo, suas desvantagens não são um segredo. Na verdade, outros investimentos apresentam benefícios parecidos com aqueles oferecidos pela poupança, ao mesmo tempo em que superam seus pontos negativos. Então, por que não conhecê-los?

Se você deseja diversificar suas escolhas e se tornar, de fato, um investidor além da poupança, a hora é agora. Confira 7 para motivos para não investir na poupança!

1. Tem baixa rentabilidade

Começamos pela principal desvantagem. A poupança está entre as opções de investimentos que pior remuneram as pessoas. Ainda que seja possível obter algum lucro pela ação dos juros na quantia que você poupa nela, os percentuais não são significativos.

Inclusive, o fato faz com que diversos brasileiros vejam a poupança mais como um local seguro para guardar uma determinada quantia do que um investimento para trazer ganhos. Mas você sabia que pode estar perdendo dinheiro dessa forma?

Isso mesmo! Em muitos casos, deixar seu patrimônio parado em aplicações de baixa rentabilidade traz um custo alto que parece imperceptível. Basta comparar a poupança com outras opções um pouco melhores para ver o quanto você pode ter perdido nos últimos anos.

2. Perde para a inflação em alguns cenários

As perdas da poupança não se dão apenas quando se compara o custo de oportunidade em relação às demais aplicações. Em determinados momentos econômicos, os brasileiros podem sentir o prejuízo no bolso de forma direta.

Isso acontece porque, em cenários específicos, os rendimentos da caderneta são menores que a inflação. Ou seja, o dinheiro que você aplicou permanece guardado lá – e é possível até ter um valor a mais em função dos juros, mas a quantia estará valendo menos do que valia quando houve a aplicação.

A inflação corrói o poder de compra do dinheiro e faz com que R$ 100,00 hoje não comprem os mesmos produtos que podiam ser comprados há alguns meses ou anos. Logo, utilizar a poupança pode significar uma perda direta não só de rendimentos, mas da própria quantia investida em relação ao poder de compra.

3. Não tem rendimento diário

Mais um dos motivos para não investir na poupança: os juros só incidem sobre o dinheiro aplicado depois de um mês. Então, o investidor recebe em sua conta o valor acumulado nos 30 dias. 

E se houver resgate antes desta data? Bem, se você precisar sacar o dinheiro ou utilizar o cartão de débito da poupança, não receberá nada por ele — mesmo que o saque seja feito no 29º dia. Isto é, a caderneta não é nada vantajosa para quantias que serão movimentadas no curtíssimo prazo.

Em contrapartida, diversos outros investimentos disponíveis têm rendimento diário. Assim, quem investe neles pode retirar o dinheiro antes sem abrir mão da rentabilidade que poderia ter em um dia, uma semana ou 29 dias, por exemplo.

4. Existem alternativas seguras no mercado

Um dos mitos que ajuda a sustentar a popularidade da poupança é a segurança. Muitas pessoas se surpreenderão com o fato de que não apenas existem alternativas tão seguras quanto ela, mas até mesmo mais seguras.

Na realidade, a falsa sensação de menores riscos na poupança provavelmente parte do fato de que este é o investimento que os brasileiros mais conhecem. Como confiar nas outras opções sem ter informações sobre o funcionamento delas, certo?

Por isso, vale a pena conhecer mais sobre o mercado financeiro e suas medidas de controle de risco. Por exemplo, os investimentos oferecidos pelo Governo Federal na plataforma do Tesouro Direto são os mais seguros do país.

O motivo é que o governo é responsável pelas medidas econômicas e se configura como a instituição mais sólida de uma nação. Se a situação chegasse ao ponto de ele não arcar com suas dívidas, bancos e instituições financeiras do país já teriam enfrentado problemas também.

Além do Tesouro Direto, existem aplicações da renda fixa que têm segurança próxima àquela oferecida pela poupança. Isso porque, assim como ela, diversas alternativas contam com a cobertura do FGC — que garante o dinheiro ao investidor até um determinado limite em caso de falência do banco.

5. Há opções melhores isentas de IR

Aplicações garantidas pelo governo – como os títulos do Tesouro – ou aquelas cobertas pelo FGC – como é o caso dos CDBs – são interessantes para quem deseja sair da poupança. Entretanto, algumas pessoas podem ver desvantagem no fato de incidir Imposto de Renda sobre a rentabilidade desses investimentos.

É importante destacar que os investimentos citados rendem mais que a poupança, mesmo com a cobrança de IR. Ainda assim, existem sim opções para quem quer continuar aplicando dinheiro em produtos financeiros isentos de imposto.

Algumas das alternativas seguras e com isenção tributária mais conhecidas na renda fixa são as Letras de Crédito (LCI ou LCA). As debêntures incentivadas também contam com a vantagem, mas não têm cobertura do FGC.

6. Pode dificultar a aprendizagem

Permanecer na zona de conforto é uma atitude muito arriscada. Afinal, a praticidade da poupança leva você a perder dinheiro por não aprender novas maneiras de investir com mais eficiência. Então que tal considerar os motivos para não investir na poupança e ampliar seus horizontes?

Sair da poupança abre um mundo de oportunidades interessantes. Além das opções em renda fixa – que podem apresentar rendimentos melhores, existem várias possibilidades também na renda variável. No longo prazo, é possível ter ganhos significativos em fundos de investimentos ou na bolsa de valores.

Então, uma dica é se permitir conhecer os demais investimentos e verificar quais deles parecem interessante para você. Nesse ponto, vale lembrar que existem diferentes perfis de risco que devem ser considerados para organizar seus interesses e objetivos e, consequentemente, seus investimentos.

7. É interessante diversificar

Nosso último motivo para sair da poupança é a importância de diversificar seus investimentos. Uma orientação básica para investidores é evitar deixar todo o seu patrimônio em uma só aplicação. Isso previne alguns riscos relevantes.

Por exemplo, se toda a quantia que alguém tem poupada fica em uma mesma conta, o que pode acontecer se houver um erro com ela? Caso aconteça um problema no banco, perda de cartão ou uma situação inesperada como estas, será difícil ter acesso ao dinheiro.

Então, é interessante conhecer outras opções e diversificar — dividindo seu patrimônio entre algumas delas. Além de diminuir riscos, é uma estratégia para se organizar melhor e distribuir o dinheiro entre seus objetivos de curto, médio e longo prazo. E até mesmo aumentar o rendimento do seu portfólio.

Ao chegar até aqui você conheceu 7 motivos para não investir na poupança. Então considere as dicas e os investimentos que citamos e comece agora mesmo a buscar por alternativas à poupança mais adequadas ao seu perfil de investimento e aos seus objetivos.

Vale a pena saber mais sobre cada uma das opções disponíveis no mercado, conhecer seu perfil de investidor e dar seus próximos passos rumo à formação de uma carteira mais sólida, mais diversificada e com opções muito mais atraentes – e, talvez, igualmente seguras – que a caderneta de poupança.

E você, gostou deste conteúdo? Tem alguma dúvida ou sugestão? Deixe seu comentário!

 

Converse com um especialista

 

Juros Baixos
By: Nova Previdência Debêntures, Fundos de Investimentos, Investimentos, Poupança, Renda Fixa, Renda Variável Nenhum comentário

Juros baixos: onde investir para ganhar dinheiro?

Juros baixos: onde investir para ganhar dinheiro?

Quem é investidor ou estuda o assunto para iniciar seus investimentos certamente já notou a intensidade de discussões sobre a queda dos juros no Brasil. Depois de diversos anos com taxas altas, o país tem reduzido gradativamente seus juros – alcançando um patamar histórico de baixa.

Se você ainda não sabia, tenha em mente que os juros influenciam diretamente nos investimentos. Não é por acaso que muitas pessoas seguem se perguntando sobre onde investir em tempos de juros baixos.

Existem diversas oportunidades de investimento neste cenário. Mas você precisa saber avaliar as opções disponíveis no mercado.

Então que tal acompanhar as informações deste post para fazer escolhas mais alinhadas ao seu perfil e objetivos? Continue a leitura e descubra onde investir para ganhar dinheiro em tempos de juros baixos!

Como os juros baixos influenciam os investimentos?

Vamos começar explicando por que os juros baixos são um fator de influência nos investimentos. Isso acontece porque a taxa básica de juros da economia brasileira –  a Selic – serve de base para muitas negociações financeiras.

Por exemplo, ela é um dos elementos que influenciam a concessão de empréstimos e financiamentos bancários. Juros mais baixos na economia representam também uma diminuição das taxas cobradas pelos bancos — o que, normalmente, ajuda a aquecer o consumo no país.

Inclusive, o desejo de impulsionar a economia é um dos motivos pelos quais o governo tem interesse em diminuir a taxa Selic. Mas como a queda desta taxa interfere nas decisões dos investidores?

Isso ocorre porque a Selic também tem relação direta com as taxas de juros oferecidas em investimentos da renda fixa. É por isso que, possivelmente, você já deve ter ouvido falar que opções mais seguras de investimento perderam rentabilidade nos últimos anos.

Afinal, quando os juros baixam, a rentabilidade de títulos públicos e privados também diminui (inclusive o rendimento da caderneta de poupança).

Assim, quem tem sua carteira de investimentos atrelada à segurança da renda fixa sofrerá com a redução dos rendimentos. Vale lembrar que há uma relação entre risco e retorno no mercado financeiro.

Ou seja, ativos que oferecem maiores possibilidades de rendimento – como os da renda variável – também costumam ser mais arriscados. Contudo, esse movimento não significa que todos os investidores brasileiros devem deixar a renda fixa. Não é bem assim.

O que considerar ao investir em um cenário de juros baixos?

Quem analisa a realidade de juros baixos e se pergunta onde investir neste momento precisa saber que as decisões devem se basear em uma série de fatores.

De maneira resumida, é possível afirmar que, em um cenário de Selic em queda, há uma tendência de enfraquecimento da renda fixa e de aquecimento da renda variável. É comum, inclusive, acompanhar um crescimento da bolsa de valores durante períodos de baixa de juros.

Afinal, as taxas mais baixas contribuem para facilitar o consumo, aquecer a economia e movimentar o mercado, proporcionando condições de crescimento para as companhias de capital aberto. Como muitas companhias têm ações em bolsa, os investidores podem encontrar boas oportunidades.

Entretanto, saber disso não é suficiente para fazer boas escolhas e obter rentabilidades interessantes ao investir. Pelo contrário, o cenário pode até mesmo representar prejuízo para quem entra na renda variável sem conhecimento.

Pense bem: a renda variável oferece maior risco de volatilidade do que a renda fixa. Assim, um investidor que não sabe lidar com o risco e não tem experiência com ativos deste tipo, pode se assustar com as variações de preços e acabar perdendo dinheiro na bolsa.

Pontos de atenção ao escolher seus investimentos

Por isso, você deve considerar outros fatores na hora de investir. Por exemplo:

  • Perfil de investidor: vale a pena rever seu perfil de aversão ao risco se você quer buscar maiores rentabilidades, mas é importante respeitar seus limites;
  • Objetivos: de modo geral, as alternativas da renda variável são mais indicadas para planos de médio ou longo prazo. Para objetivos de curto prazo, títulos da renda fixa, mesmo rendendo menos, continuam sendo boas opções;
  • Segurança: quem precisa de liquidez, ou seja, da certeza de poder resgatar o dinheiro sem perdas a qualquer momento, deve pensar nela na hora de montar a carteira e manter parte do patrimônio em ativos da renda fixa que ofereçam alta liquidez e segurança para o seu dinheiro.

Juros baixos: onde investir agora?

Você já entendeu o impacto dos juros mais baixos nos investimentos – tanto no mercado de renda fixa quanto no mercado de renda variável. E que deve se concentrar em diversos fatores antes de tomar uma decisão de investimento.

Agora, é o momento de identificar onde investir para ganhar dinheiro em tempos de juros mais baixos.

De modo geral, quem não deseja sofrer com a baixa nos rendimentos agora que os juros diminuíram precisa procurar alternativas que oferecem chances de maior rentabilidade. Entretanto, isso não significa fazer aportes na renda variável sem pesar os riscos.

O momento pede calma, conhecimento e experiência no mercado. Do contrário, a busca por lucro pode trazer efeitos indesejados.

Confira algumas estratégias para impulsionar carteiras de investimentos de diferentes perfis:

Investidores conservadores

Certamente, o cenário de juros baixos gera mais efeitos para os investidores conservadores, que são aqueles que mantêm o foco na renda fixa. Quem já realizava investimentos na renda variável acaba se beneficiando das melhores oportunidades na bolsa.

Mas o que fazer se você é conservador e não quer arriscar seu dinheiro? Uma ideia é buscar opções de maior rentabilidade na própria renda fixa. E lembrar que ela continua apresentando benefícios para quem busca segurança.

Algumas opções para contextos de juros baixos são os títulos pré-fixados, os ativos atrelados à inflação e as debêntures. Avaliar CDBs, LCs, LCIs e LCAs de bancos menores também pode ser atrativo, pois eles costumam oferecer maiores rentabilidades.

Além disso, vale a pena considerar arriscar um pouco mais, pelo menos uma pequena parte do seu patrimônio. Nesse sentido, colocar percentuais baixos — por exemplo, 10% — da sua carteira em ativos da renda variável pode ser uma ideia interessante.

Investidores moderados e arrojados

Investidores com maior abertura ao risco encontram um leque amplo de opções ao pensar sobre os juros baixos e onde investir neste ambiente. Como falamos, a bolsa de valores geralmente fica mais interessante em períodos de Selic em queda – e oportunidades podem surgir.

Assim, investidores moderados e arrojados podem aumentar sua participação em ativos da renda variável. Aproveitar para investir mais em ações e fundos de investimento de maior risco – como os fundos de ações, multimercados mais arrojados e fundos imobiliários, por exemplo, pode valer a pena.

Além disso, existem operações mais arriscadas que oferecem outras possibilidades de ganhos para o investidor. É o caso do mercado de derivativos e das atividades de especulação na bolsa. Não deixe, entretanto, de fazer um bom manejo de risco para evitar perder dinheiro no mercado.

Fazendo seus investimentos

Você começou a leitura deste post se perguntando: “em um contexto de juros baixos, onde investir?” e agora encontrou reflexões importantes para responder a esse questionamento.

Portanto, não deixe de considerar as informações deste artigo na hora de rever sua carteira. Fique atento às oportunidades que o mercado lhe oferece, avalie seus objetivos e respeite seu perfil de investimento.

Somente desta forma você conseguirá fazer seus investimentos de maneira mais acertada em qualquer cenário econômico. Apenas não deixe de investir, certo?

Nosso artigo lhe ajudou a entender mais sobre o cenário atual de juros baixos e como investir para ganhar dinheiro? Então que tal saber mais sobre as debêntures?

Poupança
By: Nova Previdência Investimentos, Poupança, Renda Fixa, Tesouro Direto Nenhum comentário

A Poupança está te deixando mais pobre!

POUPANÇA PASSA A RENDER MENOS QUE 3% AO ANO E DEVE PERDER DA INFLAÇÃO EM 2020

 

O Copom – Comitê de Política Monetária – baixou mais uma vez a taxa Selic ao menor patamar da história: 4,25% ao ano (06/02/2020), gerando impacto em diversos títulos de Renda Fixa, que mais uma vez perderam atratividade.

 

Em 2019, por incrível que pareça, os investimentos em poupança aumentaram em 13 bilhões de reais, totalizando mais 850 bilhões de reais investidos na Poupança, que já há alguns anos não é um bom investimento. Ou seja, ainda há milhões de brasileiros perdendo dinheiro com seus investimentos na Poupança e isso decorre bastante da comodidade (o banco aplica para você) e falta de informação.

Você sabia que a Poupança:

  1. Não protege o seu dinheiro contra a inflação.
  2. Não te remunera diariamente, mas somente no dia do aniversário mensal. Assim, caso você solicite o resgate no dia errado, você perde toda a rentabilidade desde o último aniversário.
  3. Rende apenas 70% da Taxa Selic, e com o recente corte passou a render apenas 2,97% ao ano. Isso mesmo, a poupança passou a render menos de 3% ao ano e muito provavelmente vai perder para a inflação nesse ano.

Você ainda investe em Poupança e não sabe o que fazer?

Calma. Ainda há boas opções de investimentos para garantir a construção da sua carteira de investimentos, seja de curto prazo, pensando em liquidez, seja de longo prazo, pensando em uma aposentadoria.

O mais importante é saber que a Poupança é uma grande armadilha para os seus investimentos e que atrai muita gente por conta do nome.

A Poupança começou a fazer água porque não tem proteção contra a inflação e como em diversos momentos da sua história irá render menos que a inflação. Ou seja, o investidor vai perder o seu poder de compra com a atual conjuntura de juros baixos. Se você continuar a investir na Poupança, vai comprometer o seu futuro e da sua família.

 

Poupança é um forte candidato a perder da inflação.

Se as expectativas se confirmarem, com a inflação em 2020 em torno de 3,5%, quem investir na Poupança (que irá render 2,95%) vai “perder dinheiro” por conta da rentabilidade real negativa de praticamente 0,5%. Ou seja, os brasileiros que estão com dinheiro investido na poupança daqui a 12 meses estarão mais pobres.

 

 

 

 

O que isso significa na prática?

Se você investir 10.000 reais na poupança, considerando a rentabilidade real (inflação de 3,5% e Poupança rendendo 2,97%), daqui a 12 meses você vai ter o equivalente a 9.950 reais hoje ou em 10 anos o equivalente 9.511 reais hoje. Por incrível que pareça, infelizmente essa é a atual realidade da Cardeneta de Poupança. Se continuar investindo nela irá perder dinheiro com esse patamar da Selic.

Nesse novo cenário o investidor precisa mudar atitudes e buscar rentabilidades superiores à da Poupança para que consiga um ganho real de riqueza na sua carteira de investimentos.

TESOURO DIRETO – Tesouro IPCA+

Uma boa alternativa para quem quer de fato poupar é o Tesouro IPCA +, que protege o investidor da inflação e ainda paga semestralmente uma taxa adicional.

Trazendo para um exemplo prático, se você investir no Tesouro Direto os mesmos 10 mil reais em um título que hoje paga IPCA + 3,27% ao ano (vencimentos em 2035), em 10 anos você terá acumulado 13.226 reais, a valores de hoje e já líquido de impostos.

Uma diferença e tanto para a rentabilidade da Poupança.

FUNDO TESOURO SELIC SIMPLES

Para aqueles que visualizam na Poupança um investimento que permite o resgate rápido, ou seja, no mesmo dia, uma excelente alternativa é o fundo de investimento Tesouro Selic Simples, do BTG Pactual, pois investe apenas em títulos do Tesouro Selic, oferecendo a Segurança desses papéis e ao mesmo tempo a possibilidade de resgate no mesmo dia da solicitação.

Diferente da poupança que rende uma vez por mês, na data do aniversário, o fundo de investimento Tesouro Selic Simples proporciona rentabilidade diária e rende algo muito próximo de 99% da Taxa Selic e mesmo após a tributação, rende mais que a terrível rentabilidade da Poupança, de apenas 70% da Taxa Selic.

Trazendo também para um exemplo prático, se você investir no o fundo de investimento Tesouro Selic Simples, os mesmos 10 mil reais e os juros se mantiverem no mesmo patamar atual, em 10 anos você terá acumulado algo próximo de 10.982 reais, a valores de hoje e já líquido de impostos.

Comparando a performance da rentabilidade dos três investimentos obtemos o gráfico a seguir:

Neste gráfico se verifica a trajetória das rentabilidades ao longo do tempo, já liquidas dos impostos, o que possibilita uma comparação de eficiência em relação à Poupança.  Agora imagine que exite hoje 850 bilhões de reais investidos hoje na Poupança, um horror.

 

Mas por onde começar? Como montar uma carteira de acordo com as suas necessidades e o seu perfil de investidor?

Sair da inércia e estar bem acompanhado é sem sobra de dúvidas a sua principal prioridade a partir de agora. Entre em contato com nossos especialistas, eles irão te orientar por onde começar e irão tirar todas as suas dúvidas de como montar a sua carteira de investimentos de forma equilibrada, com diversificação e segurança.

 

Converse com um especialista

Posts recentes
  • Reabertura Fundo Verde
  • Fundo Bogari de Previdência
  • As seis crenças que assombram e sabotam a sua vida financeira – saiba como lidar com esses medos
  • Para investir, você só precisa de um propósito
  • Investimentos: fase inicial

Entre em contato e tire suas dúvidas

Contato
Nova Previdência

Especialistas em Previdência Privada

© 2023, Direitos Reservados Nova Previdência | Site com SEO Criação

WhatsApp us