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Poupança
By: Nova Previdência Investimentos, Poupança, Renda Fixa, Tesouro Selic Nenhum comentário

Mais um corte na taxa de juros – poupança rendendo menos do que a inflação

Mais um corte na taxa de juros – poupança rendendo menos do que a inflação

 

Atendendo às expectativas do mercado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou mais um corte de 0,75 ponto percentual na taxa Selic, de 3% para 2,25% ao ano – o oitavo corte seguido. Chegamos assim (novamente) ao menor patamar histórico da série, que teve início em 1996.

 

Esse é o limite para a baixa? Provavelmente não. Para as próximas reuniões, o Comitê deixou aberta a possibilidade para novos cortes, dependendo do comportamento da economia e expectativas para a inflação. E com os números que vêm sendo divulgados a partir da crise do novo coronavírus, podemos esperar condições ainda mais difíceis.

 

Vai piorar antes de melhorar?

A depressão econômica começa a mostrar os primeiros resultados. Em maio, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), medida da inflação divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) foi de -0,38%: deflação por dois meses seguidos, já que o índice de abril foi de -0,31%.

 

Conforme explicamos em artigo anterior (você pode vê-lo clicando aqui), a taxa de juros é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para estimular ou desaquecer a economia, e esse termômetro é a inflação. Nesse momento, a economia dá sinais evidentes de estagnação, e por isso os seguidos cortes na taxa Selic. Não é o suficiente para impulsionar o país (são necessárias várias outras medidas, que ficarão para um próximo artigo), mas é um sinal de que o Banco Central está esperando uma recessão.

 

Poupança não é investimento

Vamos aos números. A poupança rende 70% da taxa Selic + TR (atualmente é zero). Com a Selic em 2,25% ao ano, o rendimento da poupança fica em aproximadamente 1,58% ao ano – ou 0,13% ao mês. Para se ter uma ideia: com essa taxa, o tempo que você levaria para dobrar um investimento seria de quase 45 anos! Tudo isso se considerarmos que a inflação seja zero.

 

Para o ano de 2020, a meta da inflação do Banco Central ainda é de 4%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Isso nos dá um intervalo entre 2,5% e 5,5% de inflação esperada para esse ano. Explicando melhor: com os números atuais, quem deixa o dinheiro na poupança não está apenas ganhando pouco; está perdendo dinheiro para a inflação. Se você depositar R$1.000 na poupança hoje, daqui um ano seu dinheiro estará valendo aproximadamente R$990 em termos reais. Não quer dizer que o valor na conta irá diminuir, mas que os preços serão reajustados acima do que a poupança oferece.

 

Por ser muito popular entre os brasileiros, a aplicação na poupança aumentou substancialmente nos últimos meses. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, a captação líquida – recursos que entram menos recursos que saem – da poupança no mês de abril foi de R$30,46 bilhões, a maior desde 1995. Para efeito de comparação, a captação líquida de todo o ano de 2019 foi de R$13,33 bilhões.

 

Há algumas explicações para esse fato. Um deles é que a conta poupança foi utilizada por um grande número de pessoas para o recebimento do auxílio emergencial do governo. Mas uma parte considerável substituiu seus investimentos pela poupança, por buscarem segurança em um período de medo. Infelizmente, se foi por essa razão, estão perdendo dinheiro.

 

Alternativas simples e seguras

A mudança da poupança para outro investimento equivalente é mais simples do que parece. E muito segura. Investir em títulos públicos é o investimento mais seguro que existe, pois é o governo quem está garantindo o pagamento. E eles rendem no mínimo o equivalente à taxa Selic. Existem variadas formas de se investir neles, e uma delas é pelos fundos DI, que são fundos de investimento que compram títulos do governo. 

 

Ao investir em um fundo DI, o seu rendimento é no mínimo igual ao rendimento da Selic, o que significa um rendimento aproximadamente 43% maior que a poupança. E os melhores fundos do mercado oferecem taxa de administração zero, com opção de resgate do dinheiro no mesmo dia da solicitação, respeitado um limite de horário.

 

Quer começar a investir de verdade e construir um patrimônio para o seu futuro? Venha falar conosco!

Selic
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A taxa Selic foi reduzida para 3,0% ao ano. E agora?

A taxa Selic foi reduzida para 3,0% ao ano. E agora?

 

Em sua 230ª reunião, o Copom, Comitê de Política Monetária do Banco Central, decidiu reduzir a Selic, a taxa básica de juros, em 0,75 ponto percentual, de 3,75% para 3,00% ao ano. Chega-se, assim, ao menor patamar histórico, dentro de um ciclo de 7 cortes consecutivos – o segundo no período de pandemia do novo Coronavírus.

 

O que representa esse patamar de juros para o investidor? Para responder a essa questão, precisamos primeiro levar em conta a mudança de cenário econômico e as expectativas daí decorrentes.

 

 

A função da taxa Selic

A taxa Selic é utilizada como referência por todo o mercado: para investimentos de renda fixa, custo de capital das empresas, empréstimos dos bancos, etc. Em uma situação de normalidade, o alteração da taxa básica visa o controle da inflação, e é a principal ferramenta da política monetária. 

 

Se o governo quiser conter uma tendência de alta inflacionária, aumenta a taxa de juros. O custo de tomar novas dívidas sobe, a rentabilidade de investimentos como a renda fixa aumenta, e as pessoas são estimuladas a poupar ao invés de consumir. Isso reduz a atividade econômica, o consumo, e a expectativa de alta dos preços é contida. É uma política monetária contracionista.

 

No caso oposto, ou seja, de economia desaquecida e inflação sob controle, pode-se utilizar uma política monetária expansionista. A taxa de juros é reduzida, o que torna os investimentos balizados pela Selic menos interessantes, ao mesmo tempo em que o endividamento fica mais barato. Os agentes são incentivados a consumir, o que por sua vez estimula a economia.

 

Depressão econômica?

Entretanto, atualmente vivemos em um momento de extrema turbulência. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, os mercados sofreram quedas vertiginosas. O que era antes otimismo, chegando mesmo a certa euforia nas expectativas, transformou-se em incerteza e medo. O índice Ibovespa, depois de atingir a máxima histórica em 23 de janeiro de 2020, após o começo da pandemia caiu quase 40% em menos de um mês. Apesar uma tímida recuperação em abril, ainda acumula um resultado negativo no ano de mais de 30%. 

 

As projeções de PIB, que nas piores estimativas no começo da crise eram de crescimento zero para o Brasil, nas previsões mais otimistas atuais estimam uma retração de, no mínimo, 3% para 2020. A mais recente projeção oficial, feita no boletim Focus (de 04/05/2020), prevê queda de 3,76%.

 

Desse modo, a redução dos juros visa estimular a atividade econômica como um todo, dar liquidez ao mercado e impedir uma parada sistêmica. E o BC deixou sinalizada uma redução adicional, “não maior do que a atual”, para a próxima reunião. Ou seja, um corte de até 0,75%.

 

Como isso afeta meus investimentos?

Suponha um investimento que renda 100% do CDI, aproximadamente à taxa Selic. Considere agora o IPCA projetado para este ano, em torno de 2%. A taxa de juros real, isto é, a taxa que representa o ganho nominal descontado da inflação, fica em um patamar menor do que 1%. Posto de outro modo: depois de investir R$1.000 durante um ano, seu rendimento será de aproximadamente R$10!

 

A poupança, que rende 70% da Selic, tem um rendimento nominal (sem descontar a inflação) reduzido de 2,63% ao ano para 2,10% ao ano. Fundos DI, que investem em títulos do Tesouro, costumam render um pouco mais, mas além da cobrança de taxa de administração, sofrem incidência de Imposto de Renda de no mínimo 15% (prazo maior do que dois anos).

 

Os investimentos em renda fixa pós-fixados em geral, sejam eles Tesouro Selic, CDBs, LCIs, LCAs, etc., são os mais afetados, já que usam a taxa Selic como base de remuneração. Como exemplo, se um título rende 105% do CDI, como a mudança da Selic ele passa a render de 3,94% ao ano para 3,15% ao ano.

 

Nessa nova realidade, fica claro que os investimentos em renda fixa podem ser boas opções como proteção para o capital, mas são cada vez menos oportunidades para ganhos reais.

 

Oportunidades

Há um movimento natural dos investimentos da renda fixa para investimentos de maior risco, principalmente ações. As empresas conseguem captar empréstimos a taxas menores, reduzindo seus custos de capital, suas despesas financeiras e, como resultado, maiores lucros. Pode distribuir mais dividendos e aumentar seu valor no mercado.

 

O movimento de migração já é claro: mesmo com a queda expressiva no ano, o número de investidores na Bolsa já é superior a 2,4 milhões, 42% maior do que o ano passado. Só nesse ano, os investidores individuais aumentaram suas aquisições em R$34 bilhões.

 

O rendimento dos dividendos (relação dividendos pagos/preço das ações) do Ibovespa, em torno de 4,5% atualmente é maior do que a taxa Selic, atualmente em 3%. Lembrando ainda que os dividendos são isentos de Imposto de Renda para as pessoas físicas. Os fundos imobiliários também são favorecidos, por oferecerem dividendos superiores ao atual patamar da Selic (que também são isentos de IR).

 

O que podemos fazer por você?

Quer realocar ou proteger seus investimentos? Deixe-nos ajudá-lo. Podemos mostrar as mais variadas opções para você investir, seja qual for o seu perfil. Clique aqui e um de nosso agentes entrará em contato, no horário de sua escolha.

 

Negócios
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A oportunidade do século: por que você deve considerar investir em ações agora?

A oportunidade do século: por que você deve considerar investir em ações agora?

A pandemia global causada pelo novo coronavírus não gerou consequências apenas na saúde em diversos países do mundo. Ela também trouxe desafios econômicos, já que a principal medida de segurança utilizada para evitar o contágio foi o isolamento social.

Com indústrias e comércios fechados, em um ambiente de incertezas, o impacto na economia seria inevitável. E os investidores brasileiros também sentiram os efeitos da pandemia: a taxa de juros da renda fixa baixou ainda mais e a renda variável oscilou bruscamente. 

As negociações na bolsa de valores sofreram interrupção – o chamado circuit breaker – em seis oportunidades no mês de março de 2020 e as ações recuaram forte. O que muitos não compreenderam, no entanto, é que este momento de dificuldade abriu também espaço para oportunidades.

Continue a leitura e descubra por que você deve investir em ações agora e aproveitar a oportunidade do século para fazer seus aportes e trabalhar para a conquista da sua independência financeira no longo prazo.

Vale a pena investir em ações na crise?

Warren Buffett, um dos maiores investidores do mundo, compartilhou o seguinte conselho com os acionistas da sua empresa em 2004:

“Tenha medo quando os outros estão gananciosos e ganância quando os outros estão temerosos.”

O que esta frase significa? 

Na prática, ela desnuda um movimento muito relevante dos investimentos em renda variável. Quando há grande procura pelas ações pode não ser o melhor momento de comprá-las, já que os preços sobem e é preciso investir mais para adquirir os papéis.

Do lado oposto, quando o movimento é de queda e muitas pessoas querem vender suas ações – ou seja, quando estão temerosas, pode ser um bom momento para comprá-las. Isso acontece porque, naturalmente, os preços ficarão mais baixos.

Assim, quando a bolsa voltar a crescer no futuro, quem adquiriu papéis na baixa terá lucros maiores. Então, sim, podemos dizer que existem oportunidade para investir em ações nos momentos de crise. Afinal, com a instabilidade econômica, o mercado revê os preços para baixo.

Contudo, a queda dos preços nem sempre significa que determinadas empresas sofrerão forte impacto da crise ou correm grande risco de fechar as portas. Companhias sólidas e que apresentam boa gestão tendem a ser resilientes e superar as dificuldades.

Logo, a tendência é que, no futuro, as empresas com tais características voltem a crescer e dar bons resultados aos acionistas. 

Ou seja, tenha em mente que o preço mais baixo de suas ações não representa, necessariamente, a capacidade da companhia. Em situações de crise, a queda deve-se mais ao pessimismo do mercado do que aos fundamentos da companhia em si.

Como escolher ações agora?

Como você acabou de ver, muitas vezes os momentos de crise funcionam quase como uma promoção de lojas, nas quais é possível encontrar itens de qualidade por preços mais baixos. Entretanto, isso não significa que é hora de comprar ações sem critério.

É possível sim encontrar oportunidades de investir em ações em períodos críticos, mas é fundamental entender como investir. Afinal, a crise gera dificuldades para as empresas e pode levar muitas ao prejuízo – e até mesmo à falência. 

Então, como fazer para gerir os riscos e aproveitar as oportunidades de investir na crise? Acompanhe dicas essenciais para fazer bons negócios nestes momentos:

Considerar seu perfil de risco

As fortes quedas da bolsa em momentos de crise deixam ainda mais evidente que a renda variável é adequada apenas para quem suporta grandes oscilações. É preciso entender que, mesmo o ativo caindo muito, seu prejuízo só existe se as ações forem vendidas.

Então, é indispensável saber lidar com a instabilidade. Considere seu perfil de risco na hora de decidir investir em ações. Especialmente em períodos de incertezas – pois a situação pode piorar ainda mais antes de melhorar.

Os riscos da renda variável são mais tolerados por investidores moderados e arrojados. Além disso, considere outros dois pontos importantes:

  • ter uma reserva de oportunidade, para evitar investir dinheiro que possa ser necessário em breve;
  • manter a diversificação da carteira, deixando quantias em aplicações mais seguras – especialmente para a reserva de emergência e objetivos de curto prazo.

Ter objetivos de longo prazo

Outro aspecto central para quem deseja saber como tomar as melhores decisões e escolher boas ações em meio à crise é entender que a bolsa de valores deve ser vista como investimento de longo prazo.  Ou seja, não é ideal alocar na bolsa quantias das quais você pode precisar em pouco tempo.

No longo prazo, as ações podem oferecer rendimentos muito atrativos — tanto em valorização dos papéis quanto no recebimento de proventos das empresas. Mas, no curto prazo, a oscilação pode trazer prejuízo.

Logo, quem investe determinado valor visando o curto ou o médio prazo corre o perigo de se frustrar. Imagine precisar do dinheiro daqui a dois anos e esta ser uma época de crise? Os riscos de prejuízo seriam maiores. Por isso, invista visando o longo prazo.

Analisar fundamentos das empresas

Para investir em ações na queda – e aproveitar a oportunidade do século de acumular patrimônio – é preciso saber identificar as empresas que podem passar bem pela crise. 

E como fazer isso? Seguindo um instinto e tentando adivinhar? Não. É preciso analisar os fundamentos.

Os fundamentos de companhias são dados que tratam da qualidade da gestão e das finanças das empresas. Avaliam-se o endividamento, o fluxo de caixa, a posição em relação aos concorrentes e demais informações relevantes. Assim, fica mais fácil tomar boas decisões.

Em geral, empresas de bons fundamentos sofrem impactos controlados na crise e se recuperam mais rapidamente. Com isso, se estão sendo negociadas a preços mais baixos, eles não refletem sua qualidade. Aí está a oportunidade para o investidor.

Comprar ações aos poucos

O mercado de ações é imprevisível. Pessoas com muita experiência e conhecimento conseguem enxergar nas entrelinhas e entender melhor as oportunidades. Ainda assim, não é possível prever exatamente qual é o melhor momento de compra.

Os preços podem estar atrativos agora e baixar ainda mais amanhã ou na próxima semana. Ou podem seguir uma trajetória ascendente e o investidor pode acabar perdendo boas oportunidades.

Por isso, a orientação costuma ser no sentido de comprar ações aos poucos. Esta pode ser uma estratégia interessante para conseguir um bom preço médio ao longo do tempo e incrementar seu portfólio durante todo um período de crise – e também pós-crise.

Contar com uma assessoria especializada

Como você viu, os momentos de crise se mostram como grandes oportunidades para quem deseja investir em ações. Contudo, é preciso estar preparado para tomar as melhores decisões de investimento. 

Se você sente que precisa de ajuda para encontrar as melhores oportunidades na bolsa de valores, deve contar com o apoio de especialistas.

Uma assessoria especializada em investimentos proporcionará a você todo o suporte necessário para encontrar boas oportunidades de investir em ações durante e depois da crise, sempre respeitando seus objetivos e perfil de investimento. 

Quer montar uma carteira de ações sólida e aproveitar a oportunidade do século para acumular patrimônio e acelerar a conquista da sua independência financeira? Então entre em contato conosco!

 

Converse com um especialista

 

Estudante
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7 Motivos para não investir na poupança

7 Motivos para não investir na poupança

Há muito tempo a poupança é a escolha mais popular de investimento entre os brasileiros. Apesar de não apresentar muitos atrativos em relação a ganhos financeiros, a facilidade de uso e a falta de conhecimento sobre alternativas no mercado financeiro mantêm a popularidade da caderneta.

Contudo, suas desvantagens não são um segredo. Na verdade, outros investimentos apresentam benefícios parecidos com aqueles oferecidos pela poupança, ao mesmo tempo em que superam seus pontos negativos. Então, por que não conhecê-los?

Se você deseja diversificar suas escolhas e se tornar, de fato, um investidor além da poupança, a hora é agora. Confira 7 para motivos para não investir na poupança!

1. Tem baixa rentabilidade

Começamos pela principal desvantagem. A poupança está entre as opções de investimentos que pior remuneram as pessoas. Ainda que seja possível obter algum lucro pela ação dos juros na quantia que você poupa nela, os percentuais não são significativos.

Inclusive, o fato faz com que diversos brasileiros vejam a poupança mais como um local seguro para guardar uma determinada quantia do que um investimento para trazer ganhos. Mas você sabia que pode estar perdendo dinheiro dessa forma?

Isso mesmo! Em muitos casos, deixar seu patrimônio parado em aplicações de baixa rentabilidade traz um custo alto que parece imperceptível. Basta comparar a poupança com outras opções um pouco melhores para ver o quanto você pode ter perdido nos últimos anos.

2. Perde para a inflação em alguns cenários

As perdas da poupança não se dão apenas quando se compara o custo de oportunidade em relação às demais aplicações. Em determinados momentos econômicos, os brasileiros podem sentir o prejuízo no bolso de forma direta.

Isso acontece porque, em cenários específicos, os rendimentos da caderneta são menores que a inflação. Ou seja, o dinheiro que você aplicou permanece guardado lá – e é possível até ter um valor a mais em função dos juros, mas a quantia estará valendo menos do que valia quando houve a aplicação.

A inflação corrói o poder de compra do dinheiro e faz com que R$ 100,00 hoje não comprem os mesmos produtos que podiam ser comprados há alguns meses ou anos. Logo, utilizar a poupança pode significar uma perda direta não só de rendimentos, mas da própria quantia investida em relação ao poder de compra.

3. Não tem rendimento diário

Mais um dos motivos para não investir na poupança: os juros só incidem sobre o dinheiro aplicado depois de um mês. Então, o investidor recebe em sua conta o valor acumulado nos 30 dias. 

E se houver resgate antes desta data? Bem, se você precisar sacar o dinheiro ou utilizar o cartão de débito da poupança, não receberá nada por ele — mesmo que o saque seja feito no 29º dia. Isto é, a caderneta não é nada vantajosa para quantias que serão movimentadas no curtíssimo prazo.

Em contrapartida, diversos outros investimentos disponíveis têm rendimento diário. Assim, quem investe neles pode retirar o dinheiro antes sem abrir mão da rentabilidade que poderia ter em um dia, uma semana ou 29 dias, por exemplo.

4. Existem alternativas seguras no mercado

Um dos mitos que ajuda a sustentar a popularidade da poupança é a segurança. Muitas pessoas se surpreenderão com o fato de que não apenas existem alternativas tão seguras quanto ela, mas até mesmo mais seguras.

Na realidade, a falsa sensação de menores riscos na poupança provavelmente parte do fato de que este é o investimento que os brasileiros mais conhecem. Como confiar nas outras opções sem ter informações sobre o funcionamento delas, certo?

Por isso, vale a pena conhecer mais sobre o mercado financeiro e suas medidas de controle de risco. Por exemplo, os investimentos oferecidos pelo Governo Federal na plataforma do Tesouro Direto são os mais seguros do país.

O motivo é que o governo é responsável pelas medidas econômicas e se configura como a instituição mais sólida de uma nação. Se a situação chegasse ao ponto de ele não arcar com suas dívidas, bancos e instituições financeiras do país já teriam enfrentado problemas também.

Além do Tesouro Direto, existem aplicações da renda fixa que têm segurança próxima àquela oferecida pela poupança. Isso porque, assim como ela, diversas alternativas contam com a cobertura do FGC — que garante o dinheiro ao investidor até um determinado limite em caso de falência do banco.

5. Há opções melhores isentas de IR

Aplicações garantidas pelo governo – como os títulos do Tesouro – ou aquelas cobertas pelo FGC – como é o caso dos CDBs – são interessantes para quem deseja sair da poupança. Entretanto, algumas pessoas podem ver desvantagem no fato de incidir Imposto de Renda sobre a rentabilidade desses investimentos.

É importante destacar que os investimentos citados rendem mais que a poupança, mesmo com a cobrança de IR. Ainda assim, existem sim opções para quem quer continuar aplicando dinheiro em produtos financeiros isentos de imposto.

Algumas das alternativas seguras e com isenção tributária mais conhecidas na renda fixa são as Letras de Crédito (LCI ou LCA). As debêntures incentivadas também contam com a vantagem, mas não têm cobertura do FGC.

6. Pode dificultar a aprendizagem

Permanecer na zona de conforto é uma atitude muito arriscada. Afinal, a praticidade da poupança leva você a perder dinheiro por não aprender novas maneiras de investir com mais eficiência. Então que tal considerar os motivos para não investir na poupança e ampliar seus horizontes?

Sair da poupança abre um mundo de oportunidades interessantes. Além das opções em renda fixa – que podem apresentar rendimentos melhores, existem várias possibilidades também na renda variável. No longo prazo, é possível ter ganhos significativos em fundos de investimentos ou na bolsa de valores.

Então, uma dica é se permitir conhecer os demais investimentos e verificar quais deles parecem interessante para você. Nesse ponto, vale lembrar que existem diferentes perfis de risco que devem ser considerados para organizar seus interesses e objetivos e, consequentemente, seus investimentos.

7. É interessante diversificar

Nosso último motivo para sair da poupança é a importância de diversificar seus investimentos. Uma orientação básica para investidores é evitar deixar todo o seu patrimônio em uma só aplicação. Isso previne alguns riscos relevantes.

Por exemplo, se toda a quantia que alguém tem poupada fica em uma mesma conta, o que pode acontecer se houver um erro com ela? Caso aconteça um problema no banco, perda de cartão ou uma situação inesperada como estas, será difícil ter acesso ao dinheiro.

Então, é interessante conhecer outras opções e diversificar — dividindo seu patrimônio entre algumas delas. Além de diminuir riscos, é uma estratégia para se organizar melhor e distribuir o dinheiro entre seus objetivos de curto, médio e longo prazo. E até mesmo aumentar o rendimento do seu portfólio.

Ao chegar até aqui você conheceu 7 motivos para não investir na poupança. Então considere as dicas e os investimentos que citamos e comece agora mesmo a buscar por alternativas à poupança mais adequadas ao seu perfil de investimento e aos seus objetivos.

Vale a pena saber mais sobre cada uma das opções disponíveis no mercado, conhecer seu perfil de investidor e dar seus próximos passos rumo à formação de uma carteira mais sólida, mais diversificada e com opções muito mais atraentes – e, talvez, igualmente seguras – que a caderneta de poupança.

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Finanças
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A crise e os investimentos: tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

A crise e os investimentos: tudo o que você precisa saber sobre o assunto!

Um momento de crise econômica traz preocupações gerais em qualquer país. Afinal, governos, empresas e qualquer cidadão se sentem receosos com as consequências do problema e com o tempo que levará para uma completa recuperação.

Há também um medo significativo entre outro grupo de pessoas: os investidores. Além do receio que envolve toda a população, os investidores também se perguntam sobre quais são os efeitos da crise nos investimentos.

Como organizar os investimentos e tomar as melhores decisões neste momento? De fato, períodos críticos podem trazer grandes desafios. Contudo, fazer escolhas de maneira impulsiva definitivamente não é a melhor maneira de lidar com eles. 

Quer saber mais sobre o assunto? Então continue a leitura e descubra tudo o que você precisa entender sobre a crise e os investimentos!

Como a crise afeta os investimentos?

De modo geral, as crises econômicas causam consequências relevantes no universo dos investimentos, já que o mercado financeiro costuma ser fortemente impactado em um cenário de instabilidade. Para entender os efeitos, o primeiro passo é identificar o contexto de cada crise.

As crises podem ser focadas em determinadas empresas ou setores econômicos — uma bolha no setor imobiliário, por exemplo. Ou pode vir como consequência de questões políticas e econômicas nacionais e internacionais.

Há, ainda, dificuldades econômicas que surgem depois de crises de outra ordem. Foi o que aconteceu em relação à pandemia do novo coronavírus: um impacto na saúde gerou grande onda de retração econômica ao redor do mundo.

Isso se deveu a diversos fatores. Um destes fatores é o clima de insegurança e medo da população em relação à própria doença. Mas o elemento central para a queda da economia foi a necessidade de isolamento social — principal medida de contenção do vírus.

De maneira abrupta, indústrias e comércios tiveram que parar seus trabalhos presenciais. O impacto foi grande nos empregos e nas finanças pessoais, fazendo com que ainda menos dinheiro circulasse na economia. Nas bolsas de valores, as quedas foram intensas e frequentes.

Podemos dizer que crises assim afetam, de maneira especial, a renda variável, já que ela está diretamente ligada às oscilações do mercado. Entretanto, a renda fixa também não fica imune: no Brasil, uma das medidas de apoio à economia foi realizar mais cortes na taxa de juros – reduzindo também a rentabilidade de investimentos mais seguros.

Como lidar com a crise na sua carteira?

Como você pode ver, as crises e os investimentos vivem uma relação muito próxima. Por isso, os investidores precisam ficar atentos a momentos desafiadores na economia. 

Então, como lidar com estas situações adversas? Além de se munir de informações relevantes – como aquelas que trouxemos neste artigo, veja a seguir o que pode ser feito para lidar melhor com os seus investimentos em um ambiente de crise:

Mantenha o plano estabelecido

A crise de 2020 no Brasil chama atenção para um aspecto particular na bolsa de valores: muitos investidores entraram na renda variável em 2019. O país já vinha de constantes cortes na taxa Selic e as aplicações de renda fixa se mostravam cada vez menos atrativas.

Em 2019, com um bom momento para o Ibovespa, diversos brasileiros aceitaram correr os riscos da bolsa em busca de rendimentos maiores. O fator complicador nesse cenário é que algumas pessoas tomaram decisões sem ter conhecimento sobre o mercado.

Outras investiram na renda variável um dinheiro do qual poderiam precisar no curto ou médio prazo. Há, ainda, aqueles que não tinham perfil de risco adequado para tolerar as oscilações dos ativos. Como resultado, um grande medo surgiu no momento de crise.

Vender os ativos e se desfazer de posições sem avaliar a situação de maneira eficiente faz com que alguns investidores tenham grandes prejuízo nas crises. 

Logo, uma das dicas para lidar melhor com ela é manter seu plano previamente estabelecido. Se a ideia era focar no longo prazo, procure ter calma e siga sua estratégia.

Identifique oportunidades

Manter o plano estabelecido também envolve seguir investindo e procurando por oportunidades, mesmo em meio à crise. É evidente que essa prática exige estratégia e uma boa dose de conhecimento. 

Lembre-se que, embora muitas empresas tenham ações negociadas na bolsa por preços menores durante a crise, nem sempre vale a pena fazer um aporte.

Os investidores, especialmente aqueles inseridos na renda variável, precisam se guiar por planos bem construídos. E um período de crise deixa essa questão evidente. 

Quem investe em empresas sem fazer uma avaliação correta pode sofrer com mais quedas, porque há companhias que não estão preparadas para as dificuldades. E que podem seguir em queda por um período mais longo ou sofrer mais para se recuperar.

Então, aproveite a crise para reavaliar sua estratégia. Se você ainda não tem uma, é uma chance para reconhecer a importância disso e rever suas práticas. Mas lembre-se que as crises também trazem oportunidades em ações, pois o mercado acaba precificando os papéis de maneira diferente.

Assim, boas empresas podem estar sendo negociadas por preços bem abaixo do que elas realmente valem. No futuro, quando a recuperação econômica acontecer, os investidores poderão ter boas possibilidades de ganhar dinheiro.

Inclusive, um dos maiores investidores da história, Warren Buffett, guia-se pela premissa que estamos explicando. Veja o que ele diz:

“Uma regra simples dita minhas compras: tenha medo quando os outros estiverem gananciosos, e seja ganancioso quando os outros tiverem medo”.

Não esqueça seu perfil de risco

Precisamos chamar atenção para um cuidado fundamental: dizer que existem oportunidades na renda variável em períodos de crise não significa que todos os investidores devem entrar no mercado. Não deixe de considerar seu perfil de risco.

Pessoas com perfil conservador e moderado precisam se manter atentas para o fato de que não toleram bem a oscilação. E as crises mostram exatamente que os investimentos oscilam, certo? Então, tomar decisões observando apenas as perspectivas de ganhos não é uma boa ideia.

Você precisa estar preparado para a possibilidade de acompanhar as quedas na renda variável e rever sua estratégia quando necessário. Vale lembrar que existem oportunidades adequadas para cada perfil. Eventualmente, renda fixa também pode apresentar remunerações atrativas para o seu caso.

Foque em seus objetivos

Mais um aspecto para lidar com seus investimentos na crise é ter clareza dos objetivos que lhe orientam. O ideal é dividir seu patrimônio entre metas de curto, médio e longo prazo. Assim, fica mais fácil escolher os ativos mais adequados a cada caso.

Por exemplo, aportar quantias para uso em curto prazo em investimentos de maior risco não é aconselhável. Pois, assim, quando você precisar do dinheiro, há o perigo de encontrar o mercado em baixa e ter prejuízo ao resgatar o valor.

Não deixe de considerar os riscos de momentos críticos na hora de montar sua carteira. Seja organizado e tenha metas específicas para investir de maneira mais segura. Um bom manejo de risco é fundamental — e ele depende de seus objetivos.

Por fim, saiba que nem sempre é simples decidir sozinho como lidar com a crise nos seus investimentos. Procurar por uma assessoria especializada pode fazer toda a diferença para evitar prejuízos e buscar lucros, mesmo em um momento complicado para a economia. Pense nisso!

Você tem dúvidas sobre o que fazer com sua carteira durante a crise? Podemos ajudá-lo a tomar as melhores decisões para alocação adequada dos seus investimentos! Entre em contato e descubra como cuidar do seu dinheiro e dos seus investimentos neste momento!

 

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Juros Baixos
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Juros baixos: onde investir para ganhar dinheiro?

Juros baixos: onde investir para ganhar dinheiro?

Quem é investidor ou estuda o assunto para iniciar seus investimentos certamente já notou a intensidade de discussões sobre a queda dos juros no Brasil. Depois de diversos anos com taxas altas, o país tem reduzido gradativamente seus juros – alcançando um patamar histórico de baixa.

Se você ainda não sabia, tenha em mente que os juros influenciam diretamente nos investimentos. Não é por acaso que muitas pessoas seguem se perguntando sobre onde investir em tempos de juros baixos.

Existem diversas oportunidades de investimento neste cenário. Mas você precisa saber avaliar as opções disponíveis no mercado.

Então que tal acompanhar as informações deste post para fazer escolhas mais alinhadas ao seu perfil e objetivos? Continue a leitura e descubra onde investir para ganhar dinheiro em tempos de juros baixos!

Como os juros baixos influenciam os investimentos?

Vamos começar explicando por que os juros baixos são um fator de influência nos investimentos. Isso acontece porque a taxa básica de juros da economia brasileira –  a Selic – serve de base para muitas negociações financeiras.

Por exemplo, ela é um dos elementos que influenciam a concessão de empréstimos e financiamentos bancários. Juros mais baixos na economia representam também uma diminuição das taxas cobradas pelos bancos — o que, normalmente, ajuda a aquecer o consumo no país.

Inclusive, o desejo de impulsionar a economia é um dos motivos pelos quais o governo tem interesse em diminuir a taxa Selic. Mas como a queda desta taxa interfere nas decisões dos investidores?

Isso ocorre porque a Selic também tem relação direta com as taxas de juros oferecidas em investimentos da renda fixa. É por isso que, possivelmente, você já deve ter ouvido falar que opções mais seguras de investimento perderam rentabilidade nos últimos anos.

Afinal, quando os juros baixam, a rentabilidade de títulos públicos e privados também diminui (inclusive o rendimento da caderneta de poupança).

Assim, quem tem sua carteira de investimentos atrelada à segurança da renda fixa sofrerá com a redução dos rendimentos. Vale lembrar que há uma relação entre risco e retorno no mercado financeiro.

Ou seja, ativos que oferecem maiores possibilidades de rendimento – como os da renda variável – também costumam ser mais arriscados. Contudo, esse movimento não significa que todos os investidores brasileiros devem deixar a renda fixa. Não é bem assim.

O que considerar ao investir em um cenário de juros baixos?

Quem analisa a realidade de juros baixos e se pergunta onde investir neste momento precisa saber que as decisões devem se basear em uma série de fatores.

De maneira resumida, é possível afirmar que, em um cenário de Selic em queda, há uma tendência de enfraquecimento da renda fixa e de aquecimento da renda variável. É comum, inclusive, acompanhar um crescimento da bolsa de valores durante períodos de baixa de juros.

Afinal, as taxas mais baixas contribuem para facilitar o consumo, aquecer a economia e movimentar o mercado, proporcionando condições de crescimento para as companhias de capital aberto. Como muitas companhias têm ações em bolsa, os investidores podem encontrar boas oportunidades.

Entretanto, saber disso não é suficiente para fazer boas escolhas e obter rentabilidades interessantes ao investir. Pelo contrário, o cenário pode até mesmo representar prejuízo para quem entra na renda variável sem conhecimento.

Pense bem: a renda variável oferece maior risco de volatilidade do que a renda fixa. Assim, um investidor que não sabe lidar com o risco e não tem experiência com ativos deste tipo, pode se assustar com as variações de preços e acabar perdendo dinheiro na bolsa.

Pontos de atenção ao escolher seus investimentos

Por isso, você deve considerar outros fatores na hora de investir. Por exemplo:

  • Perfil de investidor: vale a pena rever seu perfil de aversão ao risco se você quer buscar maiores rentabilidades, mas é importante respeitar seus limites;
  • Objetivos: de modo geral, as alternativas da renda variável são mais indicadas para planos de médio ou longo prazo. Para objetivos de curto prazo, títulos da renda fixa, mesmo rendendo menos, continuam sendo boas opções;
  • Segurança: quem precisa de liquidez, ou seja, da certeza de poder resgatar o dinheiro sem perdas a qualquer momento, deve pensar nela na hora de montar a carteira e manter parte do patrimônio em ativos da renda fixa que ofereçam alta liquidez e segurança para o seu dinheiro.

Juros baixos: onde investir agora?

Você já entendeu o impacto dos juros mais baixos nos investimentos – tanto no mercado de renda fixa quanto no mercado de renda variável. E que deve se concentrar em diversos fatores antes de tomar uma decisão de investimento.

Agora, é o momento de identificar onde investir para ganhar dinheiro em tempos de juros mais baixos.

De modo geral, quem não deseja sofrer com a baixa nos rendimentos agora que os juros diminuíram precisa procurar alternativas que oferecem chances de maior rentabilidade. Entretanto, isso não significa fazer aportes na renda variável sem pesar os riscos.

O momento pede calma, conhecimento e experiência no mercado. Do contrário, a busca por lucro pode trazer efeitos indesejados.

Confira algumas estratégias para impulsionar carteiras de investimentos de diferentes perfis:

Investidores conservadores

Certamente, o cenário de juros baixos gera mais efeitos para os investidores conservadores, que são aqueles que mantêm o foco na renda fixa. Quem já realizava investimentos na renda variável acaba se beneficiando das melhores oportunidades na bolsa.

Mas o que fazer se você é conservador e não quer arriscar seu dinheiro? Uma ideia é buscar opções de maior rentabilidade na própria renda fixa. E lembrar que ela continua apresentando benefícios para quem busca segurança.

Algumas opções para contextos de juros baixos são os títulos pré-fixados, os ativos atrelados à inflação e as debêntures. Avaliar CDBs, LCs, LCIs e LCAs de bancos menores também pode ser atrativo, pois eles costumam oferecer maiores rentabilidades.

Além disso, vale a pena considerar arriscar um pouco mais, pelo menos uma pequena parte do seu patrimônio. Nesse sentido, colocar percentuais baixos — por exemplo, 10% — da sua carteira em ativos da renda variável pode ser uma ideia interessante.

Investidores moderados e arrojados

Investidores com maior abertura ao risco encontram um leque amplo de opções ao pensar sobre os juros baixos e onde investir neste ambiente. Como falamos, a bolsa de valores geralmente fica mais interessante em períodos de Selic em queda – e oportunidades podem surgir.

Assim, investidores moderados e arrojados podem aumentar sua participação em ativos da renda variável. Aproveitar para investir mais em ações e fundos de investimento de maior risco – como os fundos de ações, multimercados mais arrojados e fundos imobiliários, por exemplo, pode valer a pena.

Além disso, existem operações mais arriscadas que oferecem outras possibilidades de ganhos para o investidor. É o caso do mercado de derivativos e das atividades de especulação na bolsa. Não deixe, entretanto, de fazer um bom manejo de risco para evitar perder dinheiro no mercado.

Fazendo seus investimentos

Você começou a leitura deste post se perguntando: “em um contexto de juros baixos, onde investir?” e agora encontrou reflexões importantes para responder a esse questionamento.

Portanto, não deixe de considerar as informações deste artigo na hora de rever sua carteira. Fique atento às oportunidades que o mercado lhe oferece, avalie seus objetivos e respeite seu perfil de investimento.

Somente desta forma você conseguirá fazer seus investimentos de maneira mais acertada em qualquer cenário econômico. Apenas não deixe de investir, certo?

Nosso artigo lhe ajudou a entender mais sobre o cenário atual de juros baixos e como investir para ganhar dinheiro? Então que tal saber mais sobre as debêntures?

Nova Previdência
By: Nova Previdência Debêntures, Debêntures Incentivadas, Investimentos, Renda Fixa Nenhum comentário

Você sabe o que são e como funcionam as Debêntures?

Você sabe o que são e como funcionam as Debêntures?

Títulos do Tesouro, CDBs, LCIs e LCAs são geralmente nomes mais conhecidos entre os ativos de renda fixa. Mas, o que algumas pessoas não sabem é que existe um outro tipo de investimento, também na modalidade de renda fixa, que pode trazer retornos um pouco maiores: as debêntures.

Aprenda, neste artigo, como elas funcionam, quais seus riscos e quais as vantagens em compor sua carteira de investimentos com este tipo de título.

Acompanhe!

O que são debêntures?

Investimentos em debêntures são títulos de renda fixa, o que significa que possuem duas características importantes. A primeira é que, já quando faz seus aportes, o investidor consegue saber o rendimento que a aplicação terá.

A segunda característica é que todo título de renda fixa se refere a um tipo de investimento no qual o investidor (que nesse caso pode ser chamado também de debenturista) empresta um dinheiro para alguém e o recebe de volta com juros.

Falando das debêntures, o empréstimo é feito para empresas, as quais emitem títulos de dívidas para captar recursos e financiar suas atividades. Em outras palavras, a companhia, ao invés de contrair o crédito no mercado bancário, irá contraí-lo diretamente de investidores.

A finalidade que a companhia dará com os recursos obtidos é detalhada nos documentos públicos que vêm acompanhados das ofertas de debêntures.

Toda empresa pode emitir títulos de dívidas?

Na verdade, existem alguns critérios de regulação das debêntures. Ou seja, esse tipo de investimento não pode ser oferecido por qualquer empresa.

Toda S/A de capital aberto e fechado pode emitir os títulos. Todavia, somente aquelas de capital aberto, registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), podem ofertar para os investidores em geral.

Quais são os tipos de debêntures?

As debêntures se dividem em tipos diferentes. Naquelas do tipo simples o debenturista recebe, no vencimento, o capital corrigido em dinheiro. Nesse caso, as debêntures simples não podem ser convertidas em ações da empresa e, por isso, são também chamadas de debêntures não conversíveis.

As debêntures conversíveis, por outro lado, podem ser convertidas em ações, conforme critério do investidor em condições e épocas pré-estabelecidas.

Existem ainda as debêntures permutáveis. Na prática, elas funcionam como as do tipo conversível, com a diferença de que o investidor tem a possibilidade de realizar permuta para ações de outras empresas, e não apenas da companhia que emitiu a debênture.

Semelhantes às simples, temos ainda as debêntures incentivadas, conforme explicamos a seguir.

Debêntures incentivadas

A diferença entre debêntures incentivadas e os demais tipos é que estas são isentas de Imposto de Renda.

Essa isenção ocorre porque debêntures incentivadas são emitidas quando a empresa está envolvida diretamente em algum projeto de infraestrutura. Nesse caso, o governo incentiva a captação de recursos – isentando o investidor do pagamento de IR sobre os rendimentos (Lei 12.431/11).

Quais as vantagens de investir em debêntures?

Investidores têm sido atraídos pelas debêntures especialmente pela possibilidade de retorno. Se as compararmos com os títulos do Tesouro, os rendimentos tendem a ser maiores, e o mesmo vale na comparação com outros ativos em renda fixa, especialmente em momentos de baixa da Selic.

Além da potencialidade de retorno maior, o investidor pode se beneficiar de outro fator ao adquirir títulos de debêntures. Quando o debenturista opta pelas debêntures incentivadas, como comentamos, ele possui o benefício de ter um retorno sem a incidência da tributação de IR.

Como as debêntures funcionam?

O investimento em debêntures funciona de modo semelhante aos aportes realizados em ações da bolsa de valores. A diferença principal é que, ao investir em ação, o investidor torna-se sócio da empresa – enquanto as debêntures são um empréstimo, e o investidor se tornar um credor.

Outros detalhes importantes sobre este investimento ainda incluem:

Riscos de investir em debêntures

Justamente por normalmente possuírem rendimentos maiores que outros títulos de renda fixa, o investimento em debêntures possui um risco também mais elevado na comparação com outros investimentos de renda fixa.

O principal deles é o risco de o emissor não honrar com sua dívida, algo que pode acontecer caso a companhia tenha problemas de solvência ou vá à falência, por exemplo. E, ao contrário de CDBs e LCIs, por exemplo, debêntures não têm a garantia do Fundo Garantidor de Crédito.

Garantias

Para tentar contornar esses riscos, há empresas que oferecem algumas garantias para quem investe em debêntures, que podem ser do tipo real ou flutuante.

Na primeira, para que possa pagar os investidores, a companhia disponibiliza bens de sua propriedade ou de terceiros para serem liquidados.

Na garantia flutuante também são oferecidos bens da companhia. Mas, como não há proibição de que esses bens sejam negociados, um risco maior é gerado.

No caso de a debênture não oferecer garantia, existem duas classificações: quirografária e subordinada.

Na quirografária os debenturistas serão pagos junto com outros credores, enquanto, na subordinada, em caso de solvência da empresa os investidores possuirão preferência de pagamento somente em relação aos acionistas da empresa.

Rendimentos

A rentabilidade das debêntures pode ser:

  • Prefixada: situação em que há uma taxa de rentabilidade fixa, definida pela companhia (10% de juros ao ano, por exemplo).
  • Pós fixada: quando o rendimento é atrelado a algum indicador, como CDI, IPCA ou taxa Selic
  • Híbrida: uma mistura das duas modalidades, pois a rentabilidade é composta por uma taxa fixa acrescida de uma taxa atrelada a um indicador (como 3,5% + IPCA).

Prazos

Normalmente, investimentos em debêntures são para objetivos de médio e longo prazo. Portanto, é importante que o investidor verifique bem o prazo do aporte e veja se o mesmo condiz com seus objetivos.

Este item deve ser verificado com atenção, porque caso o dinheiro seja resgatado antes do prazo de vencimento é possível que o debenturista seja penalizado com perda de rendimentos.

Liquidez

Debêntures normalmente possuem liquidez baixa, justamente por serem mais voltadas para médio e longo prazo. No entanto, tudo vai depender do emissor e da emissão.

Ressaltamos que, caso o investidor venha a precisar do dinheiro antes do vencimento, provavelmente terá que realizar negociações das debêntures no mercado secundário, o qual costuma ter baixa liquidez.

Tributação

Já explicamos que as debêntures incentivadas são isentas de Imposto de Renda. Nos demais tipos a cobrança do IR é regressiva. Adicionalmente, o investidor precisa ficar atento que, além do imposto, outras taxas podem ser cobradas pelo banco ou instituição financeira.

Contudo, existem algumas instituições que adotam o custo zero para os investimentos em renda fixa – incluindo debêntures. Por isso, vale a pena se informar antes de fazer seus investimentos.

Vale a pena investir em debêntures?

Como as debêntures podem elevar a rentabilidade da carteira de investimentos, costumam ser uma boa alternativa para os investidores. Entretanto, tudo vai depender dos objetivos e do quanto de risco a pessoa está disposta a aceitar para ter um maior rendimento.

Portanto, caso decida por investir nestes produtos de investimento, não esqueça de verificar, além da qualidade do emissor, o prazo de vencimento, bem como se há cobrança de taxas e se a debênture tem ou não isenção de IR.

Gostou deste artigo? Se ele foi útil a você, compartilhe-o em suas redes sociais! E, em caso de dúvidas, não deixe de entrar em contato conosco!

 

 

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Nova Previdência
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LCI e LCA: Saiba mais sobre estes investimentos!

LCI e LCA: Saiba mais sobre estes investimentos!

Dos ativos disponíveis no mercado de renda fixa, alguns são mais conhecidos pelos investidores, como os CDBs e os títulos do Tesouro. Mas, com a finalidade de buscar melhores rentabilidades sem abrir mão de segurança, investidores podem compor suas carteiras com uma variedade de outros produtos.

Entre estes outros produtos da renda fixa estão duas letras de crédito, a LCI e LCA – lastreadas no mercado imobiliário e no agronegócio, respectivamente.

Para entender o que significa cada uma dessas siglas e descobrir como esses títulos funcionam, confira este artigo!

O que é LCI e LCA?

LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são investimentos lastreados em empréstimos de seus respectivos setores (imobiliários e agronegócio).

Na prática, significa dizer que, para o investidor não faz diferença investir em LCI ou LCA, pois a única coisa que muda entre os produtos é o lastro dos títulos. Por isso, o recomendado é escolher o título que ofereça mais rentabilidade dentro do prazo que melhor se adequa aos objetivos da aplicação.

Outra informação importante sobre LCI e LCA é que os dois papéis são produtos de renda fixa e de baixo risco.

Como funcionam os investimentos em LCI e LCA?

Ao fazer um investimento em LCI ou LCA, o investidor empresta dinheiro para uma instituição que, por sua vez, utiliza esse valor para financiar empreendimentos imobiliários ou do setor agropecuário.

Em troca, o investidor recebe, durante o período da aplicação, o valor aplicado somado de um rendimento acordado na hora da compra do título – que é resgatado no vencimento.

Em linhas gerais, LCIs e LCAs funcionam da mesma maneira que os CDBs (Certificado de Depósito Bancário). A seguir veremos alguns pontos que podem gerar dúvidas no investidor: rentabilidade, tributação, liquidez e riscos.

Rendimentos

Os títulos de LCI e LCA possuem duas modalidades de rendimentos: prefixada e pós-fixada.

As letras prefixadas são atreladas a taxas fixas. Sendo assim, como o nome sugere, o valor final é pré-estabelecido e o investidor sabe quanto ganhará no vencimento. Por exemplo, LCI de 6,5% ao ano.

Nas letras pós-fixadas o rendimento está atrelado a um indicador, como IPCA ou CDI. Logo, a taxa varia. Por exemplo, um LCI que rende 90% do CDI ao ano significa que a aplicação renderá 90% do que render o CDI naquele ano.

Tributações e taxas

LCI e LCA possuem um atrativo adicional neste ponto, pois ambos os títulos são isentos de Imposto de Renda. Portanto, já que a rentabilidade é líquida, não é necessário descontar nada dela.

Isso significa que, mesmo que um LCI ou LCA ofereça um retorno mais baixo que um CDB (o qual segue tabela regressiva de IR), dependendo do caso optar pela Letra de Crédito pode acabar sendo uma opção mais vantajosa no final.

Basta que o investidor faça contas para identificar qual produto oferece a melhor remuneração, de acordo com o que estiver disponível para investimentos no mercado.

Contudo, é importante manter atenção. Apesar da isenção de IR, algumas corretoras podem cobrar taxa de corretagem ou custódia do investidor.

Liquidez

Ambas as letras podem ter uma liquidez mais baixa se comprarmos com outros produtos de renda fixa disponíveis no mercado. Em outras palavras, pode existir um certo grau de dificuldade para converter os títulos de LCI e LCA em dinheiro.

Neste ponto, é importante que o investidor observe o prazo de carência, o qual refere-se ao período mínimo do investimento. Outro fator a prestar atenção está no resgate das letras antes do prazo de vencimento.

Alguns títulos de LCI e LCA só possibilitam o resgate na própria data do vencimento. Há outros, por sua vez, que possuem liquidez diária após o término do período mínimo de aplicação (carência). Portanto, vale a pena se atentar a estas questões antes de fazer sua escolha.

Risco

Tanto o LCI quanto o LCA possui a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).  O FGC assegura uma cobertura de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição financeira, dentro de um limite de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ renovável a cada 4 anos.

Vantagens e desvantagens do LCI e LCA

Como vimos, uma vantagem que merece destaque é que o investimento em LCI e LCA é isento de imposto de renda – algo que não acontece com CDBs e muitos outros produtos de renda fixa.

Se compararmos as letras aos títulos públicos do Tesouro Direto, também veremos um benefício importante para o investidor, que é a rentabilidade. Em tempos de juros baixos, o rendimento dos papéis emitidos pelo governo geralmente é menor que a rentabilidade de LCIs e LCAs.

Já como aspecto negativo das letras, destacamos o prazo. Se acontecer de o investidor precisar do dinheiro em pouco tempo, o investimento poderá ser uma dor de cabeça, pois costuma ter vencimentos e carências mais longos.

Por isso, caso pense em reserva de emergência, por exemplo, é melhor procurar por ativos de renda fixa seguros e com liquidez diária.

Há ainda a questão da aplicação mínima como uma possível desvantagem do LCI e LCA. Isso porque o valor mínimo para aportes varia de banco ou corretora, mas é bem comum encontrarmos Letras de Crédito cuja aplicação inicia em R$ 5 mil.

Nesse sentido, outras opções podem ser mais vantajosas. Os títulos do Tesouro, por exemplo, exigem uma quantia inicial de aplicação bem menor que LCIs e LCAs.

Como escolher a Letra de Crédito ideal?

Assim como qualquer escolha de produto de investimento, a decisão de escolher a Letra de Crédito ideal depende muito do seu objetivo com a aplicação – e das oportunidades disponíveis no mercado.

Nesse aspecto, verifique os prazos das Letras de Crédito e veja se eles se encaixam nos seus objetivos.

Uma questão que também não deve ficar de fora na avaliação é a comparação entre prazos e rentabilidade. Normalmente, quanto maior a remuneração, maior tende a ser o prazo do investimento.

Por isso, na hora de comparar as opções de LCIs e LCAs, não aja na empolgação investindo naquele que lhe trará mais retorno. Não esqueça de verificar e comparar também os prazos de vencimento e de carência.

Como investir em LCI e LCA?

O investimento em LCI e LCA pode ser feito por meio de uma instituição financeira – como bancos de investimento e corretoras. Para fazer seu aporte, basta que o investidor busque as melhores opções disponíveis no mercado e escolha aquela que melhor se adequa às suas necessidades.

Caso queria saber mais sobre LCI e LCA ou tirar quaisquer dúvidas, entre em contato conosco! Podemos lhe ajudar a entender melhor estes produtos de investimento e tomar as melhores decisões em relação à sua carteira!

 

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Poupança
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A Poupança está te deixando mais pobre!

POUPANÇA PASSA A RENDER MENOS QUE 3% AO ANO E DEVE PERDER DA INFLAÇÃO EM 2020

 

O Copom – Comitê de Política Monetária – baixou mais uma vez a taxa Selic ao menor patamar da história: 4,25% ao ano (06/02/2020), gerando impacto em diversos títulos de Renda Fixa, que mais uma vez perderam atratividade.

 

Em 2019, por incrível que pareça, os investimentos em poupança aumentaram em 13 bilhões de reais, totalizando mais 850 bilhões de reais investidos na Poupança, que já há alguns anos não é um bom investimento. Ou seja, ainda há milhões de brasileiros perdendo dinheiro com seus investimentos na Poupança e isso decorre bastante da comodidade (o banco aplica para você) e falta de informação.

Você sabia que a Poupança:

  1. Não protege o seu dinheiro contra a inflação.
  2. Não te remunera diariamente, mas somente no dia do aniversário mensal. Assim, caso você solicite o resgate no dia errado, você perde toda a rentabilidade desde o último aniversário.
  3. Rende apenas 70% da Taxa Selic, e com o recente corte passou a render apenas 2,97% ao ano. Isso mesmo, a poupança passou a render menos de 3% ao ano e muito provavelmente vai perder para a inflação nesse ano.

Você ainda investe em Poupança e não sabe o que fazer?

Calma. Ainda há boas opções de investimentos para garantir a construção da sua carteira de investimentos, seja de curto prazo, pensando em liquidez, seja de longo prazo, pensando em uma aposentadoria.

O mais importante é saber que a Poupança é uma grande armadilha para os seus investimentos e que atrai muita gente por conta do nome.

A Poupança começou a fazer água porque não tem proteção contra a inflação e como em diversos momentos da sua história irá render menos que a inflação. Ou seja, o investidor vai perder o seu poder de compra com a atual conjuntura de juros baixos. Se você continuar a investir na Poupança, vai comprometer o seu futuro e da sua família.

 

Poupança é um forte candidato a perder da inflação.

Se as expectativas se confirmarem, com a inflação em 2020 em torno de 3,5%, quem investir na Poupança (que irá render 2,95%) vai “perder dinheiro” por conta da rentabilidade real negativa de praticamente 0,5%. Ou seja, os brasileiros que estão com dinheiro investido na poupança daqui a 12 meses estarão mais pobres.

 

 

 

 

O que isso significa na prática?

Se você investir 10.000 reais na poupança, considerando a rentabilidade real (inflação de 3,5% e Poupança rendendo 2,97%), daqui a 12 meses você vai ter o equivalente a 9.950 reais hoje ou em 10 anos o equivalente 9.511 reais hoje. Por incrível que pareça, infelizmente essa é a atual realidade da Cardeneta de Poupança. Se continuar investindo nela irá perder dinheiro com esse patamar da Selic.

Nesse novo cenário o investidor precisa mudar atitudes e buscar rentabilidades superiores à da Poupança para que consiga um ganho real de riqueza na sua carteira de investimentos.

TESOURO DIRETO – Tesouro IPCA+

Uma boa alternativa para quem quer de fato poupar é o Tesouro IPCA +, que protege o investidor da inflação e ainda paga semestralmente uma taxa adicional.

Trazendo para um exemplo prático, se você investir no Tesouro Direto os mesmos 10 mil reais em um título que hoje paga IPCA + 3,27% ao ano (vencimentos em 2035), em 10 anos você terá acumulado 13.226 reais, a valores de hoje e já líquido de impostos.

Uma diferença e tanto para a rentabilidade da Poupança.

FUNDO TESOURO SELIC SIMPLES

Para aqueles que visualizam na Poupança um investimento que permite o resgate rápido, ou seja, no mesmo dia, uma excelente alternativa é o fundo de investimento Tesouro Selic Simples, do BTG Pactual, pois investe apenas em títulos do Tesouro Selic, oferecendo a Segurança desses papéis e ao mesmo tempo a possibilidade de resgate no mesmo dia da solicitação.

Diferente da poupança que rende uma vez por mês, na data do aniversário, o fundo de investimento Tesouro Selic Simples proporciona rentabilidade diária e rende algo muito próximo de 99% da Taxa Selic e mesmo após a tributação, rende mais que a terrível rentabilidade da Poupança, de apenas 70% da Taxa Selic.

Trazendo também para um exemplo prático, se você investir no o fundo de investimento Tesouro Selic Simples, os mesmos 10 mil reais e os juros se mantiverem no mesmo patamar atual, em 10 anos você terá acumulado algo próximo de 10.982 reais, a valores de hoje e já líquido de impostos.

Comparando a performance da rentabilidade dos três investimentos obtemos o gráfico a seguir:

Neste gráfico se verifica a trajetória das rentabilidades ao longo do tempo, já liquidas dos impostos, o que possibilita uma comparação de eficiência em relação à Poupança.  Agora imagine que exite hoje 850 bilhões de reais investidos hoje na Poupança, um horror.

 

Mas por onde começar? Como montar uma carteira de acordo com as suas necessidades e o seu perfil de investidor?

Sair da inércia e estar bem acompanhado é sem sobra de dúvidas a sua principal prioridade a partir de agora. Entre em contato com nossos especialistas, eles irão te orientar por onde começar e irão tirar todas as suas dúvidas de como montar a sua carteira de investimentos de forma equilibrada, com diversificação e segurança.

 

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